18/7/2016

O Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT) instituído pela Lei nº 13.254, de 13 de janeiro de 2016 e regulamentado pela Instrução Normativa RFB nº 1.627, de 11 de março de 2016 tem como objetivo permitir a declaração voluntária de recursos, bens ou direitos de origem lícita, não declarados ou declarados incorretamente, remetidos ou mantidos no exterior ou repatriados por residentes e domiciliados no País.

Quem pode e quem não pode aderir?

De acordo com a regulamentação, a pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no País em 31.12.2014 poderá aderir ao regime. No entanto, ficam excluídos do regime os detentores de cargos, empregos e funções públicas de direção ou eletivas, bem como os respectivos cônjuges e os parentes consanguíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção.

Valores a serem considerados

O custo do RERCT será: (i) Imposto de Renda, à alíquota de 15%; e, (ii) Multa de 100% sobre o valor do IR totalizando uma alíquota nominal de 30%. Contudo, há que se considerar que a data-base de 31.12.2014 representa uma redução da base de cálculo e, portanto, redução da carga tributária efetiva.

Prazo para a adesão

O período para a adesão é de 04 de abril a 31 de outubro de 2016.

18/7/2016

Imaginar que a motivação é movida a dinheiro é um grande equívoco. O dinheiro é fundamental na nossa vida, pois nos proporciona conforto, tranquilidade, possibilidade de uma vida mais saudável, lazer e tudo mais que é possível adquirir por meio dele. Mas não se compra motivação, ela nasce, surge.

No trabalho, normalmente a motivação surge, ou desaparece, em função das atitudes da liderança e, nesse aspecto, há muitas lideranças pecadoras e responsáveis pelo baixíssimo grau de motivação e de comprometimento da equipe. Uma das queixas mais frequentes das lideranças é a falta de comprometimento das pessoas. Entretanto, se esquecem que, ao apontar o indicador para os colaboradores, na verdade, há três dedos voltados, em direção oposta, para si mesmos.

A base da motivação está no relacionamento e na comunicação entre a liderança e seus liderados, e é justamente aí que os problemas são mais recorrentes, devido a uma série de fatores, tais como: comunicação agressiva, relacionamento distante, falta de objetivos claros, ausência de feedback, broncas inúteis e depreciativas.

Manter uma equipe motivada exige da liderança atitudes que estejam alinhadas com os anseios dos liderados e que os façam se sentir respeitados e valorizados.

O ser humano tem três necessidades fundamentais, que devem ser atendidas no ambiente de trabalho: ser ouvido, ser reconhecido e poder aprender com os próprios erros.

Ser ouvido: se você é líder, dedique 60 minutos para conversar com sua equipe. Reserve 45 minutos para ouvir e 15 minutos para falar. Desses 15, utilize 10 minutos para fazer perguntas e use os 5 minutos restantes para dar a palavra final. Com essa atitude, você vai praticar o “saber ouvir” e atenderá à primeira necessidade básica.

Ser reconhecido: expresse seu reconhecimento, quando perceber que houve uma dedicação especial para um trabalho ficar bem-feito. Cumprimente, parabenize, elogie. As pessoas se sentem felizes quando são notadas e reconhecidas. Assim, você atenderá à segunda necessidade básica.

Ter o direito de errar: reconheça a intenção positiva da pessoa. Todo comportamento tem por trás uma intenção positiva. Sempre. Pelo menos do ponto de vista de quem o pratica. Entender isso pode ser a solução para a maioria dos problemas de relacionamento com os funcionários. Reconhecer a intenção positiva, dar valor a ela e buscar alternativas. Essa sequência pode resolver a maioria dos problemas com a equipe. Fica mais fácil entender o outro, quando nos colocamos em seu lugar, olhamos a situação com seus olhos e conhecemos o porquê de fazer o que faz. Dessa forma, é possível desaprovar uma ação feita por um funcionário, mas ainda assim continuar a valorizá-lo como pessoa. Reconheça a intenção positiva das pessoas e permita que elas aprendam com seus próprios erros, que assim estará atendendo à terceira necessidade básica.

Manter uma equipe motivada não é tão difícil, vai depender da atitude do líder.

Fonte: Exame

18/7/2016

A inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) será imediata e realizada no momento do registro da constituição, reduzindo o procedimento de 60 dias para até quatro dias nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. A celeridade do processo é resultado de convênio entre os Cartórios de Registro de Títulos e Documentos e de Pessoas Jurídicas e a Receita Federal, com objetivo de beneficiar os empreendedores e contribuir para a melhoria do ambiente de negócios no País, por meio da emissão do número CNPJ já no registro da sociedade em cartório. Anteriormente, após a abertura da empresa era necessário que fosse solicitada à Receita a emissão do CNPJ. A previsão é que até o fim do ano todos os estados possam disponibilizar esse serviço. Os próximos a ofertarem a facilidade serão o Ceará, na sequência, o Rio Grande do Sul.

O CNPJ é importante para empresas, pois é esse número que o mercado adotou para identificação das pessoas jurídicas nas suas relações comerciais. O registro, por outro lado, é o que confere personalidade jurídica às empresas, ou seja, é o ato fundamental para a criação da sociedade. Os dois atos, portanto, autorizam a realização de contratos, emissão de notas fiscais, abertura de processos, que garantem legalidade fiscal e jurídica. E sem ambos a empresa é considerada inexistente e os seus sócios podem sofrer consequências graves, como a responsabilidade solidária pelas dívidas do negócio. O presidente do Instituto de Registro de Títulos e Documentos de Pessoas Jurídicas do Brasil, Paulo Roberto de Carvalho Rêgo, ressaltou que o projeto tem um impacto muito positivo para sociedade. “Estamos em um processo de implantação da nova sistemática em todo Brasil, para que todos os cartórios estejam integrados ao sistema e possam cada vez mais facilitar a vida do cidadão, que agora pode se dirigir apenas a um local para regularização do seu negócio”, disse.

Demanda

Para atender a essa demanda, os cartórios foram integrados ao processo de análise e deferimento de atos cadastrais do CNPJ, por meio da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e Legalização de Empresários e Pessoas Jurídicas (Redesim). Para a diretora da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-Br), Patrícia Ferraz, além da agilidade, a oferta desse serviço pelos cartórios tem um papel importante ao incrementar o grau de regularidade das empresas. “No atendimento diário realizado no cartório temos contato direto com as necessidades da população, na busca por maior autonomia.

E os cartórios vêm desempenhando um papel importante na desburocratização de procedimentos oficiais. Essa parceria com a Receita atende e legitima a expectativa do cidadão, que será atendido com segurança, eficiência, rapidez e baixo custo”, avaliou. O trabalho executado pelos cartórios de Registro Civil de Pessoas Jurídicas inclui a análise e deferimento das solicitações de inscrição, alteração e baixa, no âmbito do CNPJ.

