14/12/2018



Se o fluxo de caixa é a força vital de um negócio, entender as tendências de vendas é o seu coração. Todo proprietário de um negócio precisa compreender o valor que esses dados têm, especialmente em épocas de altas volatilidade como o final do ano, momento em que os varejistas ganham 30% ou mais de suas vendas anuais.

Tendências de venda ou padrões ajudam a identificar oportunidades e problemas. Quando feito de maneira bem-sucedida, elas são subsídios a decisões como onde alocar a verba de marketing, precificação, necessidades de estoque, desenvolvimento e evolução.

Determine o crescimento ou a perda em relação ao mesmo período do ano anterior

O acompanhamento das vendas mês a mês e também no acumulado do ano e em relação aos anos anteriores, comparado com as suas previsões, é a peça fundamental para o sucesso do seu negócio. Se você não estiver rastreando as suas vendas e as comparando com o que você já fez em outros momentos, então será impossível determinar se você está tendo sucesso ou não.

Defina metas de vendas

Como em todo rastreamento, você precisa definir metas de vendas que estejam de acordo com a realidade e os objetivos do seu negócio. Olhe para o índice mínimo, mas tome cuidado e perceba como os resultados das vendas foram alcançados.

Por exemplo: você só vende um produto com sucesso abaixo de um determinado preço? Essa informação torna-se essencial para a sua estratégia de preços – que pode resultar em um maior volume de vendas.

Rastreie as margens de lucro

Você também precisa olhar de perto as suas margens de lucro – elas são realistas para você e para os seus consumidores? Comparar as vendas atuais com as de meses ou anos anteriores habilita você a identificar tendências. Isso é fácil de ser feito com uma boa ferramenta de relatórios. Talvez as suas vendas tenham crescido porque você ganhou um novo cliente valioso ou porque introduziu um novo produto popular na sua linha.

Seja qual for a razão, entendê-la vai permitir que você capitalize a oportunidade que se apresenta. Se o novo cliente é uma indústria de um segmento pouco explorado, então talvez você possa oferecer os mesmos serviços e produtos para outras empresas do mesmo setor. Se a nova linha de produtos é tão popular, será que as linhas antigas continuam sendo viáveis?

Por outro lado, suas vendas podem ter encolhido porque você perdeu um bom vendedor ou porque você aumentou os seus preços. Se for possível entender os motivos então você pode resolver o problema. Você precisa de um vendedor mais experiente ou precisa de um programa mais eficiente para reter aqueles que atualmente já estão com você? O que o seu preço diz?

As tendências de vendas oferecem uma grande quantidade de informações valiosas. Basta que você as analise e use em seu benefício.

Fonte: Rede Jornal Contábil

14/12/2018



As expectativas para a economia em 2019 são moderadas, mas positivas. A previsão dos especialistas é que o país cresça entre 2% e 3% no próximo ano.

Para as empresas, isso significa que é preciso continuar cortando custos, mas é um bom momento para investir assertivamente no que vai fazer seu negócio crescer. Outro item que vai ser o diferencial de muitos negócios em 2019 é a inovação. Cada vez mais, o mercado dará espaço para empresas criativas e focadas no sucesso do cliente.

Neste artigo, separamos 4 dicas que vão te auxiliar a começar 2019 com tudo:

1. Faça um balanço de 2018

O primeiro passo para encontrar oportunidades de crescer no próximo ano é analisar os números de 2018 e de outros anos anteriores. Para isso, faça um balanço de resultados e faça uma análise de maneira inteligente.

Não olhe apenas para o faturamento. Analise seus custos fixos, veja quais foram os produtos mais vendidos, verifique como foi o giro de estoque de cada SKU. Com base nessa análise, você consegue ver oportunidades de enxugar o estoque e o mix para aumentar as vendas, por exemplo, e outras possibilidades de redução de custos.

A ideia aqui é encontrar quais são os pontos fortes da sua lucratividade e o que realmente agrega valor ao seu negócio.

2. Dê atenção especial à sua equipe

Já falamos que a inovação é o diferencial das empresas que se destacam em cenários de crise, certo? Mas, muitas empresas negligenciam o que deve ser o foco desse processo: as pessoas. A sua empresa é, de fato, a somatória das pessoas que a compõem. Por isso, investir em sua equipe é investir no crescimento do seu negócio.

Para entrar em 2019 com o pé direito, é preciso avaliar a produtividade da sua equipe, verificar o desempenho individual de cada membro, observar se é hora de ampliar o time. Mas, principalmente, organize seu planejamento orçamentário para investir na capacitação dos colaboradores e no desenvolvimento de suas habilidades.

3. Use a tecnologia a favor da sua empresa

Já faz alguns anos que a transformação digital impacta a gestão e a organização de empresas de todo porte. A cada dia, fica mais claro que os negócios que não se adaptarem a esse cenário serão engolidos pelo mercado.

Se a sua empresa ainda não entrou de vez nessa era, 2019 é sua última chance. Para crescer, você precisa ter dados assertivos.

Ou seja: é hora de dar adeus às planilhas de controle financeiro e de outros pontos da gestão e investir em uma solução adequada para as necessidades do seu negócio. Isso vai te ajudar a poupar tempo, enxugar custos e ampliar sua lucratividade.

4. Entenda quem é o seu cliente

Conectar-se com o seu cliente é o segredo para o sucesso. Para tanto, invista em entender o seu perfil e crie ações aderentes à sua realidade. Por exemplo: quais sazonalidades fazem sentido para o seu cliente? Quais produtos podem ser vendidos como um combo? Em que períodos do ano seu cliente precisa de descontos?

Ter essa inteligência é importante para o seu planejamento e o seu posicionamento. Na verdade, todos os dados do seu negócio, se bem analisados, podem trazer excelentes insights para impulsionar o seu crescimento em 2019.

Conclusão

Os dados nunca foram tão importantes para o crescimento das empresas quanto são agora. A gestão guiada por dados é a chave para a assertividade na tomada de decisões e, consequentemente, a redução de custos e o aumento de rentabilidade.

Fonte: Administradores

14/12/2018



O QUE É O eSOCIAL?

O eSocial é um projeto do governo que unifica todas as informações trabalhistas e previdenciárias, ele tem o objetivo de facilitar o recolhimento e consulta de dados concentrando em um único local as informações que o governo precisa saber em relação a sua empresa.

QUAL A FINALIDADE DO GOVERNO COM O eSOCIAL?

O eSocial é apenas um vértice de todo o projeto de sped que o governo tem, nesse projeto ele já vinha reunindo muitas informações sobre as empresas.

O governo já tinha por exemplo as informações contábeis, fiscais entre outras
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Com a chegada do eSocial ele passa também a ter acesso às informações trabalhistas de forma unificada.

QUAL O GRANDE PROBLEMA DO eSOCIAL?

Como acontece em todo novo projeto as empresas e as contabilidades que prestam serviço estão sendo oneradas para que seja possível entregar os primeiros projetos do eSocial.

Isso acontece porque toda mudança sofre um processo de adaptação, imagine como era a situação antes do eSocial, as empresas tinham informações completamente espalhadas o que tornava o recolhimento extremamente dificultoso.

Por exemplo, algumas informações sobre sócios não eram necessárias até que o eSocial passou a exigi-las para controle.

Hoje os cadastros do eSocial são muito mais completos, disponibilizam informações completas sobre os colaboradores da empresa e com isso inicia-se o controle também da medicina do trabalho do colaborador, desde atestados e exames médicos, tudo passa a ser controlado dentro do eSocial.

Com a exigência de tantas informações diferentes o governo achou por bem que o eSocial fosse inserido através de um processo com diferentes fases.

Isso possibilita estabelecer prazos para cada tipo de entrega a ser feita.

Segmentando as informações as empresas conseguem entregar de forma mais calma e eles recebem as informações de maneira mais ordenada.

Para saber exatamente quais são as fases do eSocial para a sua empresa basta acessar o site oficial do eSocial, lá encontrará cada uma delas.

O QUE É PRECISO ENTENDER EM RELAÇÃO AO ESOCIAL?

Um ponto crucial que as empresas devem entender é que a contabilidade não conseguirá fazer o eSocial sozinha, sem a ajuda direta do seu cliente.

Como são solicitadas muitas informações o profissional contábil precisa de ajuda para obtê-las e também precisa haver um processo de adaptação aos novos modelos, entre eles o que deve fazer em relação a destinar férias de um colaborador, os prazos que você tem para fazer o registro e tudo mais.

Com o eSocial não é mais possível para o empresário conceder férias a um colaborador e registrá-las no final do mês.

É preciso entender que é necessário seguir as regras e esse processo de adaptação junto com as fases citadas acima ajudará ao empresário a compreender que precisa adotar uma nova postura em relação a parte trabalhista da sua empresa.

Mas temos também uma contrapartida, com o eSocial o governo poderá dar multas para as empresas que não seguirem as diretrizes.

O governo tem autoridade para exigir desde a informação que tem que ser inicialmente prestada, o modo como essa informação será prestada, o momento em que deve ser prestada e até apontar irregularidades que forem identificadas.

Por exemplo, uma irregularidade trabalhista dependia da fiscalização do ministério do trabalho, que teria que ir até a empresa, hoje esse cenário já mudou.

A ausência de uma documentação relativa a parte do ministério do trabalho no que tange a segurança do trabalho poderá trazer problemas a empresa a curto prazo?

Sim, pois a informação estará disponível de maneira online, consequentemente a empresa corre o risco de ser penalizado de forma automática.

É essencial a compreensão de como o governo está mudando todo esse processo.

As informações relativas a débitos são processadas de maneira muito mais rápida, mas não será muito diferente do que já está acontecendo hoje.

Atualmente já contamos com uma velocidade muito maior no processamento de informações e cobrança de empresas, e isso tende apenas a se intensificar.

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE eSOCIAL?

O primeiro ponto que deve ser compreendido pelo empresário é que ele precisa colaborar ativamente com o trabalho do contador, só assim o profissional contábil que atende a empresa vai conseguir fazer o eSocial da sua empresa.