Fonte: O Estado

11/7/2016

Com equipes cada vez mais enxutas os gestores precisam tirar o melhor desempenho de seus funcionários. Mas como ser um bom líder em tempos de crise de grandes cobranças por resultados? Aprender a trabalhar na dificuldade e na pressão por bons resultados é o um grande desafio desse período, acredita a coach Lúcia Nogueira, que tem encontrado clientes cada vez mais ansiosos em seus treinamentos.

"Todo mundo só pensa em bater a meta para não ser o próximo na fila do seguro desemprego. É uma verdadeira epidemia de ansiedade, todos querendo obter os melhores resultados. Neste cenário, o clima nas empresas fica cada vez mais pesado, com chefes histéricos, demissões em massa e funcionários amedrontados. O risco de perder o foco do que é importante fica cada vez maior", avalia Lúcia.

Todo mundo só pensa em bater a meta para não ser o próximo na fila do seguro desemprego. É uma verdadeira epidemia de ansiedade"

Lúcia Nogueira, coach

Para tentar driblar este cenário, o especialista em carreiras e presidente da Inova Business School, Marcelo Veras, listou sete dicas que podem ajudar qualquer gestor a se tornar um bom líder. Confira:

1- Autoconhecimento - O autoconhecimento é uma característica fundamental de um grande líder. Um líder que se conhece muito bem tem consciência de suas forças e limitações. Existem duas formas de se autoconhecer: a primeira é escrevendo sua história de vida – sua autobiografia. Revisitar a sua história é uma experiência riquíssima de autoconhecimento. A segunda é fazendo uma avaliação 360º de competências. "Ele sabe quando usar uma potencialidade, quando pedir ajuda ou quando desenhar e implementar boas parcerias para suprir uma lacuna", explica Veras.

2 – Clareza nos objetivos - Um grande líder tem clareza e convicção do norte a ser seguido e dos objetivos a serem alcançados. E, mais do que isso, frequentemente reforça este norte para a sua equipe. "Um bom líder guia, orienta e reforça o foco nos objetivos a serem alcançados".
Reconhecer e premiar os melhores sempre por critérios profissionais é papel de um bom líder"

Marcelo Veras, especialista em carreiras

3 – Meritocracia - "Reconhecer e premiar os melhores sempre por critérios profissionais é papel de um bom líder". Um gestor guiado pela meritocracia promove ou demite sempre olhando para competências e resultados, nunca para critérios subjetivos e não profissionais. Dessa forma, ele cria um ambiente de trabalho saudável, orientado para resultados, competente e desenvolve uma equipe forte, que sabe que será sempre avaliada por critérios claros e meritocráticos.

4 – Assertividade - Colocar suas posições de forma clara e direta é uma competência de um líder. Ele precisa ser uma pessoa assertiva, ou seja, colocar suas posições de forma clara e direta, mas sempre com respeito. Assim, ele permite que sua equipe faça o mesmo, coloque suas opiniões e cultive um ambiente de assertividade, sinceridade e produtividade.


O líder precisa saber comunicar

5 – Comunicação - Um líder tem que ser um grande comunicador. "Jesus Cristo e Hitler, por exemplo, foram grandes líderes da história, independentemente de suas causas. Comunicavam-se bem e “vendiam” suas causas com grande eficácia. Por isso conseguiram inúmeros seguidores", explica Veras.

A comunicação é uma habilidade indispensável para uma boa liderança. Um líder deve se comunicar de forma correta e eficaz, com pares, superiores e subordinados. Esta comunicação deve ser adaptada a cada público. A prioridade deve ser sempre a comunicação pessoal, o olho no olho, com sua equipe. Além disso, ele precisa ser acessível e não se colocar como um Deus. É necessário ser presente, sair da sua posição para ouvir e ser ouvido, ou seja, comunicar-se.

6 – Respeito e confiança - O líder eficaz, do mundo moderno, cria um ambiente pautado pelo respeito e pela confiança. Ele não permite que sua equipe construa um local de trabalho onde pessoas faltem com respeito e percam a confiança uns nos outros.

7 – Dar o exemplo - O líder de destaque dá o exemplo, age de forma coerente entre o discurso, a cobrança e suas atitudes. "Ele lidera pelo exemplo e inspira pelo exemplo", conclui o especialista.

Fonte: G1

11/7/2016

O funcionário que não comparece ao trabalho, sem motivo justificado, poderá ter o dia não trabalhado descontado de seu salário e também pode sofrer uma punição pelo empregador, como uma advertência, suspensão, ou até dispensa por justa causa no caso das faltas serem continuadamente repetidas.

Por outro lado, caso a falta seja justificada - como, por exemplo, em razão de motivos médicos e seja comprovada por atestado - não poderá ser feito nenhum desconto salarial e o funcionário também não poderá sofrer qualquer espécie de punição por esse motivo.

Em quaisquer casos a empresa não deve divulgar para os demais colegas a falta ou o seu motivo, seja ele justificado ou não. A divulgação sistemática desse tipo de informação no ambiente de trabalho pode gerar constrangimento ao trabalhador, inclusive expondo fatos de sua vida pessoal que talvez ele não queira ver divulgado.

Além disso, a publicidade dada pela empresa desse tipo de informação pode configurar uma forma de intimidação para que os demais funcionários evitem faltar, mesmo que por motivo justificado, uma vez que pode vir acompanhada da criação de um estigma negativo sobre a pessoa que se ausenta no serviço.

Autor: Camila Pati

Fonte: Exame.com

11/7/2016

A partir de 2018, ficará mais complexo apurar os tributos das empresas optantes pelo Simples Nacional quando o faturamento anual ultrapassar R$ 3,6 milhões. Apesar de o Senado ter aprovado a ampliação do teto do regime, permitindo a adesão de empresas com receita de até R$ 4,8 milhões, quem faturar mais de R$ 3,6 milhões terá que recolher o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto sobre Serviços (ISS) em guia própria.

A nova regra está prevista no projeto aprovado no Senado na última semana de junho e ainda precisa passar pela Câmara e pela sanção presidencial. Se aprovada, começa a valer a partir de 2018.

Ao mesmo tempo em que a mudança agradou governadores e a Receita Federal, que temiam uma renúncia fiscal muito alta com o aumento do limite de faturamento para adesão ao programa, a medida desagradou empresários e contadores.

Eles afirmam que a nova regra gera uma distorção do programa, que volta a funcionar de maneira similar ao que acontecia antes de 2007, quando os impostos estaduais eram recolhidos em guia separada.

“Vai ter um Simples Estadual e um Simples Federal para quem faturar acima de R$ 3,6 milhões”, afirma Valdir Pietrobon, diretor político e parlamentar da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon).

Segundo o texto do projeto aprovado no Senado, o pagamento do ICMS e do ISS será por fora da guia do Simples na parte da receita bruta anual que exceder R$ 3,6 milhões. “As empresas contábeis vai ter um trabalho extra e vai ser difícil para o próprio governo federal controlar o que é pago por dentro e por fora da guia do Simples”, afirma Pietrobon.

O professor de contabilidade Marco Aurélio Pitta, coordenador de MBA e Pós-Graduação da Universidade Positivo (UP), afirma que é preciso aguardar a aprovação definitiva do projeto para ver como a Receita vai regulamentar o novo cálculo. “Hoje, você entra no sistema, insere a receita bruta e o sistema já calcula automaticamente o imposto”, explica Pitta. A preocupação dos empresários e contadores é justamente perder essa simplicidade.

O recolhimento dos impostos não federais por fora da guia do Simples foi uma exigência dos governadores e da Receita Federal para aprovação do projeto no Senado. O objetivo é diminuir a renúncia fiscal do programa em um momento em que os governos não podem abrir mão de receita.

Novo teto de R$ 4,8 milhões fica aquém da expectativa

Sem sofrer reajuste desde 2012, o novo limite de faturamento para adesão ao Simples Nacional ficou aquém da expectativa dos empresários. O Senado aprovou a elevação do teto dos atuais R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões a partir de 2018, quando o projeto de lei complementar entrará em vigor se aprovado pela Câmara e sancionado pelo presidente.

Segundo Valdir Pietrobon, diretor político e parlamentar da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis (Fenacon), o valor estará defasado em 2018. “Quando ele entrar em vigor, deveria ser de R$ 5,4 milhões, corrigido pela inflação. ”

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, em vídeo publicado na sua página pessoal do Facebook, afirmou que o limite ficou aquém do esperado. “Ainda falta, porque os limites ficaram muito aquém do que nós desejamos. Segundo, porque negociaram para se iniciar em 2018. Nós gostaríamos que fosse pelo menos no segundo semestre de 2017. Mas foi o possível”, disse.
Para a Fenacon, o limite deveria ser revisto a cada dois anos. A última alteração foi em 2012 quando, na ocasião, o teto subiu de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. Desde então, o valor não foi mais reajustado.

Novo Simples

Confira como fica o Simples Nacional, com as alterações aprovadas no Senado e que ainda dependem da apreciação da Câmara e sanção presidencial:

Fonte: Gazeta do Povo – PR

4/7/2016

Para tentar colocar fim em uma discussão que se arrasta há mais de três anos, a Justiça Federal de São Paulo determinou que o fisco analise o processo administrativo protocolado por um contribuinte, que pede a devolução de recursos.
De acordo com documentos divulgados pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), um design cadastrado no Simples Nacional - regime especial de tributação - buscava a restituição de valores pagos em 2010, relativos à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e ao INSS Patronal.
Apesar de ter protocolado o processo administrativo fiscal junto à Receita Federal em junho de 2013, um ano depois, o profissional ainda não havia recebido qualquer posicionamento referente ao pedido entregue ao fisco.
Insatisfeito, o profissional buscou a Justiça para obter uma conclusão do processo.
O juízo de primeiro grau determinou à Receita Federal a conclusão imediata da análise, em agosto de 2014.
Mas a União apelou da decisão, sustentando na Justiça Federal que a concessão de um mandado de segurança ofende os princípios da isonomia, impessoalidade e legalidade em relação aos demais pedidos de compensação, causando grave lesão à ordem pública.
O apelo foi negado pelos juízes da Quarta Turma do TRF de São Paulo, que mantiveram a decisão de primeiro grau, determinando a avaliação do pedido de restituição no prazo de um ano, no máximo.
Segundo a desembargadora federal Marli Ferreira, relatora do acórdão no TRF3, conforme o artigo 24 da Lei 11.457/2007, é obrigatório que seja proferida decisão administrativa no prazo máximo de 360 dias a contar do protocolo de petições, defesas ou recursos administrativos do contribuinte.
A magistrada explicou ainda que a Lei 9.784 de 1999, que regula o Processo Administrativo no âmbito da administração pública federal, fixou, em seu artigo 59, que o recurso administrativo deverá ser decidido no prazo máximo de 30 dias, a partir do recebimento dos autos pelo órgão competente, podendo esse prazo ser prorrogado por igual período.
No entanto, por força da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em julgamento de recursos repetitivos, a incidência dessa lei foi afastada em casos de natureza tributária.
Assim, a Lei 11.457 de 2007, que dispõe sobre a Administração Tributária Federal, fixou no artigo 24 o prazo máximo de 360 dias para que seja proferida decisão administrativa a contar do protocolo de petições, defesas ou recursos administrativos do contribuinte.

Voto

A relatora verificou, em documentos anexados ao processo na Justiça, que os pedidos do contribuinte foram protocolados junto à Receita Federal em junho de 2013 e o ajuizamento do mandado de segurança, em agosto de 2014. Sendo assim, já teria sido extrapolado o prazo previsto em lei.
"Diante dos princípios da razoabilidade, proporcionalidade e eficiência vazados na Constituição Federal, que impõem à administração pública se pautar dentro dos limites desses mesmos princípios, e face à legislação de regência [...] correta a sentença que determinou, ainda em sede liminar, a imediata conclusão dos pedidos de restituição, uma vez que já vencidos todos os prazos legais aqui anotados, em especial a indigitada Lei 11.457/07", concluiu a desembargadora federal Marli Ferreira.

Autor: Vanessa Stecanella

Fonte: DCI - Diário Comércio Indústria & Serviços

4/7/2016

O Bloco K é a digitalização do Livro de Registro de Controle da Produção e do Estoque, com o objetivo de identificar e controlar as movimentações de entradas, saídas e perdas de insumos e produtos, saldos em estoques.
Há alguns dias, uma nova instrução normativa foi publicada e versa sobre a obrigatoriedade do Bloco K SPED, para indústrias fabricantes de bebidas e de produtos do fumo.
A instrução normativa 1652 que inclui as indústrias de bebidas e de produtos de cigarros, além dos objetivos da RFB de possuir as informações do saldo de estoques de insumos e produtos e suas movimentações. A inclusão destas indústrias, visam um maior acompanhamento desses setores, que segundo a Receita Federal, possuem uma maior sensibilidade nas questões de arrecadação tributária. Nestes casos, o Bloco K agirá como uma ferramenta de coibição do uso de selos de controles falsos, muito utilizado pelos fabricantes de bebidas quentes e cigarros com intuito de fugir do controle fiscal.
Todas essas informações cooperam com as fiscalizações que averiguam a formação de créditos de tributos sobre aquisição de insumos, identificam aquisição/venda de mercadorias sem emissão de documento fiscal, controle de estoque em poder de terceiros. Existirá um cruzamento destas informações com as informações obtidas das Notas Fiscais Eletrônicas. Caso, exista alguma diferença fiscal não justificada, caracterizará omissão de receitas, o que pode gerar multas onerosas.
De acordo com o art. 179 da Constituição Federal, as microempresas e as empresas de pequeno porte estão excluídas dessa obrigação acessória, por possuírem um tratamento diferenciado e favorecido. Há ainda, o art. 170, IX, da constituição Federal destacando que o tratamento favorecido às empresas brasileiras de pequeno porte é um dos princípios da ordem econômica.
Salientando, que apesar da instrução normativa se referir as indústrias de bebidas, as empresas que se dedicam exclusivamente ao envasamento de água mineral, que pela atipicidade dos insumos utilizados na sua produção, não faz do Livro de Controle de Produção e Estoque um meio eficiente de controle da produção, estão desobrigadas do Bloco K.