O segundo ponto é essencial para que tudo seja feito de modo correto, não se pode deixar de lado as fases do eSocial, se deixar para a sua empresa correr atrás das informações com prazos muito curtos não terá tempo hábil de entregar e isso será um problema.

Todos os prazos pré-estabelecidos para entrega do eSocial não devem ser prorrogados, por isso a importância de seguir de forma correta o cronograma, essa disciplina e organização livrará a sua empresa de futuros problemas.

É preciso mudar a sua postura em relação a sua empresa, em relação ao que você manda para a contabilidade, quando você manda e como você manda.

Se mandou a informação de forma incompleta não será possível para o escritório contábil fazer o serviço, desse modo a sua empresa vai ficar irregular com funcionários sem registro e isso pode gerar problemas para você.

Inicialmente haverá um trabalho mais “pesado”, porém, depois que tudo estiver funcionando e organizado o eSocial trará muitos benefícios.

As informações dos seus colaboradores, as informações importantes da sua empresa estarão atualizadas junto ao governo.

E isso permite também a todos aqueles que querem e têm a devida permissão o acesso a informações mais organizadas e precisas, todos farão isso de uma forma muito mais prática pois o eSocial unifica todas essas informações.

Não deixe tudo para última hora, tome os devidos cuidados para que a sua empresa não fique irregular e se beneficie com a chegada do eSocial.

Fonte: Rede Jornal Contábil

14/12/2018



Para continuar a serem relevantes para os consumidores, os programas de fidelidade precisam entender e identificar os fatores mais importantes de engajamento. Por muitos anos, usar estratégias de fidelização por meio dessa ferramenta foi sinônimo da acumulação de pontos para obtenção de descontos em produtos, mas a realidade hoje é outra.

Atualmente, 51% dos participantes de programas de fidelidade globais, pesquisados pela Nielsen, empresa global de informação, dados e medição, afirmam que os descontos estão entre os três benefícios mais valorizados, seguidos por recompensas monetárias na forma de reembolso ou devolução de dinheiro. A grande questão, porém, é que ofertas genéricas geram pouco resultado.

Em 2015, o varejo brasileiro desperdiçou R$ 11 bilhões com promoções desnecessárias (de produtos que seriam comprados a preço cheio). Além disso, um outro estudo, da Hello Research, mostra que apenas 32% se recordam de ações promocionais nos supermercados, mostrando que, na maior parte dos casos, essas ações têm pouca relevância junto ao público.

Por este motivo, é preciso desenvolver promoções que sejam relevantes para cada consumidor, individualmente. Hoje, o uso de big data e Analytics permite identificar não somente perfis de compra, mas desenvolver iniciativas personalizadas que geram resultados até mesmo em segmentos em que é praticamente impossível gerar demanda.

Um ponto curioso é que as pessoas têm uma característica marcante: se acostumam rapidamente com as vantagens que recebem. Um bônus, desconto ou uma promoção causam grande satisfação na primeira vez em que acontecem, mas, em pouco tempo, se tornam “mais do mesmo”. Aquilo que era um diferencial se torna, rapidamente, o mínimo esperado das empresas. O mesmo acontece com os programas de fidelidade.

Tradicionalmente, os programas foram estruturados a partir do uso de uma única alavanca promocional (tipicamente, os descontos). O ponto é que o engajamento com a utilização dessa alavanca vai decrescendo ao longo do tempo: se, por exemplo, um investimento X em um programa de fidelidade gerava em um primeiro momento um engajamento de 40% dos clientes, posteriormente esse resultado cai para 15%. Por isso, é preciso aumentar os investimentos em outras iniciativas para continuar a estimular o cliente.

Descontos, cashback, serviços, conveniência, crédito: não importa qual seja o benefício, com o tempo, os consumidores exigem cada vez mais. Evidentemente, em algum momento o programa monoalavanca deixa de gerar resultado, provocando um novo dilema para as organizações. Como descontinuá-lo sem frustrar e afastar o público-alvo de sua marca?

Em nosso entender, a solução passa pelo uso intensivo de tecnologia e por uma abordagem multialavanca. Nesse caso, o desafio do CRM passa a ser o entendimento das principais formas de estimular o consumo para cada pessoa, individualmente. Cada indivíduo tem um mix diferente de motivadores de decisão de compra e, por isso, ferramentas como cashback, serviços e descontos têm impactos diferentes.

Dessa forma, uma estratégia com múltiplas alavancas de atração aumenta a flexibilidade do varejo em suas ações e gera alta eficiência operacional e promocional, ao mesmo tempo em que permite manter os custos sob controle.

Fonte: Administradores

7/12/2018



Existe um modismo que a melhor maneira de engajar colaboradores é mantê-los motivados no ambiente de trabalho, mas a tal motivação é algo que ninguém consegue criar por ser individual. Todos temos nossas motivações naturais. Salário, benefícios, desemprego, família, são alguns motivadores que possuímos naturalmente e deveriam ser suficientes para despertar a vontade de produzir com qualidade.

Mas, a verdadeira e única forma de manter seus colaboradores engajados é permitir que todos se sintam parte das soluções e entendam que seu trabalho – independente da função – é um elo importante para o resultado do negócio.

Quando contratamos um novo colaborador, criamos um ambiente de festa pela sua chegada. Muitas empresas possuem Kit de boas-vindas, todos são receptivos, há uma supervisão próxima que acompanha os seus primeiros passos dentro da empresa, fala-se sobre a grandeza da empresa e seus produtos e serviços e todo o ambiente é contagiante.

Do outro lado, cada novo colaborador sente a alegria de ter conseguido a vaga, está disposto a fazer o melhor, se encanta com o ambiente receptivo e tem alegria de acordar toda a manhã para trabalhar.

O grande problema é que com o passar do tempo todo esse ambiente desaparece em meio a fofocas, liderança fraca, abandono profissional, a quase proibição de opinar ou sugerir algo, falta de perspectiva de desenvolvimento profissional e principalmente, o sentimento de que você é pago apenas para trabalhar e não para dar palpites.

Profissionais de recursos humanos tem papel fundamental na preservação do ambiente inicial onde todos são cativados a pensar e produzir em uma só direção, não permitindo que haja essa gangorra de sentimentos. Precisam reaprender a ouvir, sorrir, desafiar colaboradores a participarem indicando problemas e soluções.

Na maioria das vezes 90% das soluções de problemas estão dentro de casa. Muitos contratam consultorias para apresentarem soluções que os próprios colaboradores já sabiam, mas que ninguém permitiu que apresentasse.

Portanto, a única forma de ter uma equipe coesa, participante, vibrante e com vontade de fazer é engajando todos nos processos internos do negócio. Convoque a equipe apresente as dificuldades e desafie-os a apresentar as soluções. Deixe claro que cada sugestão será avaliada no aspecto tempo, financeiro e de eficácia antes de ser implementada. Premie as melhores sugestões mesmo que não sejam aproveitadas demonstrando que a participação foi bem recebida. Abra um canal de comunicação permanente com seus colaboradores. Monitore e treine as lideranças para que esse processo seja disseminado e mantido dentro do negócio.

Empresas não precisam de colaboradores motivados, mas engajados nos objetivos do negócio, participando ativamente dos processos sentindo-se vivos, de novo, como se tivessem começado ontem na sua empresa.

Fonte: Administradores

7/12/2018



As empresas que fazem parte do segundo grupo da EFD-Reinf (com faturamento até R$ 78 milhões em 2016) devem estar atentas à aproximação do prazo para apresentação da obrigação. A partir de 10 de janeiro de 2019, esses contribuintes já deverão prestar as informações ao sistema.

Diante das constantes alterações de cronograma pelas quais passou a EFD-Reinf, dúvidas surgem quanto aos prazos das próximas entregas. Por esta razão, cabe relembrar as datas válidas:

  • 1º grupo: empresas do primeiro grupo devem continuar enviando seus eventos normalmente, até o dia 15 do mês subsequente.

  • 2º grupo: a partir das 8 horas de 10 de janeiro de 2019, referentes aos fatos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2019;

  • 3º grupo: a partir das 8 horas de 10 de julho de 2019, referentes aos fatos ocorridos a partir de 1º de julho de 2019; e

  • 4º grupo: em data a ser fixada em ato da Receita Federal do Brasil.

Importante destacar que as empresas devem enviar os eventos até o dia 15 do mês subsequente. Caso o último dia previsto para a entrega não seja útil, a transmissão deve ser antecipada para o último dia útil anterior.

A mais recente mudança em relação ao calendário da EFD-Reinf deu-se por meio da Instrução Normativa RFB nº 1.842/2018, que alinhou a entrega dessa obrigação ao eSocial.

Evite penalidades, atrasos na entrega e as pesadas multas por erro na escrituração digital!

Fonte: Rede Jornal Contábil

7/12/2018



Desde janeiro de 2017, todas as indústrias, equiparados industriais e estabelecimento atacadista deverão enviar à Receita Federal, mensalmente, informações sobre o consumo da produção, estrutura de produtos entre outras informações. O principal objetivo com esta alteração é melhorar o controle sobre os contribuintes. Por meio desses dados, o fisco conseguirá “fechar o ciclo” das informações e, receberá indicações dos estoques desde a compra da matéria-prima até a elaboração do produto final.

Em função das mudanças trazidas pela nova exigência, as empresas deverão avaliar os principais impactos que poderão sofrer em seus processos produtivos e realizar alterações necessárias. O Bloco K terá impacto, principalmente, nas áreas de logística, engenharia e produção.

Qual será a exigência deste bloco?

Bloco K é o Livro de Registro de Controle da Produção:

  • A entrega deste bloco começará em JANEIRO/2019, e deverá ser mensal ou o período mais curto da apuração do ICMS ou IPI.

  • Este bloco se destina a informações de consumo (quantidade) da produção, insumos consumidos como: matéria prima, material de embalagem.

  • Deverá ser apresentado no arquivo do EFD-ICMS/IPI.