Fonte: Contabilidade na TV

4/7/2016

Não há dúvidas de que o sonho de todo empresário é ver os negócios prosperarem com uma capacidade de produção sempre crescente e da forma mais eficiente e rentável possível. Para esse sonho se tornar realidade, você precisa seguir o exemplo de organizações que começaram a desenvolver práticas para melhorar o engajamento de funcionários, evoluindo consideravelmente seus resultados organizacionais e financeiros.

Selecionamos algumas dicas poderosas para te ajudar nessa missão e melhorar a performance do seu time e a gestão de pessoas dentro da sua empresa.

Confira:

Crie uma política específica para sua empresa

O exemplo de outras empresas que valorizam e reconhecem o engajamento de funcionários deve servir apenas como inspiração — nunca como cópia. Cada organização deve elaborar sua própria política, adequada ao seu perfil e objetivos específicos. Desenvolva um descritivo apontando as funções e responsabilidades de cada funcionário, e não se esqueça de implementar um programa de metas para eles considerando o planejamento estratégico da empresa e as competências pessoais de cada um.

Mostre à equipe a importância do trabalho individual para o grupo e o cumprimento das metas.

Mostre seu envolvimento com a equipe

Também não adianta simplesmente apresentar as metas e delegar as missões de cada colaborador. Fique sempre por perto, demonstre interesse nas atividades desenvolvidas e se coloque à disposição para ajudar quando for necessário.
Quando o gestor deixa de ser um delegador para se tornar um facilitador, o funcionário se sente mais confortável e seguro para tratar os desafios e sugestões para o cumprimento de metas.

Incentive a autonomia dos funcionários

O método de trabalho controlador é um inimigo direto do engajamento, por isso, incentive a autonomia dos funcionários para a entrega de resultados. Quando esse colaborador se sente livre para realizar o trabalho do jeito que melhor lhe convém, ele se mostra mais confortável, confiante e seguro para apresentar os melhores resultados possíveis.

Reconheça o esforço dos funcionários

Faça um levantamento entre os departamentos de gestão de pessoas e certamente a ausência de feedback aparecerá como uma das maiores reclamações entre os funcionários. Quando o colaborador não recebe uma avaliação de desempenho, ele não sabe se o trabalho está de acordo com o esperado pela empresa — sem falar que pode se sentir negligenciado pelo superior.

É importante que você converse com cada membro da sua equipe para fornecer orientações e feedbacks sempre que for preciso. Nada de mandar um e-mail ou mensagem! Essa conversa deve acontecer cara a cara e individualmente para evitar constrangimento e demostrar o seu reconhecimento pelos serviços e compromisso do funcionário.

Não aponte apenas os defeitos ou se concentre somente nos elogios, temendo desestimular o funcionário. O ideal é um meio termo com palavras de apoio e sugestões de melhorias da prática profissional.

Ofereça incentivos e recompensas

Uma estratégia de incentivos e recompensas serve como uma excelente ferramenta para o engajamento de funcionários que têm apresentado bons resultados. Apenas tenha cuidado para manter sua palavra ao oferecer esses incentivos, do contrário, o que serviria para aumentar a motivação pode ter o efeito contrário.

Se não for possível oferecer um aumento ou uma promoção, você pode dar um bônus pela execução bem-sucedida de um projeto, por exemplo.

Fonte: Sage

27/6/2016

Além da reforma da Previdência, o presidente em exercício Michel Temer também pretende encaminhar propostas para a reforma trabalhista. Há pelo menos dois pontos em exame, ambos polêmicos. O primeiro é o trabalho terceirizado e o segundo, a possibilidade de acordos coletivos prevalecerem sobre a legislação trabalhista.

Há um projeto de lei já aprovado pela Câmara dos Deputados e atualmente em exame no Senado, cuja principal inovação é permitir a terceirização em todos os setores de uma empresa, o que não é permitido atualmente. Já a prevalência do acordado sobre a legislação é um modelo utilizado na Alemanha e trazido à discussão pelo governo em 2012, como proposta da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Fonte: Folha de Londrina

27/6/2016

O país registrou saldo positivo nas contas externas pelo segundo mês seguido, divulgou o Banco Central (BC). Em maio, o superávit em transações correntes, que são as compras e as vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo, ficou em US$ 1,2 bilhão. Em abril, o resultado positivo chegou a US$ 412 milhões.

O resultado positivo de maio é o maior registrado na série do BC, desde agosto de 2007, quando ficou em US$ 1,233 bilhão. Nos cinco meses do ano, houve déficit de US$ 5,966 bilhões, resultado bem menor do que o registrado em igual período de 2015 (US$ 35,325 bilhões).

Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, o resultado de maio surpreendeu, já que a projeção para o mês era de déficit de US$ 200 milhões. Maciel disse que o resultado da balança comercial, com superávit de US$ 6,251 bilhões foi melhor que o esperado e levou ao saldo positivo das transações correntes. “Basicamente o que surpreendeu, no mês, foi o melhor desempenho da balança comercial, com um saldo no mês mais significativo”, disse.

Para junho, o BC espera que as transações correntes voltem a registrar déficit devido à redução do saldo da balança comercial, comum nessa época do ano, influenciada pelo agronegócio. O BC prevê déficit em transações correntes de US$ 1 bilhão neste mês.

Projeções

O Banco Central reduziu a projeção para o saldo negativo das contas externas, este ano, de US$ 25 bilhões para US$ 15 bilhões.

Em relação a tudo o que o país produz, o Produto Interno Bruto (PIB), o saldo negativo deve corresponder a 0,87%, contra 1,48% previstos em março pelo BC.

O resultado esperado para a balança comercial contribuiu para melhorar a conta de transações correntes. A estimativa para o superávit comercial passou de US$ 40 bilhões para US$ 50 bilhões neste ano.

A conta de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos, seguros, entre outros) deve apresentar resultado negativo de US$ 28,3 bilhões. A estimativa anterior era US$ 28,6 bilhões.

Segundo Maciel, o saldo negativo da conta de serviços tem se reduzido, mas a queda foi maior no início do ano. “Está diminuindo, mas esse ritmo de redução é cada vez menor”, ressaltou. Maciel citou que a conta de viagens internacionais (receitas de estrangeiros no Brasil e despesas de brasileiros no exterior), integrante dos serviços, teve uma contração “bem acentuada no início do ano”. “Essa contração persiste, mas em ritmo menor à medida em que estamos avançando em 2016. Claro, a taxa de câmbio tem papel determinante nesse fluxo”, disse.

No balanço das transações correntes, a conta de renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) deve apresentar saldo negativo de US$ 39,7 bilhões, contra US$ 39,3 bilhões previstos anteriormente.

A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) deve registrar saldo positivo de US$ 3 bilhões, ante US$ 2,9 bilhões previstos em março.

Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir esse déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o investimento direto no país (IDP), porque recursos são aplicados no setor produtivo do país.

A projeção do BC é que, este ano, esses recursos sejam mais que suficientes para cobrir o saldo negativo das contas externas porque devem chegar a US$ 70 bilhões. A previsão anterior era US$ 60 bilhões.

Edição: Maria Claudia

Fonte: Agência Brasil

27/6/2016

Crescer dói. São as tarefas que acumulam, as prioridades que mudam e, principalmente, o time que deve crescer junto com a empresa e seu empreendedor. E para que tudo isso não seja um total desastre, é preciso entender que todos estão no mesmo barco, aprendendo a remar e errar, mas sempre com uma direção a ser seguida.

Para contar um pouco sobre os desafios e aprendizados dessa arte chamada “gestão de pessoas”, a Endeavor convidou João Del Valle, cofundador e CTO do EBANX, e Vinícius Roveda, CEO e fundador da Conta Azul, para um bate papo, no primeiro painel do CEO Summit Sul, que aconteceu em Curitiba.

Veja as principais lições dessa conversa:

1. Contrate as pessoas que compartilham seu sonho
Entre erros e acertos, os empreendedores concordaram em uma lição: contrate as pessoas que têm brilho no olho e acreditam nos valores e missão da sua empresa. Toda a sua equipe deve crescer e aprender junto, por isso, de nada adianta contratar o melhor engenheiro do mercado se ele não está disposto a aderir à cultura da sua empresa. Admitir os erros, não apontar dedos um para o outro, criar protagonistas, isso é o que faz a empresa crescer.

É difícil de ouvir, mas, uma hora ou outra, o empreendedor tem que deixar o holofote de lado. Isso não significa abandonar a história, mas sim que está na hora de abrir o palco para que cada vez mais personagens entrem em cena e protagonizem um ato. No final, a lição que tiramos é que nenhum sonho se torna realidade com apenas uma pessoa, por isso, desenvolver donos para crescerem junto com a empresa é essencial.

2. Decisão certa é aquela pensada com calma
Outra lição que os empreendedores tiraram de um de seus maiores desafios foi: a tomada de decisão deve ser sempre analisada com calma. Vinícius conta que, devido ao rápido crescimento da sua empresa, ele viu, de um dia para o outro, uma área que tinha apenas uma pessoa se transformar em departamento inteiro, sem que antes um bom planejamento pudesse ser feito.

Depois de um tempo, a área conseguiu se estruturar e estabelecer processos de forma mais clara, mas todas as dores de cabeça em relação a estruturação do novo setor poderiam ter sido evitadas se os empreendedores tirassem uma tarde para analisar, com calma, a decisão.

3. Delegar não é adestrar
Quando uma empresa começa a expandir, os empreendedores parecem virar malabaristas, cada um equilibrando mais e mais pratos, tentando fazer com que nenhum deles caia no chão. Mas, como todos sabemos, é inevitável, alguns pratos caem e fazem a maior bagunça. A verdade é que, no começo, os empreendedores acabam concentrando todas as atividades neles próprios e, quando chega a hora de delegar, porque as tarefas vão acumulando à medida que a empresa cresce, os desafios têm início.

Uma das maiores dores dos empreendedores acontece na hora de delegar uma tarefa. Os empreendedores ainda querem ser malabaristas, por mais que a realidade já não permita mais isso. E quando falamos em delegar, não estamos querendo dizer apenas mandar um e-mail com uma lista de tarefas a serem cumpridas. É preciso que os empreendedores e times deleguem também a gestão dos projetos e atividades. Pode parecer igual, mas não é.

Quando você delega uma tarefa, você está apenas passando uma informação para frente, agora, quando alguém delega a visão, missão, a criação de um projeto, isso tudo está ligado ao lado intangível do negócio. Em outras palavras, confie na execução da ideia. Por isso, mesmo quando alguém do seu time fizer algo de um jeito diferente, você não deve vetar. É preciso confiar e acreditar que ele já fez aquilo e sabe o que está fazendo.

Por mais que os empreendedores admitam ter ganhado uma experiência muito grande em gestão de pessoas, eles continuam afirmando que esse ainda é um dos seus maiores desafios. Lidar com pessoas é sempre algo novo e surpreendente, por isso, a única solução é procurar sempre melhorar e buscar o melhor para a equipe.

Fonte: Endeavor

20/6/2016

Você sonha em ser um empreendedor de sucesso? Quando, finalmente, parece ter encontrado uma ideia de negócio, pensa sobre isso e, sem entender o porquê, acaba não conseguindo dar início? Você já se pegou pensando em ‘desculpinhas’ do tipo: “um empreendimento próprio pode ser arriscado? ” E “tenho um trabalho tão seguro”? Tudo isso te soa familiar? Pois bem, fique atento: o mercado não tem espaço para fraqueza!
Abaixo, o empreendedor Ravin Gandhi, CEO e cofundador da GMM Nonstick Coatings, lista alguns dos argumentos mais comuns que atrapalham os negócios para que você os elimine de uma vez por todas de sua cabeça e, claro, dê continuidade no seu sonho. As informações são do Entrepreneur.

1. "Não é a hora certa para empreender"

“Já vi pessoas que se tornaram empreendedores na adolescência e outros que começaram seu primeiro negócio aos 60. Aqui está um segredo: não existe um momento certo. Isso não existe. Você poderá se convencer a não começar por diversos motivos: falta de dinheiro, experiência, tempo, contatos, confiança, conhecimento... A lista vai embora! Meu conselho? Tenha fé que, agora, é a hora perfeita. Um ano ou dois anos depois, você verá que isso é verdade”.

2. "E se eu falhar?"