Veja os prazos para entrega:



Conclusão

Algumas empresas não possuem o controle da produção e dos estoques e, a partir de 2019, terão que se ajustar a esta nova realidade exigida pelo fisco. No caso das empresas que não possuem os controles exigidos, será necessário criá-los do zero, e isso envolve desde o mapeamento do processo produtivo, das movimentações de estoque, das perdas ou quebras, movimentações existentes com terceiros, até os ajustes de inventário, compras, vendas e outras operações. Em alguns casos, será necessário rever a cultura da empresa em relação a alguns processos, além de uma boa solução tecnológica.

Fonte: Rede Jornal Contábil

7/12/2018



No período de 10 a 28 de dezembro de 2018, os contribuintes optantes pelo Programa Especial de Regularização Tributária (Pert) – demais débitos (inciso II do § 1º do art. 4º da Instrução Normativa RFB nº 1.711, de 2017) deverão prestar as informações necessárias para a consolidação do parcelamento.

O contribuinte deverá indicar os débitos que serão incluídos no parcelamento, a quantidade de parcelas pretendidas e o valor dos créditos de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) ou de outros créditos próprios, passíveis de utilização na modalidade, se for o caso.

Se no momento da opção pelo Pert o contribuinte indicou indevidamente modalidade para a qual não possui débitos a serem parcelados, será possível a correção da modalidade.

Os contribuintes que não prestarem as informações para a consolidação ou não pagarem o saldo devedor vencido até dezembro de 2018 serão excluídos do programa.

Fonte: Blog Guia Tributário

30/11/2018



As empresas de qualquer tamanho poderão abrir contas em banco por meio da internet. O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou a novidade, que passará a valer imediatamente.

A conta aberta por meio eletrônico – por meio do site do banco ou de aplicativos – está disponível para pessoas físicas desde 2016 e para microempreendedores individuais (MEI) desde janeiro deste ano. Esse tipo de conta é igual a uma conta normal, com a diferença de não exigir a ida a uma agência bancária para abri-la.

De acordo com o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central (BC), João André Pereira, a medida se justifica por causa do cenário de evolução tecnológica, que facilitou o desenvolvimento de aplicativos e dos controles de segurança. “Julgou-se viável dar mais esse passo para permitir a abertura [de contas] a pessoas jurídicas. Todas as regras de segurança, prevenção à lavagem de dinheiro, de controle, de identificação do titular continuam valendo”, declarou.

Segundo Pereira, a mudança vai melhorar a concorrência entre os bancos, ao permitir a instituições financeiras com menos agências oferecer a abertura de contas a todos os públicos. “Esperamos impacto positivo na medida em que [a novidade] facilita o acesso a empresas menores. Isso pode estimular a concorrência entre as instituições”, explicou.

A autorização para a abertura por meio eletrônico por empresas vale para as contas normais de depósito, que oferecem livre movimentação, talão de cheques e operações de crédito (como cheque especial) e de investimentos. As contas eletrônicas, que isentam o cliente de tarifas caso seja movimentada exclusivamente pela internet, por caixas eletrônicos e pelo celular, continuam a valer somente para pessoas físicas.

As contas de pagamento (também chamadas de pré-pagas), que não permitem a utilização de cheque especial, apenas a retirada de recursos previamente depositados, estão disponíveis tanto a pessoas físicas como a pessoas jurídicas.

Leasing

Uma das modalidades mais antigas de financiamento, o arrendamento mercantil, também conhecido como leasing, ganhará uma classificação. O CMN separou essas operações em duas modalidades: arrendamento financeiro e operacional.

De acordo com o BC, a classificação tem como objetivo adequar o sistema aos padrões internacionais mais recentes. Operação semelhante a um aluguel e usada para máquinas e equipamentos, o leasing permite ao arrendatário optar, ao final do contrato, por renovar a operação ou comprar o bem arrendado.

Com a classificação, o leasing passará a ser dividido em operacional, em que a operação não abrange a maior parte da vida útil do bem, permitindo a troca por um modelo mais atualizado. Segundo o BC, esse tipo de arrendamento costuma ser aplicado a computadores de empresas, que são alugados e periodicamente são renovados. No leasing financeiro, o contrato se estende por praticamente toda a vida útil do bem, que costuma ser adquirido pelo usuário no fim do financiamento, aproximando-o de uma operação de crédito.

Fonte: Agência Brasil

30/11/2018



Governo paulista autoriza contribuintes parcelar débitos de ICMS-ST gerados até 30 de setembro de 2018.

A novidade veio com a publicação da Resolução Conjunta SF/PGE nº 3/2018, publicada no dia 24 deste mês no DOE-SP, dispõe sobre o parcelamento de débitos fiscais relacionados com o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS devido a título de sujeição passiva por substituição tributária.

De acordo com a Resolução Conjunta SF/PGE nº 3/2018 os débitos fiscais relacionados com o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS devido a título de sujeição passiva por substituição tributária, cujos fatos geradores tenham ocorrido até 30.09.2018, constituídos ou não, inscritos ou não em dívida ativa, ajuizados ou não, poderão ser recolhidos, excepcionalmente, em até 60 (sessenta) parcelas mensais.

O ICMS devido a título de Substituição Tributária não possui parcelamento ordinário, este é um parcelamento excepcional, isto porque o prazo de adesão vai até o final de maio de 2019 (Vide § 3º da Resolução Conjunta SF/PGE nº 1/2018).

Débitos contemplados

Poderão ser parcelados débitos fiscais relacionados com o ICMS devido por substituição tributária:

1. declarados pelo contribuinte e não pagos;

2. exigidos por meio de Auto de Infração e Imposição de Multa – AIIM;

3. decorrentes de procedimento de autor regularização no âmbito do programa “Nos Conformes”, instituído pela Lei Complementar 1.320, de 06.04.2018.
Débito fiscal

Para fins do disposto na resolução (§ 4º do Art. 1º):

Considera-se débito fiscal a soma do imposto, das multas e demais acréscimos, calculados até a data do deferimento do pedido de parcelamento, ressalvado o disposto no § 1º do artigo 528 do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto 45.490/2000.

Pedido de Parcelamento

O pedido de parcelamento, nos termos desta resolução, de débitos fiscais não inscritos em dívida ativa, deverá ser efetuado:

I. por meio do Posto Fiscal Eletrônico – PFE, quando a soma dos valores originais dos débitos fiscais declarados for igual ou inferior a R$ 50.000.000,00;

II. mediante preenchimento do formulário, modelo 1 ou 2, o qual deverá ser protocolizado no Posto Fiscal de vinculação do contribuinte, nas demais hipóteses.

Tratando-se de débitos inscritos em dívida ativa, ajuizados ou não, o pedido de parcelamento deverá ser efetuado pelo representante legal do contribuinte, pelo endereço eletrônico.

Prazo de adesão

O prazo para adesão ao parcelamento autorizado pela Resolução Conjunta SF/PGE nº 3/2018, vence em 31 de maio de 2019.

Valor de cada parcela

O valor de cada parcela será obtido:

I. para parcelamentos em até 20 (vinte) parcelas mensais, mediante a divisão do valor do débito fiscal a ser parcelado pelo número de parcelas.

II. para parcelamentos em até 60 (sessenta) parcelas mensais:

a) quanto à primeira parcela, mediante a aplicação do percentual de 5% ao valor do débito a ser parcelado;

b) quanto às demais parcelas, mediante a divisão do valor do débito remanescente pelo número de parcelas restantes.

Mas o valor de cada parcela será de no mínimo R$ 500,00 (quinhentos reais).

Serão acrescidos ao valor de cada parcela, por ocasião de seu recolhimento, juros, não capitalizáveis, equivalentes:

1. à taxa referencial do Sistema de Liquidação e de custódia – SELIC, acumulada mensalmente, calculados a partir do mês subsequente ao do deferimento do pedido de parcelamento até o mês anterior ao do recolhimento da parcela;

2. a 1%, relativamente ao mês em que ocorrer o recolhimento da parcela.

Na hipótese de parcelamento em que tenham sido incluídos débitos fiscais constantes em mais de uma Certidão de Dívida Ativa, deverá ser observado o valor mínimo da parcela para cada uma das certidões.

Assim, se o parcelamento for realizado em mais de 20 parcelas, o valor da primeira será de 5% do valor do débito.

Qual é a implicação de possuir débito de ICMS Substituição Tributária?

Ainda que este parcelamento não tenha previsão de redução de multa e juros, é uma grande oportunidade para o contribuinte regularizar a sua situação e evitar responder criminalmente pela dívida.

O valor do ICMS devido a título de substituição tributária, assim como o IPI, é cobrado à parte no documento fiscal do destinatário da mercadoria. Portanto, o responsável tributário (substituto) deve repassar o valor do ICMS-ST aos cofres do Estado no prazo regulamentar, sob pena de incorrer no crime de apropriação indébita (Vide Art. 3º da Portaria CAT 04/2008).

Fonte: Siga o Fisco / Contábeis

30/11/2018



Muitos profissionais ainda possuem o entendimento que a divisão de opção tributária, em Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real pode ser classificada direta e simplesmente pelo porte da empresa, respectivamente em pequeno, médio e grande porte. Ora, não podemos realizar esta classificação de forma simplista deixando detalhes tão cruciais como o produto ou serviço comercializado, o tratamento tributário a partir do código NCM, canal de venda (consumidor final ou revenda) e eventuais benefícios fiscais que possam existir e aplicar.

Orienta-se realizar estudo tributário para que cada pessoa jurídica tenha a certeza que está enquadrada na opção tributária que mais a beneficia, com a menor carga tributária aplicada a sua atividade.

Um dos pontos iniciais e fundamentais no estudo tributário é ter posse da informação de qual regime tributário a pessoa jurídica poderá optar. Isto pode ser obtido a partir dos dados de seu faturamento, atividades desenvolvidas (principais, secundárias e inclusive as não habituais), a forma que seu quadro societário está constituído, eventuais investimentos em outras empresas, participações ou bens no exterior.

Com posse destes dados pode-se então realizar os cálculos necessários para entender qual o montante de impostos e contribuições que serão desembolsados em cada um dos regimes. Outro dado necessário é a projeção de faturamento para o ano que se realiza este estudo. Podem ser utilizados faturamentos do ano imediatamente anterior para demonstrar a diferença de apuração dos tributos, mas sem ignorar o fato que a empresa analisada pode possuir uma projeção de faturamento superior ao ano imediatamente anterior.

O cenário de uma empresa pode alterar em períodos considerados de curto prazo, então o ideal é haver estudos com a finalidade de obter a informação do melhor regime tributário, ao final de cada ano-calendário para iniciar o próximo ano no regime tributário mais benéfico.

Fonte: Contábeis

30/11/2018



Quando uma empresa cria uma página nas redes sociais, pressupõe-se que tenha o objetivo principal de manter um canal aberto e direto com o cliente. Por se tratar de uma excelente ferramenta para medir a relevância de sua empresa na sociedade, as redes sociais servem como termômetro para você entender o que o seu cliente pensa e deseja da sua marca, se o seu produto está ou não agradando.

A maioria dos comentários ou mensagens deve ser usada para facilitar o entendimento e atendimento ao cliente. Se esse canal, for bem trabalhado, rapidamente vai fidelizar e captar novos clientes, mas isso só vai acontecer se a empresa aprender a ouvir e entender o desejo do público.

Como conquistar fãs?

Estar nas redes sociais não significa somente abrir uma conta. É preciso que haja interação com os fãs por meio da produção de um conteúdo de qualidade e de interesse do seguidor, sem nunca deixar de lado um bom trabalho de relacionamento com o consumidor. Usuários que recebem atenção e uma “prestação de serviços” certamente irão se tornar fãs da sua marca e vão influenciar positivamente outras pessoas, tornando-se porta-vozes do seu negócio, além de transformar a sua marca em referência para assuntos do seu setor.

De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas, o Brasil tem mais smartphones ativos do que pessoas, são 220 milhões de celulares em funcionamento no país contra 207,6 milhões de habitantes (dados do IBGE). Por esses dados, podemos concluir que com o uso dos dispositivos móveis, como smartphones e tablets, cada vez mais difundidos, as empresas têm em mãos um vasto campo para explorar e as redes sociais é o campo escolhido para se jogar essa partida. Entre as cinco principais redes sociais do mundo estão o Facebook com mais de 2 milhões de inscritos, seguido pelo YouTube e WhatsApp com 1,5 milhão cada, Facebook Messenger com 1,3 milhão e o Instagram com Um Milhão de usuários. Trata-se de um imenso universo para fidelizar e conquistar novos fãs. Estar presente nas redes sociais é estar a um click do cliente.

Em comunicação digital é preciso se aproximar dos seguidores, entender o que eles querem e oferecer isso. Mas é preciso ter em mente que esse não é um trabalho fácil, que não é qualquer pessoa que pode cuidar da imagem da sua marca ou produto nas redes sociais. Por ser um trabalho que exige atenção, dedicação, seleção criteriosa dos materiais que serão publicados e da linguagem que será empregada, a pessoa responsável por sua rede social também deve ser capacitada para desenvolver essa atividade.

Existem inúmeros meios e estratégias de marketing para atingir o seu público alvo. Uma página desatualizada, com um conteúdo ruim ou com erros de língua portuguesa, por exemplo, irá depor contra a imagem da sua marca. Um cliente que não recebe um feedback rápido e apropriado não se sentirá acolhido e irá procurar uma outra empresa que o satisfaça ou o atenda de maneira eficaz.

Oferecer um conteúdo de valor, informativo, relevante e útil, fazer uso das ferramentas de anúncio das próprias redes sociais, ter o apoio de clientes antigos por meio de depoimentos, criar ofertas específicas para os seus seguidores, ter planejamento, periodicidade e sistemática; apostar em parcerias com blogueiros ou produtores de eventos, atender imediatamente ao consumidor - tanto aquele que está satisfeito, mas principalmente aquele que demonstra qualquer insatisfação -, são ações que podem ser cruciais para fidelizar ou perder vários clientes em potencial.

Criar uma presença digital de qualidade pode parecer simples, mas o ideal é consultar um profissional ou agência que tenha qualificação. A ideia é engajar o público ao ponto de ele fazer propaganda gratuita para a sua empresa. Isso só irá acontecer com um trabalho bem alinhado aos objetivos a serem alcançados, e com o emprego de métricas e estatísticas para mídias sociais. Em um mundo altamente conectado, usar as mídias sociais para ficar próximo ao público é fundamental para qualquer negócio.

Fonte: Administradores

23/11/2018



A Receita Federal disponibilizou, no Portal da Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), uma consulta à base Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) que pode ser parametrizada por nome empresarial, nome fantasia, UF e situação cadastral.

Para utilizar o serviço basta acessar o Portal da Redesim, no endereço www.redesim.gov.br, e realizar o login na área do usuário. Caso a pessoa ainda não possua uma conta na área do usuário da Redesim, é só realizar o cadastro online. É bem simples.

Esse é só o primeiro serviço oferecido. Novas funcionalidades que facilitarão a vida do cidadão empreendedor já estão programadas e serão ofertadas em breve. Não deixe de acompanhar. A Receita Federal seguirá contribuindo para a melhoria do ambiente de negócios e da competitividade do País.

Um dos objetivos de Resultado do Mapa Estratégico 2016-2019 da Receita Federal é “Contribuir para a melhoria do ambiente de negócios e da competitividade do País”.

Hoje, quase metade dos processos de abertura de pessoa jurídica no Brasil são concluídos em até três dias, para negócios considerados de baixo risco. A Receita Federal, em articulação com diversos outros órgãos que compõe a Redesim, tem implementado sistemas que estão favorecendo a diminuição do tempo de abertura dessas pessoas jurídicas.

A Receita Federal, em seu papel de Integrador Nacional desta grande Rede, desenvolveu um sistema que monitora os tempos do processo de constituição das pessoas jurídicas, denominado Portal de Gestão e Monitoramento da Redesim, além de ser possível discriminar por atividades econômicas e por períodos diversos, a partir de janeiro de 2017.

A aferição do perfil de tempo para abertura das pessoas jurídicas no Brasil, em setembro e outubro de 2018 foi o seguinte:

• 48% das pessoas jurídicas são constituídas em até 3 dias;
• 22% das pessoas jurídicas são constituídas entre 3 e 5 dias;
• 11% das pessoas jurídicas são constituídas entre 5 e 7 dias;
• 19% das pessoas jurídicas são constituídas em mais de 7 dias.

Fonte: Portal de Gestão e Monitoramento da Redesim: (acesso em 12/nov/2018)
O objetivo é que o processo de abertura de pessoas jurídicas para baixo risco fique em até 3 dias. Nessa situação, são duas etapas para completar o processo:

Etapa de Viabilidade – momento em que o empresário especula, junto à Prefeitura do Município, se seu empreendimento pode ser realizado naquele endereço com as atividades econômicas pretendidas e, também, se o nome escolhido para a futura empresa pode ser utilizado.

Etapa de Registro e Inscrições Tributárias – após a aprovação da Viabilidade do seu negócio o empresário preenche os demais dados necessários à constituição da empresa, recolhe taxas para o registro e obtém os números constitutivos da empresa: CNPJ, Registro e demais inscrições tributárias do Estado e do Município se estes estiverem integrados ao processo.

Recentemente o Doing Business divulgou seu relatório anual e o índice apontado para abertura de empresas no Brasil foi de 20,5 dias. Essa percepção tende a diminuir ainda mais na medida em que os produtos previstos pela Redesim venham a ser entregues.

Fonte: Receita Federal

23/11/2018



Foi publicada, no Diário Oficial da União de hoje, a Portaria RFB nº 1.788, de 2018, que trata de disponibilização de dados no âmbito da administração pública federal envolvendo a tecnologia blockchain.

O compartilhamento dos dados cadastrais, como a base no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), é uma obrigação das administrações tributárias prevista no art. 37, inciso XXII, da Constituição Federal de 1988.

Além da utilização nas administrações tributárias, o cadastro CPF é o número de identificação de fato utilizado no Brasil, existindo mais de 800 convênios de troca de informações celebrados entre a Receita Federal e diversas entidades de todos os poderes e esferas.

O desenvolvimento de mecanismos seguros e eficientes para realizar o compartilhamento dessa base cadastral é um desafio constante da Receita Federal, que busca balancear a rastreabilidade dos dados com a maior facilidade no acesso aos dados pelas entidades autorizadas.

A tecnologia blockchain, que tem como principal característica disponibilizar um conjunto de dados, de maneira distribuída, imutável, e com claro rastreamento de qual partícipe fez qual alteração nos dados, se mostra bastante interessante para ambiente onde a confiança é indispensável.

Assim, a Receita Federal disponibiliza agora o bCPF, o blockchain do Cadastro de Pessoas Físicas. Uma solução G2G (Government to Government – Governo para Governo) que busca simplificar o processo de disponibilização da base CPF, com mecanismos seguros, integrados e eficientes.

A implementação da Receita Federal utiliza a tecnologia Blockchain, em uma abordagem de rede permissionada em que apenas as entidades autorizadas participarão da rede. Toda a tecnologia está baseada em software livre de código fonte aberto e auditável.

Além da própria blockchain, a solução bCPF também prevê smart contracts (contratos inteligentes), que se utiliza da tecnologia blockchain para prever funcionalidades e controles adicionais que tornam o bCPF seguro e possível.

A solução, desenvolvida em parceria com a Dataprev, já está em piloto com o Conselho de Justiça Federal (CJF), e se prevê um máximo de 6 meses para migração completa dos convênios de troca de informações.

Olhando-se para o futuro, no modelo blockchain da Receita Federal são três os tipos de participação: (i) a participação apenas para consumo dos dados, (ii) a participação para contribuição sobre um campo do dado e (iii) a participação para alteração do dado, esta última a ser realizada pela entidade com as prerrogativas legais para esta ação prevista em smart contracts. Tais modelos permitirão a implementação não só do bCPF, mas de futuras soluções a serem disponibilizadas pela RFB, tanto para Governo, quanto para toda a sociedade.