Empreendedores tendem a ser pessoas cheias de confiança. Tanto que não costumam se concentrar em chances de fracasso. “É fato que 80% dos negócios falham dentro dos primeiros 18 meses. Por isso, minha recomendação é que você abrace todas as possibilidades de falha. Por quê? Porque, se você falar, aprenderá alguma coisa valiosa para você mesmo, sobre negócios e sobre a vida. Poderá começar outro negócio, ou talvez perceber que empreendedorismo não é para você. Mas se você não tentar, simplesmente não saberá. E o medo de falhar não deveria nunca te parar: lembre-se de que pessoas à beira da morte normalmente se arrependem de coisas que não fizeram – não das coisas que fizeram”.

3. "Não economizei dinheiro suficiente"

Muitas pessoas que aspiram a começar um negócio são provedores familiares, não podendo ficar sem o ganha-pão do salário. “Se o seu caso for este, recomendo que, primeiramente, economize dinheiro suficiente para viver por 18 meses sem outra fonte – antes de iniciar os negócios. É a chamada ‘regra dos 18 meses’ que faz com que seja mais fácil largar um emprego assalariado”.

4. "As pessoas não me veem como um empreendedor"

Primeiramente, como um potencial empreendedor, você deve ignorar o que outros pensam sobre você, uma vez que sempre haverá os ‘céticos’. Evite estas pessoas se você puder. E mais importante é que você dê um salto e inicie seus negócios: você ficará impressionando em quão rápido estas mesmas pessoas mudam de opinião! Quando você for chefe, será visto como um líder apesar do fato de já ter sido um gerente comum...

5. "Isso parece tão difícil..."

Você está certo. Começar um negócio é muito difícil. Talvez seja uma das coisas mais difíceis que você fará em sua vida toda: perderá sono, brigará com seu cônjuge, terá menos tempo para seus filhos e, potencialmente, perderá dinheiro. Já te assustei? Espero que sim. Porque, se você não tiver pronto para ‘sujar as mãos’, não poderá nem começar a pensar em começar um negócio. Se ser empreendedor fosse fácil, todo mundo seria. “Meu conselho é ser muito honesto com você mesmo e, se você souber profundamente que será capaz de fazer isso, então dê um salto e faça seu trabalho”.

Fonte: IG - Economia

20/6/2016

O artigo 12 do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977 estabelecia que a “receita bruta das vendas e serviços compreende o produto da venda de bens nas operações de conta própria e o preço dos serviços prestados. ”

Com o advento da Lei nº 12.973/2014 o conceito de receita bruta previsto no artigo 12 mencionado, foi alterado. Nos termos da lei nova a receita bruta compreende: I – o produto da venda de bens nas operações de conta própria; II – o preço da prestação de serviços em geral; III – o resultado auferido nas operações de conta alheia; e IV – as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jurídica, não compreendidas nos incisos I a III. ” (Artigo 12 e incisos).

Para adequar a legislação do PIS e da COFINS ao novo conceito de receita bruta, a Lei 12.973/2014 modificou a redação do artigo 3º da Lei Federal n. 9.718, de 27 de novembro de 1998, cuja redação passou a ser a seguinte: “o faturamento a que se refere o art. 2º compreende a receita bruta de que trata o art. 12 do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977. ” (Artigo 3º).

Estas normas alteraram significativamente a base de cálculo do PIS e Cofins cumulativo que era apenas a receita decorrente da venda de bens e ou serviços, e passou a abranger o resultado auferido nas operações de conta alheia; e as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jurídica.
Em vista disso, a Receita Federal emitiu solução de consulta COSIT nº 84, de 08 de junho de 2016 no sentido de que as receitas decorrentes do recebimento de juros sobre o capital próprio auferidas por pessoa jurídica cujo objeto social seja a participação no capital social de outras sociedades compõem sua receita bruta para fins de apuração do PIS e da Cofins devidas no regime de apuração cumulativa.
Segue ementa da decisão:

“ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL – COFINS EMENTA: REGIME DE APURAÇÃO CUMULATIVA. BASE DE CÁLCULO. FATURAMENTO. RECEITA BRUTA. PARTICIPAÇÃO EM OUTRAS SOCIEDADES. JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO. A partir da publicação da Lei nº 11.941, de 2009, ocorrida em 28 de maio de 2009, a base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no regime de apuração cumulativa ficou restrita ao faturamento auferido pela pessoa jurídica, que corresponde à receita bruta de que trata o art. 12 do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977, nos termos do art. 2º e caput do art. 3º da Lei nº 9.718, de 1998; A receita bruta sujeita à Cofins compreende as receitas oriundas do exercício de todas as atividades empresariais da pessoa jurídica, e não apenas aquelas decorrentes da venda de mercadorias e da prestação de serviços. As receitas decorrentes do recebimento de juros sobre o capital próprio auferidas por pessoa jurídica cujo objeto social seja a participação no capital social de outras sociedades compõem sua receita bruta para fins de apuração da Cofins devidas no regime de apuração cumulativa. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n° 9.718, arts. 2º e 3º, caput; Lei Complementar nº 70, de 1991, arts. 2º e 3º; Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977, art. 12”.

“ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP EMENTA: REGIME DE APURAÇÃO CUMULATIVA. BASE DE CÁLCULO. FATURAMENTO. RECEITA BRUTA. PARTICIPAÇÃO EM OUTRAS SOCIEDADES. JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO. A partir da publicação da Lei nº11.941, de 2009, ocorrida em 28 de maio de 2009, a base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no regime de apuração cumulativa ficou restrita ao faturamento auferido pela pessoa jurídica, que corresponde à receita bruta de que trata o art. 12 do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977, nos termos do art. 2º e caput do art. 3º da Lei nº 9.718, de 1998; A receita bruta sujeita à Contribuição para o PIS/Pasep compreende as receitas oriundas do exercício de todas as atividades empresariais da pessoa jurídica, e não apenas aquelas decorrentes da venda de mercadorias e da prestação de serviços. As receitas decorrentes do recebimento de juros sobre o capital próprio auferidas por pessoa jurídica cujo objeto social seja a participação no capital social de outras sociedades compõem sua receita bruta para fins de apuração da Contribuição para o PIS/Pasep devidas no regime de apuração cumulativa. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei n° 9.718, arts.2º e 3º, caput; Lei n° 9.715, de 1998, arts.2º, I, e 3º; Lei Complementar nº 7, de 1970, art.3º; Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977, art. 12”.