A nova norma altera a Portaria RFB nº 1.639, de 22 de novembro de 2016, que estabelece procedimentos para disponibilização de dados de que trata o Decreto nº 8.789, de 29 de junho de 2016.

Fonte: Receita Federal

23/11/2018



Quando você gerencia uma PME, você não quer implantar soluções complicadas. Com uma pequena equipe de marketing já sobrecarregada com diversas tarefas, não há recursos e tempo para aprender e testar novas opções extravagantes. Você precisa de algo que seja simples, eficaz e mensurável.

É por isso que indicamos a adoção de uma plataforma de Automação de Marketing para PMEs. O sistema irá automatizar todas as tarefas repetitivas e tediosas, deixando tempo para sua equipe focar em ações estratégicas e construir relacionamentos.

A Automação de Marketing não é mais uma opção voltada só para grandes empresas. Pelo contrário, o mercado de PMEs é um dos mercados de crescimento mais dinâmico. A Operação de Marketing pode ajudá-lo a escolher implantar e operar uma solução adequada ao perfil de sua empresa.

Nenhuma empresa é pequena demais para tirar proveito da automação de marketing. Na verdade, as pequenas empresas são ideais para automação de marketing devido à sua necessidade de fazer mais com menos, de serem eficientes e construir processos de negócios repetitivos. Além disso, as pequenas empresas muitas vezes têm um caminho mais fácil para a implantação do que seus rivais maiores. Tamanho adiciona complexidade. Quanto maior o número de pessoas, maior é a complexidade. Treinamento e planejamento são fundamentais, independentemente do tamanho da organização.

Processos existentes serão avaliados e otimizados. As pequenas empresas são mais ágeis para absorver os impactos no tranco. No fim das contas, é menos sobre o tamanho da sua empresa e muito mais sobre a composição de sua equipe de marketing.

Por que implantar Automação de Marketing?

  • Ganhos de economia de escala e produtividade na realização de tarefas repetitivas (criação de landing pages, newsletters, disparo de campanhas, gerenciamento de leads), minimizando operações redundantes;

  • Eficácia nos processos de Marketing – maior conversão, mais rapidez e prontidão e mais controle sobre os resultados com métricas concretas;

  • Área de marketing mais ágil e flexível, podendo reagir mais rápido às mudanças do mercado;

  • Nutrição dos seus leads de forma adequada, contatando as pessoas certas na hora certa;

  • Qualificação de leads – capacidade de criar diversos clusters comportamentais e disparar ações que geram mais engajamento e conversão com menos esforço;

  • Facilidade de identificar e otimizar processos existentes (geração de leads e gerenciamento da comunicação através de diversos canais);

  • Segmentação e gerenciamento adequado de prospects e clientes;

  • Campanhas mais focadas e relevantes;

  • Aumento do faturamento através de maiores taxas de conversão em vendas;

  • Rastreamento de leads, análise de resultados e mensuração do retorno do investimento em marketing;

  • Comprovação de ROI: Quando integrado a um sistema de CRM. Fechamento do ciclo de todo o processo, desde o primeiro clique do lead até a compra, sincronizando os dados entre Marketing, Vendas e Atendimento ao Cliente, permitindo mensurar o ciclo de vendas completo.


Alguns estudos indicam que as PMEs precisam de automação de marketing principalmente para gerenciamento de contatos (74%), e-mail marketing (55%) e campanhas de gotejamento (43%).

A Automação de Marketing é uma grande ferramenta para PMEs, embora tomar a decisão e escolher a plataforma possa parecer assustadora. Mas com tantas opções disponíveis, pergunte-se "O que a Automação de Marketing deve melhorar em nossa empresa? O que exatamente precisamos? ".

Utilizar um Sistema de Automação de Marketing não é apenas automatizar o Marketing, mas sim repensar o Marketing (processos, tecnologia, pessoas e conteúdo). É dar a oportunidade de comprovar o seu devido valor para o negócio e aproveitar o que essas ferramentas oferecem.

Fonte: Administradores

23/11/2018



Não importa qual seja a atuação da sua empresa nem o tamanho dela. Certamente você deve estar jogando dinheiro fora de alguma maneira. É muito comum encontrar empresas que não se dão conta dos gastos desnecessários e prolongam essa situação por anos. Pode até não ser um valor muito expressivo, mas por que não cortar gastos que, na verdade, são dispensáveis? A longo prazo, esses valores podem somar grandes quantias que poderiam ter sido investidas, em vez de desperdiçadas.

Mas, como identificar esses gastos desnecessários? Essa, de fato, não é uma tarefa fácil. Porque muitas vezes eles estão bem ocultos. É preciso vasculhar a fundo para descobrir os desperdícios e as contas supérfluas. Levantamos algumas maneiras que podem te ajudar nisso. Vem ver.

Como encontrar e cortar gastos desnecessários da sua empresa?

1. Faça um mapeamento dos processos

Para te ajudar a vasculhar os problemas da sua empresa, é preciso fazer todo um mapeamento das atividades. Ao analisar os processos internos do seu negócio, com certeza você vai se deparar com algum gasto que pode ser cortado.

Por exemplo, será que a sua empresa não está pagando por dois sistemas de gestão para fazer processos diferentes, enquanto poderia trocar por um mais eficiente que envolva todos os processos e, consequentemente, pagar menos por isso? Portanto, observe detalhadamente cada processo da sua empresa e busque por essas falhas imediatamente.

2. Analise o fluxo de caixa

Para cortar gastos na sua empresa, sem, é claro, diminuir a qualidade dos seus produtos ou serviços, você precisa analisar o fluxo de caixa. Ao avaliar um histórico de receitas e gastos do negócio, fica mais fácil identificar eventuais aumentos de custos. Eles podem estar no aumento de preços dos insumos, no crescimento de gastos logísticos, entre outros.

3. Verifique os contratos

Cortar gastos também passa por analisar os contratos com fornecedores. Por exemplo, pode acontecer de você ter fechado uma parceria com um fornecedor meses atrás que era super vantajosa, mas as condições mudaram e você não se atentou.

Por isso, é importantíssimo que você reveja todos os contratos da empresa, pesquise preços e observe se eles estão mesmo dentro do que é melhor para o seu negócio. Estude se existe a possibilidade até mesmo de você internalizar alguma área que é terceirizada, desde que isso seja interessante para a empresa e reduza custos.

4. Controle o estoque

O controle de estoque da sua empresa é fundamental se o seu objetivo é cortar gastos. Matérias-primas e mercadorias de baixa rotatividade diminuem o capital de giro do seu negócio.

Por isso, você precisa ter um processo efetivo de controle de estoque, que defina datas e cálculos precisos do que é necessário ser comprado de cada item. Além disso, adotar medidas simples, como dispor novos produtos no fundo das prateleiras para que os que estão próximos à data de vencimento saiam primeiro, já evita perdas e reduz custos.

5. Invista em tecnologia

Para encontrar e cortar gastos desnecessários da sua empresa, você precisa sempre avaliar as ferramentas utilizadas no seu negócio, verificando a relação entre custo e benefício. Muitas vezes, vale mais a pena investir em equipamentos modernos do que gastar com manutenção e consertos. O alto custo inicial logo é pago, considerando o aumento da produtividade e a diminuição de gastos com o equipamento anterior.

O mesmo vale para a gestão da sua empresa. Não adianta contar com um sistema que não atende às suas necessidades ou até mesmo sequer usar um sistema. Empresas mais tradicionais costumam não confiar em automatização. Mas ela é essencial para evitar falhas. Por isso, conte com um ERP que realmente otimize a gestão da sua empresa.

Fonte: Administradores

14/11/2018



No mundo corporativo, é muito comum observarmos em aspirantes a líderes uma carência enorme quando se trata da capacidade de ouvir os colaboradores antes de se posicionar. Muitas vezes um executivo em uma posição de liderança toma decisões sem ao menos sequer ouvir seus subordinados, colegas ou seus clientes.

O primeiro passo para o sucesso de uma empresa é garantir que a equipe mantenha-se engajada e sinta-se parte da organização.

Para isso, ouvir a equipe é fundamental. Um líder eficiente deve estar próximo, evitando criar barreiras que atrapalhem o desempenho do grupo. A proximidade também ajuda a compreender o perfil de cada colaborador e entender quem se dará melhor com cada tipo de tarefa. Dessa forma, é possível chegar mais facilmente aos resultados.

Além de construir uma boa equipe de trabalho, um bom líder sabe mantê-la. E para isso é necessário lembrar que a posição hierárquica de uma empresa não é determinada apenas pelo cumprimento das metas estabelecidas. Aquele que está num cargo de liderança deve acima de tudo estabelecer parcerias com os colegas e trabalhar em conjunto, valorizando os colaboradores e preocupando-se com o seu bem-estar.

Saber ouvir, mais do que fazer com que outras pessoas criem empatia, faz com que um líder aprenda mais e, consequentemente, se desenvolva mais. Além de fortalecer relacionamentos e aumentar a capacidade de influência da liderança de uma equipe, saber ouvir também faz com que o ambiente de trabalho se torne mais saudável e esteja mais aberto à inovação.

É preciso também ter um canal aberto de comunicação. E isso, muitas vezes, é um grande desafio para todos aqueles que exercem o papel de liderança. Isso porque estão acostumados a serem incentivados a falar e serem muito comunicativos, mas vale lembrar que a arte da comunicação também envolve a escuta. Os que alcançam essa habilidade conquistam muitos benefícios.

Como já dizia um provérbio chinês: sábio é aquele que ouve, não aquele que fala. Portanto para aprimorar suas habilidades de liderança, pelo menos de vez em quando empregue esse simples exercício: "Shut up and listen!"

Fonte: Administradores

14/11/2018



O benefício na linha da desburocratização é que qualquer pessoa jurídica está dispensada da autenticação dos livros contábeis no registro civil ou comercial quando apresente escrituração contábil digital por meio do Sped.

Foi publicado, no Diário Oficial de 7/11, o Decreto nº 9.555, de 2018, que trata da autenticação de livros contábeis de pessoas jurídicas não sujeitas ao Registro do Comércio. Este ato complementa os avanços introduzidos pelo Decerto nº 8.683, de 25 de fevereiro de 2016, que passou a permitir a dispensa de autenticação dos livros contábeis no Registro do Comércio para as pessoas jurídicas que apresentem a escrituração contábil digital por meio do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped).

Agora todas as pessoas jurídicas, incluindo associações, fundações e demais entidades, empresariais ou não, estão alcançadas pela norma, permitindo a racionalização das obrigações e economia de recursos.

A comprovação da autenticação dos livros contábeis digitais se dá pelo recibo de entrega da escrituração contábil digital, emitido pelo Sped, dispensada qualquer outra forma de autenticação.

O Decreto também considera autenticados os livros contábeis transmitidos ao Sped até a data de publicação do Decreto, ainda que não analisados pelo órgão de registro, desde que apresentada a escrituração contábil digital correspondente.

Fonte: Secretaria da Receita Federal do Brasil

14/11/2018



A assinatura eletrônica confirma a autenticidade de documentos e declarações e é obrigatória para empresas que emitem nota fiscal eletrônica (NF-e). Isto significa que, se a lei prevê a obrigatoriedade da emissão da NF-e para o seu negócio, antes de tudo, você precisa de um Certificado Digital.

O Certificado Digital é um documento eletrônico que serve como uma carteira de identidade virtual para identificar e representar uma pessoa ou empresa na Internet. É útil nos casos em que seja extremamente necessário validar a identidade de um usuário, como em transações bancárias.

Para obter um Certificado Digital, o primeiro passo é escolher uma autoridade certificadora (AC), que funciona quase como um “cartório” digital. Há várias delas no mercado, todas subordinadas ao ICP-Brasil, serviço público criado em 2001, que monitora e regulamenta a emissão desses certificados no Brasil. O Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), uma autarquia vinculada à Casa Civil da Presidência da República, credencia e audita as ACs brasileiras.

Os Certificados Digitais mais populares são o e-CPF e o e-CNPJ que, como indicam em seus nomes, funcionam tal qual uma versão eletrônica do seu CPF e CNPJ, estando inclusive vinculado a estes documentos e identificando você perante à Receita Federal.

Com o e-CPF, você pode obter cópias de declarações do imposto de renda, simplificar o processo de recolhimento do FGTS ou realizar serviços cartoriais pela Internet. Já com o e-CNPJ, é possível assinar documentos digitais com validade jurídica, emitir notas fiscais eletrônicas ou realizar transações bancárias em meios eletrônicos.

Existe ainda o certificado social, necessário para acessar o Conectividade Social, braço online do serviço que serve como canal de relacionamento entre empresas e a Previdência. Há, ainda, certificados que garantem a segurança da empresa e do consumidor em transações de comércio eletrônico, fazendo surgir aquele ícone de cadeado nos navegadores.

O que é o Certificado Digital?

O Certificado Digital é uma assinatura com validade jurídica que garante as transações eletrônicas e outros serviços realizados pela internet. Essa assinatura permite que empresas e Pessoas Físicas sejam identificadas digitalmente de qualquer lugar do mundo, de forma inequívoca e segura.

Pode ser considerado como uma identidade virtual que contém os dados de uma Pessoa Física ou Pessoa Jurídica. Com ele é possível comprovar a identidade do autor de uma ação realizada na internet e validar essa transação. É ele que garante a proteção de todas as transações realizadas eletronicamente.

Possui o nome, um número público que é exclusivo (denominada chave pública) e outras informações que comprovam e identificam o seu dono para o sistema. As principais utilizações de certificado digital para empresas são:

• Assinar e enviar documentos através da internet;
• Assinar NFe, CTe e MDFe;
• Enviar declarações de Imposto de Renda para a Receita Federal;
• Logar-se em sites seguros;
• Realizar transações bancárias;
• Assinar escriturações fiscais e contábeis.

Todas as Pessoas Jurídicas estão obrigadas a utilizar certificado digital válido, para a apresentação de declarações e de demonstrativos de fatos geradores anteriores à Receita Federal, com exceção daquelas optantes pelo regime fiscal do Simples Nacional.

Uma das grandes vantagens do certificado digital é sua praticidade, pois basicamente é um arquivo digital e permite transações online.

Como funciona o Certificado Digital?

Para garantir a autenticidade e a preservação de dados e mensagens, o Certificado Digital usa uma chave de segurança pública criptografada que serve justamente para assegurar e confirmar a veracidade das informações de identificação que acompanham a certificação digital (pessoais ou jurídicas).

Além da tecnologia criptográfica, que impossibilita a alteração ou acesso indevido por terceiros, o proprietário do Certificado Digital possui a sua senha PIN, cadastrada no momento da emissão, que é utilizada para realizar a assinatura digital, e a senha PUK, que é uma chave para desbloqueio caso não se lembre da primeira senha.

Quais os três principais modelos?

e-CPF: É a versão digital do CPF, que permite realizar operações de Pessoa Física com validade jurídica pela internet. Também é possível transmitir demonstrativos para a Receita Federal e efetuar outros serviços em nome de uma empresa caso você a represente.

e-CNPJ: É a versão digital do CNPJ, que permite assinar digitalmente e transmitir dados de operações de Pessoa Jurídica, garantindo a integridade das informações. Está vinculado à Receita Federal e, por isso, deve ser emitido para o representante legal cadastrado neste órgão.

NF-e: É o certificado para emissão de notas fiscais, com várias opções de modelos, de acordo com a necessidade da sua empresa. Pode ser emitido para o funcionário que você desejar, não necessitando ser o representante na Receita Federal; basta ter uma procuração que o autorize.

Quais os cuidados com o Certificado Digital?

Para ter segurança no uso do Certificado Digital, é preciso observar alguns requisitos. O primeiro deles, claro, é ter certeza de recorrer a uma autoridade certificadora autorizada no padrão do ICP Brasil, que controla a emissão das chaves.

Em seguida, é preciso escolher o tipo de certificado que mais se adeque à sua necessidade, inclusive em relação ao tempo de validade. Fique atento ao vencimento, pois o Certificado Digital deve estar vigente para comprovar as operações realizadas em meio digital.

Perda do Certificado Digital

É comum ocorrer a perda do Certificado Digital. Mas, ao acontecer isso, é necessário revogá-lo imediatamente. Entre em contato com a autoridade certificadora responsável pela emissão do certificado e comunique a perda.

Dependendo da autoridade certificadora responsável pela emissão, é possível fazer a revogação do cartão pela internet.

Certificado Digital clonado

Há risco de uma pessoa com acesso às senhas ou tokens do certificado da empresa realizar contratos ou transações bancárias em nome do titular do certificado sem autorização.

Ou ainda, utilizar de forma indevida o certificado digital da empresa para fornecer informações inverídicas à órgãos tributários e cometer fraudes, gerando riscos e responsabilização da empresa e seus administradores.

A legislação brasileira estabelece que: declarações constantes dos documentos eletrônicos produzidos a partir de um certificado digital (ICP-Brasil) são tidos como verdadeiros em relação aos assinantes.

A empresa e seus administradores podem ter bastante dificuldade para se isentar das responsabilidades e obrigações decorrentes da utilização indevida de seu certificado digital.

A guarda do certificado digital e o que for assinado por ele é responsabilidade do titular conforme art. 10, § 1o, da Medida Provisória no 2.200-02, de 24/8/2001.

Neste caso, apesar de a empresa poder não conseguir se isentar da responsabilidade, ela ainda pode informar a autoridade certificadora que emitiu o certificado e revogá-lo.

Renovação do Certificado Digital

A renovação nada mais é que uma atualização do Certificado Digital por meio de uma nova emissão.

Os dados informados no Certificado Digital a ser renovado devem ser os mesmos ativos na Receita Federal do Brasil.

A recomendação é que a solicitação da renovação seja feita com 45 dias de antecedência. Caso a empresa queira aproveitar ao máximo os últimos dias de validade do Certificado Digital a ser renovado, é possível realizar todo o processo de renovação e emitir o novo Certificado Digital somente próximo à data de expiração.

Mesmo que o Certificado Digital esteja expirado, o titular deve iniciar o processo de renovação e informar que está expirado.

Esse processo depende da autoridade que emitiu o certificado, mas é interessante que seja o titular do certificado ou, no caso de uma empresa, um funcionário ou servidor. Além da própria autoridade certificadora responsável por sua emissão.

Fonte: Jornal Contábil / Medicon

14/11/2018



Você sabia que, segundo o Sebrae, 98,5% das empresas no Brasil são micro e pequenos negócios? E segundo o IBGE, de cada 10 negócios abertos no Brasil, 6 fecham antes de completar 5 anos? Pasmem, nos Estados Unidos, esse dado é ainda mais negativo, pois lá, 80% das empresas fecham antes de cinco anos de atividade.

Dados preocupantes e que muito têm a ver com as três personalidades que existem dentro de cada dono de um pequeno negócio. Um estudo da E-Myth Worldwide, publicado no livro O Mito Empreendedor, de Michael Gerber, chegou à conclusão que, uma das principais razões para que a maioria das empresas fecharem as portas, é a briga entre as personalidades existentes dentro do próprio dono do negócio.

Segundo Gerber, há três tipos de personalidades dentro de cada empresário que abre um negócio e que o atrito entre elas é o principal culpado para a falta de prosperidade. São elas:

1) Técnico: é aquele que sabe colocar a mão na massa, gosta de fazer, representa 70% do perfil do empreendedor novato. Caracteriza-se por viver o presente, desconfia de ideias ambiciosas, é focado na realização e, por isso, acha que ninguém realiza uma tarefa tão bem como ele. Desta forma, defende a bandeira: “Se quer bem feito, faça você mesmo”. Um erro muito comum do técnico é pensar, quando empregado, que vai abrir um negócio e continuar fazendo a mesma coisa, ganhando mais e com maior liberdade por não ter patrão.