Fonte: Tributário nos Bastidores

20/6/2016

Mais uma vez a votação do projeto que torna o Supersimples mais abrangente foi adiada. O texto era prioridade na pauta do Senado, chegou a ser defendido na tribuna por sua relatora, a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), mas antes da votação ser aberta, uma nota técnica da Receita Federal chegou às mãos de alguns parlamentares. A nota mensurava o impacto da ampliação do Simples na arrecadação, uma renúncia de R$ 5 bilhões.
Diante do fato de última hora, o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), na posição de líder de sua bancada, pediu mais tempo para analisar o projeto. A relatora Marta até tentou argumentar. Ontem a Receita esteve conosco e disse que o impacto seria de R$ 2 bilhões. Por que estão falando em R$ 5 bilhões agora? Questionou a senadora.
Não adiantou. Outros parlamentares acharam melhor ter um prazo maior para analisarem o impacto da proposta, e a votação acabou sendo reagendada, como o primeiro item da pauta.
O projeto que amplia o Supersimples é um substitutivo de Marta ao PLC 125/2015, que veio da Câmara.
O substitutivo traz em seu texto que poderão ingressar no regime simplificado empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões (hoje o limite é R$ 3,6 milhões). Também foram promovidas mudanças na forma de tributação dessas empresas, que passa a ser mais progressiva. Se aprovadas, as regras entram em vigor em 2018.
O ponto central da mudança no regime é a reformulação das tabelas do Simples. Atualmente elas são seis, e trazem 20 faixas de faturamento até os R$ 3,6 milhões -, cada uma com uma alíquota específica. Pelo texto do substitutivo, o novo Simples teria cinco tabelas, com seis faixas de faturamento até os R$ 4,8 milhões -, também com suas respectivas alíquotas. Mas para tornar a transição entre as faixas mais suave, foi previsto um fator redutor para cada uma delas (veja as tabelas abaixo). Na prática, trata-se de um valor mensal deduzido pelas empresas.
Segundo a senadora Marta Suplicy, atualmente, quando uma empresa do Simples passa a faturar mais e migra de faixa, ela pode ter um acréscimo na alíquota que a tributa de até 36%.
O aumento é ainda mais significativo para uma empresa que estoura o limite de faturamento do Simples e precisa migrar para outro regime. Ao migrar para o Lucro Presumido, por exemplo, o aumento de tributação pode chegar a até 54% para uma empresa do comércio, a 40% para indústrias e a 35% para empresas de serviços. Ao evitar esses solavancos tributários, dizem os defensores da proposta, as empresas podem crescer e mudar de faixa de tributação de uma maneira menos traumática. A ampliação do Simples vem sendo chamada de Crescer sem Medo pelo Sebrae. Mas a ampliação do teto para o enquadramento e a progressividade das tabelas não agradou a todos. Assim como a Receita Federal, os estados e municípios também se posicionaram contra a proposta pois temem perda de arrecadação. Os governadores e prefeitos passaram a ser mais abertos ao projeto depois de alterações no texto que livraram o ICMS (estadual) e o ISS (municipal) do impacto da ampliação para R$ 4,8 milhões do teto do Simples. Na prática, o ICMS e o ISS continuarão sendo balizados pelo limite atual, de R$ 3,6 bilhões. As empresas vão recolher por fora do Simples esses impostos disse Marta.

PAGA MENOS QUEM EMPREGA MAIS

A proposta em análise no Senado prevê o chamado Fator Emprego, uma regra que privilegia os empreendimentos com maior potencial para a geração de empregos. Essas empresas podem ser inclusas nas tabelas que têm alíquotas menores. Para tanto, é necessário que a micro ou pequena empresa invista pelo menos 22,5% da receita bruta anual com a folha de salários.
Dentro desse contexto, o substitutivo abriu o Supersimples para atividades que têm crescido e gerado emprego recentemente, mas que hoje são impedidas de entrar no regime simplificado. Esse é o caso de microcervejarias, vinícolas, produtores de licores e destilarias.
O texto da proposta, no entanto, estipula que esses produtores deverão obrigatoriamente ser registrados no Ministério da Agricultura, e obedecer também à regulamentação da Anvisa e da Receita Federal.

CRÉDITO

O substitutivo também fala na criação de uma nova figura jurídica, a Empresa Simples de Crédito (ESC), que teria o papel de expandir a oferta de financiamentos para as micro e pequenas empresas, suprindo lacunas deixadas pelos bancos. Pela proposta, a ESC poderá atuar com capital próprio. Não seria permitido, por exemplo, que captasse recurso junto a bancos para depois emprestar a terceiros. O campo de atuação da ESC estaria limitado ao município onde está instalada e a única remuneração seria a taxa de juros fixada sobre o valor emprestado. A cobrança de qualquer encargo ou tarifa é proibida. Por outro lado, essas empresas de crédito poderiam adotar o instituto da alienação fiduciária. Isso abriria a possibilidade da ESC, por exemplo, se apropriar de bens financiados pelo devedor como garantia.

MEI

O limite para enquadramento dos MEIs, que hoje é R$ 60 mil, pela proposta seria elevado para R$ 72 mil. O substitutivo reforça o caráter orientador da primeira fiscalização de micro e pequenas empresas, inclusive do ponto de vista das relações de consumo. Em vez de punir, os fiscais orientarão os empresários com relação às diligências necessárias para a adequação dos negócios, até uma próxima visita fiscalizatória.

Fonte: Diário do Comércio – SP

13/6/2016

O Senado deve votar nesta 3ª feira (14.jun), com apoio do Palácio do Planalto, o projeto que reestrutura o Simples Nacional, também conhecido como Super Simples.
Esse sistema de tributação facilita o pagamento de impostos pelas micro e pequenas empresas. Com a aprovação da medida, a Receita Federal calcula arrecadar R$ 1,8 bilhão a menos por ano a partir de 2017.
O prejuízo, sustentam os defensores da proposta, será temporário. O Sebrae projeta que o impacto bilionário na arrecadação do governo será anulado caso o faturamento global das empresas beneficiadas cresça 4%.
As informações são do repórter do UOL Guilherme Moraes.
O projeto de lei, já aprovado na Câmara, diminui o número de faixas de faturamento para uma empresa requerer o benefício do Simples Nacional. Hoje, há 20 faixas. Se a nova regra for implantada, caem para apenas 6. O teto de faturamento anual para optantes do regime de tributação será expandido de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões.
Uma das principais mudanças, entretanto, será o fim de uma regra que funciona como uma punição para empresas que aumentam suas receitas. Hoje, um micro ou pequeno negócio cujo faturamento sobe além da faixa de tributação estipulada no Super Simples passa a recolher impostos de acordo com uma alíquota maior –é um baque que pode ocorrer de um mês para o outro, com o novo percentual sendo aplicado sobre tudo o que entrou no caixa do empreendimento.
Pela nova proposta, o empresário continuaria pagando o mesmo que antes –com a alíquota mais alta sendo aplicada apenas ao valor excedente.
Por exemplo, uma empresa que ultrapassar a receita máxima de sua faixa de tributação em R$ 1.000 só pagará o imposto com alíquota maior sobre essa diferença de R$ 1.000.
A aprovação do projeto beneficiará 4,9 milhões de optantes do Super Simples.
“A ideia é substituir escadas íngremes por rampas suaves'', diz o presidente do Sebrae e ex-ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos.
“Medidas como essa elevam a confiança dos empresários e estimulam a retomada de contratações.''