2) Administrador: é o perfil pragmático, que adora planejar. Vive o passado, afinal, aprende com os erros para se organizar melhor a cada dia. É daquele tipo que primeiro precisa conhecer a casa para só depois pensar em morar nela. Geralmente representa 20% do perfil de empreendedores. Sua bandeira é: “Se ele não planejar as coisas, nada de bom vai acontecer”.

3) Empreendedor: é o perfil sonhador, aquele visionário catalisador da mudança e representa 10% do perfil empresarial. Caracteriza-se pela criatividade e sempre chega com ideias para inovar o negócio, quer transformar continuamente sonho em realidade. Vive no futuro, do tipo que termina de construir a casa e já pensa na próxima. Sua bandeira é: “Se não for ele, ninguém cria nada”.

Agora imagine o encontro dessas três pessoas na empresa: o perfil empreendedor já chega falando que tem uma brilhante ideia. O administrador então retruca: Ah, não, nem terminei de planejar a primeira ideia e você já aparece com outra, pode esperar para nos organizarmos direito. E enquanto os dois estão discutindo o técnico aproveita para sair de fininho e já começa a colocar a mão na massa.

E essa guerra mental e cotidiana na cabeça do empresário costuma ser fatal para o desenvolvimento do negócio. E sabe o que é o mais agravante? Quando ele percebe que não está dando conta e decide contratar alguém para ajudar, é comum escolher uma pessoa com o mesmo perfil do seu, afinal, uma personalidade semelhante à sua irá agradá-lo e o problema tende a persistir.

Então a dica para evitar este ciclo negativo é ter a consciência de que o pequeno empresário que deseja crescer vai precisar dos 3 perfis. Mas cabe a ele reconhecer o seu perfil mais saliente e valorizar e dar espaço para as outras 2 personalidades atuarem dentro de cada decisão, ou encontrar pessoas com perfis complementares, podendo ser um funcionário ou até um sócio.

É importante lembrar que grande é aquele que reconhece a grandeza do outro, ou seja, identificar, relevar e valorizar o perfil do outro e, a partir daí, trabalhar em harmonia para o bem do próprio negócio.

Além disso, é preciso saber treinar adequadamente as pessoas ao seu redor para poder delegar, pois, se a empresa depende de você para tudo, na verdade você estará atuando mais como empregado do que empresário.

Fonte: Sebrae

8/11/2018



O e-Social inova a sistemática do governo para obter as informações geradas pelo empregador em relação aos seus empregados para conectar de forma padronizada os dados previdenciários e trabalhistas. Tal modelo requer um fluxo disciplinado entre os processos, sistemas e pessoas nas organizações. Isso significa que cada operação dentro da organização que envolva o fato gerador de um trabalhador, como admissão, atestado de saúde ocupacional, alteração contratual, entre outros, até o seu desligamento, se transforma num evento (arquivo xml) a ser transmitido via webservice dentro de critérios e prazos legais.

Essa sistemática causou impactos em distintas óticas na implantação do modelo para a Hughes. Na ótica de processos, foram necessários alguns ajustes e adequações nos procedimentos de contratação e mais planejamento para o prazo do fechamento da folha de pagamento, além do saneamento de dados de todos os funcionários, até mesmo daqueles que ainda estão na fase de pré-admissão.

Na ótica da cultura, embora não tenha modificação na legislação trabalhista, o cenário mudou. O que antes era requerido mediante ação presencial por parte do Fisco nas empresas passa a ser online, com acompanhamento em tempo real.

O e-Social é uma plataforma eletrônica que visa a coletar informações de cunho trabalhista e previdenciário decorrentes da relação de trabalho entre a empresa e o trabalhador, com ou sem vínculo empregatício (como no caso dos Autônomos), criando uma base única e centralizadora desse conjunto de informações. Em outras palavras, o e-Social seria uma versão do Sistema Eletrônico de Processamento de Dados para Emissão de Documentos Fiscais (Sped) para a área trabalhista e previdenciária, englobando as informações acessórias enviadas por meio de declarações como Caged, Rais, GFIP e Dirf.

Para a empresa, a centralização das informações em um só lugar, muitas vezes eliminando documentos que acabavam sendo entregues em duplicidade, é uma forma de proporcionar mais agilidade à prestação de contas. É claro que, de início, o processo é um pouco mais trabalhoso, pois há necessidade de adaptação e alinhamento, mas a tendência é que a entrega das obrigações se torne mais simples.

Assim, para as empresas que ainda estão em fase pré-implantação do e-Social é importante considerar algumas dicas valiosas:

1º. LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES (DIAGNÓSTICO)

Esse deve ser o primeiro passo da empresa: o levantamento do fluxo de informações, do grau de conformidade em relação à legislação e planejar os próximos passos. Essa é uma etapa importante para determinar os recursos necessários para a etapa seguinte e, por isso, decisiva.

2º. FASE DE TESTES NO NOVO AMBIENTE

Considere um período de testes para se adaptar à ferramenta. É de extrema importância também revisar os eventos/rubricas relacionados à folha de pagamento e aos dados do empregador antes de submeter as informações ao governo.

3º. ORGANIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DOS FUNCIONÁRIOS

Esse é um dos itens que certamente demandam tempo e muito trabalho, pois constitui a inclusão no sistema de todos os dados dos funcionários. O cadastro pede uma série de informações que, em alguns casos, as empresas ainda não possuem – ou as têm, mas estão desatualizadas como por exemplo, endereço, formação acadêmica, estado civil etc.

Para isso esteja preparado com uma força-tarefa com toda a base cadastral de sua empresa, a fim de listar todos os funcionários que apresentem alguma inconformidade e solicite que eles procurem órgãos como Receita Federal e Caixa Econômica Federal, entre outros. Esse é um dos processos mais morosos, pois depende de acertos de agendas entre funcionários e gestores. Esteja preparado para organizar essas informações.

4º. SEU SOFTWARE É COMPATÍVEL?

É de suma importância verificar isso com antecedência. Verifique se o software utilizado para a folha de pagamento "conversa" diretamente com a plataforma do e-Social, de maneira que as informações sejam enviadas automaticamente.

Na Diagrama Accounting já estamos aptos e atendendo a todas as demandas do e-Social.

Fonte: Administradores

8/11/2018



Na próxima segunda-feira, 12 de novembro de 2018, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) terá um novo modelo.

Destacamos:

– Não houve alteração do código de barras do DAS, mas apenas dos elementos visuais. Desta forma, o procedimento para pagamento continuará o mesmo.
– Uma vez que o novo modelo trará informações de forma mais detalhada, dependendo da composição do DAS, este poderá ter mais de uma página. Neste caso, o contribuinte poderá imprimir somente a primeira página, onde consta o código de barras, para efetuar o pagamento.

Novo modelo:




Fonte: Contadores

8/11/2018



A garantia de bons resultados tem sido cada vez mais ligada, por muitos analistas, a redução de custos, principalmente, em épocas de crise econômica. Assim, além de diminuir os gastos, a margem de lucro tende a aumentar e, consequentemente, a competitividade.

Ao mesmo tempo que se reduz é possível investir. Isso porque, com uma estratégia bem planejada e definida, os investimentos são direcionados para ações que realmente vão alavancar os negócios.

Mas, como reduzir custos sem causar impactos negativos? Algumas estratégias podem ser mais simples do que você imagina. Sendo assim, elas podem melhorar os processos e serem aplicadas de maneira rápida e constante. Confira!

1. Incentive novos hábitos

Pode parecer algo repetitivo, mas ainda existem empresas que não fazem! Então, chegou a hora de espalhar incentivos para hábitos sustentáveis pela sua empresa. Uma forma de colaborar com a natureza, evitando gastos exagerados de eletricidade e água, por exemplo.

Além disso, sua marca pode ganhar o reconhecimento pelas atitudes positivas. Não é à toa que simples plaquinhas de "apague a luz" e/ou "verifique se as torneiras estão bem fechadas" incentivam bons hábitos e têm alto retorno, criando, consequentemente, uma cultura de desperdício zero.

A adoção de práticas sustentáveis fortalecem a imagem da marca e não precisam necessariamente de grandes investimentos. Trocar os copos de plástico por canecas, alertar sobre o uso consciente da impressora e de papel, trabalhar com fornecedores próximos da sua região — evitando alto gasto com combustível —, são maneiras de diminuir custos e cuidar do meio ambiente.

No mesmo contexto dos bons hábitos, o preço da energia elétrica é uma das "vilãs" na soma dos custos de uma empresa. O uso indiscriminado de eletricidade pode aumentar e muito nas despesas.

Por isso, aproveitar o máximo da luz solar com janelas e portas abertas, manter as lâmpadas apagadas quando não tiver ninguém no ambiente são atitudes simples que afetam positivamente nas contas. O ar condicionado, por exemplo, pode ser usado com moderação, sendo desligado sempre que for possível manter janelas abertas e que a temperatura estiver amena.

Durante a noite e no período de almoço, se possível, desligue os aparelhos elétricos, evitando o standby, pois eles continuam consumindo energia nesse modo. Com essas atitudes, você troca o ar no ambiente deixando-o mais confortável e natural e ainda economiza na conta de luz.

2. Avalie seus fornecedores

O pleno funcionamento de uma empresa também depende de seus fornecedores, entretanto, os custos dessas parcerias podem ser elevados, portanto, é preciso pensar em maneiras de reduzi-los sem perder a qualidade e a confiança dos clientes.

As pesquisas de mercado em relação aos fornecedores devem ser constantes e a empresa deve ser aberta a experimentar novos caminhos, quando necessário, sempre pensando nos benefícios financeiros de uma possível fixação de serviços e/ou produtos combinados, ou seja, entregues por um mesmo fornecedor.

É comum gestores que acreditem que este é um custo imutável, mas os fornecedores precisam ser avaliados e comparados de tempos em tempos, pois não compensa insistir em uma parceria que não esteja dando o retorno suficiente.

3. Cuide de seus colaboradores

Envolver os funcionários é inevitável, porém, diferentemente do que muitos gestores pensam, os cortes não precisam (e não devem) ser a única e primeira opção. Até porque uma demissão ou contratação tem gastos envolvidos que podem ser evitados.

Antes de contratar verifique se realmente é necessário alguém para aquela vaga no momento. Da mesma maneira, antes de demitir, analise as possibilidades de realocar o funcionário ou capacitá-lo para a vaga que ocupa.

A conscientização dos colaboradores quanto a situação da empresa pode levá-los a vestir a camisa. Busque reforçar a importância deles para o bom andamento do negócio e sempre que possível deixe-os participar de decisões em relação ao planejamento de metas.

A terceirização e a contratação de autônomos também pode ser uma alternativa para demandas específicas, que não fazem parte das atividades rotineiras da empresa. Lembrando que cada caso deve ser analisado e avaliado de acordo com as necessidades do seu negócio.

4. Aposte na gestão estratégica de resultados, custos e preços

Nem sempre é barato ser criativo e economizar ao mesmo tempo, por isso, a equipe toda precisa estar unida na hora de inovar e aplicar processos de redução de custos nas empresas. Uma cultura de economia é essencial para incentivar a participação, já que assim os colaboradores podem compartilhar e desenvolver suas ideias.

Para manter a lucratividade de um negócio deve ser realizada uma análise criteriosa, para que a redução não cause impactos negativos. Uma consultoria em finanças focada nos resultados é importante para chegar a resultados positivos, ou seja, é um investimento que trará retornos e, consequentemente, diminuirá as despesas.

Mesmo sendo simples, essas maneiras de redução de custos garante o crescimento do seu negócio de maneira inovadora e sustentável. Com o tempo, o poder de compra aumenta e novos investimentos podem acontecer. Além disso, a redução de custos nas empresas bem planejada é um jeito eficaz de evitar surpresas e problemas no futuro.

5. Melhoria de processos

As empresas em sua grande maioria têm processos operacionais com grandes gargalos, e isso acaba gerando custos, em algumas vezes, enormes para as empresas. E o primeiro passo para se otimizar um processo adequadamente é o mapeamento dos mesmos.

O detalhamento passo-a-passo de como a operação ocorre na empresa é fundamental para o início do mapeamento. E logo após o que deve ser feito é inserir as atividades dentro de um software.

Atualmente há dezenas de softwares, alguns até gratuitos, desenvolvidos para usuários que mesmo sem conhecimento possam mapear os processos de forma clara e objetiva. E logo depois da identificação do gargalo é hora de resolver os gargalos e otimizar os processos.

Enfim, o que achou das nossas dicas? Algumas são mais fáceis de implementar e outras mais complexas.

E o que deve ficar claro que esse é um processo de longo de implantar a cultura da redução de custos na empresa. Com o objetivo sempre constante de redução de custos sem impactar na qualidade dos seus produtos ou serviços, e que pelo contrário podem aumentar a satisfação dos clientes. Afinal de contas a gestão de custos é a escolha dos melhores benefícios a serem adotados na gestão da sua empresa.

Fonte: Contadores

8/11/2018



É a base que sustenta os casamentos mais felizes e um fator que constrói os melhores times. É o elemento chave para qualquer tipo de relacionamento. Mas como se faz para ganhar a confiança de uma pessoa? Em artigo publicado na Harvard Business Review, Paul J. Zak, professor de economia, psicologia e gestão na Claremont Graduate University, tenta responder essa questão. Há dez anos, ele mede a atividade do cérebro de profissionais do mercado de trabalho para entender "como a cultura da empresa afeta o desempenho de seus funcionários".

O professor analisa que há alguns sinais neurológicos que indicam quando nós devemos confiar em alguém. Da mesma forma que o cérebro de um roedor libera uma substância chamada oxitocina quando ele julga que pode se aproximar de outro animal, Paul J. Zak acredita que ocorre algo similar com os seres humanos.

Através de diversos experimentos, Zak e sua equipe descobriram que a quantidade de oxitocina que o cérebro de uma pessoa produz indica o quão confiável ela é. Além do mais, quando as pessoas recebem uma quantidade sintética de oxitocina (como spray nasal), o nível de confiança aumenta. Os pesquisadores passaram anos estudando o que inibia ou liberava a oxitocina. Acabaram por identificar oito fatores – e que, indiretamente, aumentam os níveis de confiança de uma pessoa no ambiente de trabalho.

1. Reconheça o trabalho das pessoas

Segundo os dados obtidos pelos pesquisadores, reconhecimento tem um grande efeito na confiança – principalmente se vem logo após um objetivo alcançado ou uma meta atingida. É preciso que esse reconhecimento venha diretamente dos colegas, gestor, chefe – aqueles que trabalham juntamente com você – e seja tangível, inesperado e público. Aliás, reconhecimento público, segundo Paul J. Zak, é um grande estímulo para melhorar a qualidade do trabalho e aumentar o desempenho.

2. Forneça um desafio

Quando um gestor atribui um desafio a sua equipe – mas que se trata de uma tarefa capaz de ser realizada – as pessoas passam por um moderado estresse. Este, por sua vez, desencadeia a liberação de substâncias, como oxitocina e adrenocorticotropina – o que intensifica o foco dos profissionais e a força de suas conexões sociais, explica Zak. "Quando membros da equipe precisam trabalhar juntos para atingir um objetivo em comum, a atividade do cérebro direciona seus respectivos comportamentos de forma mais eficiente", diz o professor. Mas cuidado: isso só funciona se os desafios são atingíveis e se o objetivo é concreto. Desafios vagos ou objetivos impossíveis só vão levar as pessoas a desistirem, antes mesmo de começarem o desafio.

3. Dê liberdade às pessoas

Confiança gera confiança. Uma pesquisa do Citibank e do LinkedIn, realizada em 2014, indicou que quase metade dos funcionários abririam mão de um aumento de 20% no salário para ganharem maior controle sobre a forma como precisam trabalhar.

4. Dê ampla liberdade de escolha

Quando os funcionários podem escolher seus próprios projetos, eles tomam para si aquela tarefa, dão maior atenção ao trabalho, ampliam seus esforços e ficam mais focados naquilo que querem realizar.

5. Seja transparente

Todas as empresas afirmam que o que os funcionários querem mesmo é transparência – mas poucas, de fato, são transparentes com eles. Não deixam claro quais são seus objetivos, a estratégia adotada e quais táticas serão escolhidas para atingir os objetivos. "As incertezas geradas pela falta de transparência sobre o futuro da empresa levam ao estresse crônico, que inibe a liberação de oxitocina e destrói o trabalho em equipe. Sinceridade é o antídoto", diz o pesquisador. Para dar certo, é imprescindível que a visão, intenção e métodos da empresa estejam claros para todo mundo do time – e que eles terão acesso às informações para fazerem um trabalho melhor.

6. Pergunte além do trabalho

As pesquisas realizadas pelo professor Paul J. Zak mostram que gestores bem avaliados têm interesse em saber o que acontece com a vida das pessoas de sua equipe fora do trabalho. Isso pode contribuir para gerar um sentimento de que o gestor acredita de fato naquele funcionário. Além do mais, almoços e atividades que muitas vezes não têm relação direta com o trabalho ajudam a aumentar os níveis de confiança.

7. Dê chance às pessoas de crescerem no trabalho

"Empresas com alto nível de confiança por parte de seus funcionários acreditam que desenvolver talentos é uma estratégia de crescimento", diz Zak. Os executivos que são líderes de sucesso trabalham diretamente com seus funcionários para ajudá-los a conquistar objetivos pessoais e profissionais. Comunicação frequente e consistente pode garantir que isso aconteça.

8. Mostre-se vulnerável

Simplesmente ao pedir ajuda, os líderes podem ajudar a estimular a produção de oxitocina nos outros, segundo a pesquisa desenvolvida por Zak. Uma consequência disso é o aumento da confiança e cooperação geral.

Fonte: Época Negócios

31/10/2018



Se você também está na lista de microempresários que gostariam de saber a resposta dessa pergunta, pode começar a se planejar para ter um carro novo. Mas antes leia até o fim desse post e conheça mais sobre as regras para comprar carro com CNPJ MEI.

O microempreendedor individual pode comprar um automóvel logo que ele recebe os documentos referentes à empresa. Portanto, não existe carência para conseguir realizar a compra.

Vale sempre lembrar que antes de toda e qualquer decisão, você precisa avaliar os prós e os contras e é por isso que a MEI Fácil separou algumas informações que te ajudarão nesse momento.

CONHEÇA AS REGRAS PARA COMPRAR CARRO COM CNPJ

A grande vantagem de comprar carro com CNPJ é o desconto de até 30% oferecido pelas fabricantes. Neste caso, o microempresário recebe uma isenção nos impostos de IPI e ICMS. Os valores mudam de acordo com o modelo e marca que estão sendo negociados.

Para comprar o automóvel, o empresário deverá apresentar o contrato social da empresa, a inscrição estadual vigente, e alguns outros documentos. O carro então ficará vinculado ao registro da MEI, portanto, se os impostos do veículo não forem pagos, a empresa pode sofrer algumas restrições, como a negativa de empréstimos.

Os descontos para a compra com CNPJ valem apenas para carros 0Km. Além disso, o proprietário deverá permanecer com o veículo por pelo menos 12 meses. Isso significa que não será possível fazer dessa negociação um modelo de negócios. A regra foi estipulada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária e o desrespeito desse prazo implica na devolução da isenção do ICMS, de acordo com o Convênio ICMS 67/18. O desconto pode variar, atualmente, de 2,5% a 30% do valor do veículo, dependendo do modelo.

PRAZOS E DESVANTAGENS

A compra de um carro com CNPJ MEI tem como principal desvantagem o prazo. Na compra direta, a entrega do veículo pode demorar até 50 dias.

Vale lembrar também que o faturamento anual permitido para o microempresário individual é de até R$81 mil reais e o limite para compras é de 80% deste valor, ou seja, adquirir qualquer automóvel com valores acima desses pode ser inviável. Fique atento a isso e estude as alternativas na hora de comprar um carro para não ter dor de cabeça com seu CNPJ depois.

Fonte: Jornal Contábil