Fonte: UOL

13/6/2016

“O milagre de Hudson” é a história de um piloto americano que conseguiu fazer um pouso forçado no rio Hudson em New York em janeiro de 2009, após perder o controle dos motores. Somente depois de todas as pessoas a bordo e a tripulação terem sido salvas, foi que o comandante Chesley Sullenberger saiu do Airbus. Todas as pessoas foram resgatadas sem tumulto e aparentavam certa calma. Ao serem perguntadas, elas disseram que permaneceram calmas porque a tripulação parecia calma, e esses disseram que o equilíbrio permaneceu presente porque o piloto estava seguro e tranquilo.

O piloto quando perguntado, respondeu: “Eu nunca estive tão nervoso em minha vida, mas também nunca estive tão calmo em minha vida”. Ou seja, numa situação limite, de extremo risco, Sullenberger conseguiu permanecer alinhado com sua missão, seu mais elevado propósito: “salvar vidas”. Por conta de sua missão, ele conseguiu controlar as emoções e conduzir o avião num pouso seguro. Essa história é bastante interessante para fazermos analogia com o papel do líder empresário ou a todas as pessoas que ocupam cargos de alto escalão, aqueles que estão no papel de comandar e apontar o caminho.

O cargo de quem se encontra no lugar mais alto da pirâmide é o mais cobiçado, porém é um dos mais solitários. Na maioria das vezes não podem dividir suas angústias e inseguranças quando elas surgem. Principalmente em momentos em que é fundamental tomar decisões difíceis, que afetarão diretamente a vida das pessoas e a vitalidade da empresa. Como tomar decisões assertivas em meio ao caos? O comandante conseguiu o que parecia impossível porque se manteve alinhado com o seu mais alto valor, com a sua missão.

Num momento de instabilidade econômica e política, muitos empresários se encontram numa “sinuca de bico”, como diz o ditado. Sabem que têm que agir, porque se ficarem estagnados perderão a competitividade em um cenário mundial onde as transformações se dão muito rapidamente. Mas ao mesmo tempo, deve-se ter cautela. Sabem que precisam apontar as direções e, para que isso aconteça, se faz necessário ter muitas capacidades para avaliar todos os prós e contras. Nem sempre é uma tarefa fácil – aliás, bem difícil -, principalmente quando os contras estão muito acentuados e parecem ter proporções gigantescas. Se ficar estagnado, pode perder rentabilidade e posicionamento; se for afoito, pode correr riscos de perder mais ainda por conta de decisões inadequadas.

Medidas desacertadas impactam negativamente no coração da empresa - o comercial financeiro. No entanto, os empresários e líderes em geral são pessoas normais, de carne e osso, com emoções e sentimentos iguais a todas as outras pessoas. A diferença é que: se as pessoas comuns se sentirem amedrontadas e falarem com as demais a respeito de suas perspectivas negativas, o que disserem não passará de falácia. No entanto, colocações erradas de um líder podem funcionar como uma bomba, verdadeiros venenos para o empreendimento.

É importante lembrar que todas as decisões e comportamentos são resultados de um modelo mental, por trás de toda ação está o padrão de pensamento, de crenças e de valores. Ao tomar uma atitude o líder inevitavelmente visita as informações armazenadas, aprendidas com experiências passadas. A questão é que em momentos de crise os comportamentos que davam resultado antes, tendem a falhar. Isso acontece porque em meio ao caos, as regras do jogo mudam. As cartas são embaralhadas novamente - os clientes batem menos na porta.

Para voltar à espiral de crescimento com progresso, é fundamental que o empresário revisite sua história no intuito de aprender, de mudar, de realinhar os valores e crenças, para ter como resultado nova forma de pensar e agir. Ao reorganizar os valores e reestruturar a própria identidade, soluções inéditas surgem. Em tempos de dificuldades, é preciso mudar a mentalidade, mudar a postura – e isto não é fingir que a crise não existe, mas olhar para ela sem se contaminar com o descontentamento generalizado. É ter sabedoria para buscar coragem e firmeza dentro de si e ser capaz de transmitir esperança para os clientes. Colocar foco no que interessa, no resultado desejado e alimentar o futuro no sentido de criar visão fortalecida capaz de contagiar as outras pessoas. É ser capaz de continuar sonhando quando a maioria está congelada no medo do futuro.

Nesse momento de transição e mudança é necessário a presença de um profissional capacitado para auxiliar líderes a se moverem com confiança, sem perder o foco - o que é bastante fundamental. O Coach é um profissional muito importante nessa escalada. É um profissional que tem competência para ouvir e fazer perguntas poderosas, que ajudam os empresários e líderes em geral a encontrarem o caminho de volta aos trilhos. O processo de Coaching Generativo é muito interessante e eficiente para auxiliar os empresários e pessoas em posição de liderança; pois além de ajudá-los a estabelecer e seguir metas, o processo se dá em níveis mais elevados da percepção humana, que são as crenças, os valores e a identidade. Melhor dizendo, o Coach Generativo ajuda o cliente a descobrir algo novo, traz o inédito para o campo da materialização. Isso cria um senso de missão totalmente alinhado com a ambição independente do quanto grande - ou melhor, o líder quer ser reconhecido e para onde pretende conduzir a empresa.

Estamos vivendo num momento em que os consumidores buscam mais que um produto em si. As pessoas querem o valor agregado. De um modo geral, há uma atenção para as questões de sustentabilidade, integridade e meio ambiente. Quando o empreendedor alinha seu propósito, intenção, visão e missão, naturalmente a ambição do que se quer criar no mundo vai para além do agora. Quando uma pessoa está alinhada com o seu propósito e missão, ela tem uma causa que vai além do valor material que a motiva seguir em frente com entusiasmo.

O pensamento do empreendedor de ponta, moderno, não visa somente o dinheiro, mas também qual é o legado que deixará para as próximas gerações, que fará com que ele tenha orgulho de sua biografia. As perguntas que pode fazer a si mesmo são as mais poderosas, tais como:

Visão: “O que você quer criar no mundo através de você, que está além de você? O que você quer ver demais e de menos no mundo? O que é o mundo ao qual você quer pertencer? ”

Missão: “Qual será a sua contribuição única para fazer a sua visão acontecer? Quais são as especiais habilidades, capacidades, recursos e ações que você vai promulgar para ajudar a alcançar a visão? ”

Ambição: “Que tipo de vida você quer criar para si mesmo? Para os seus filhos e netos? Que tipo de estado e desempenho que você deseja alcançar com relação a si mesmo e aos outros? O que gostaria de ser capaz de adicionar ao seu currículo ou biografia? ”

Papel: “Que tipo de pessoa você precisa ser para criar a vida que você quer? Quais são as principais competências necessárias para ser este tipo de pessoa? ”

Fonte: Administradores

13/6/2016

A Receita Federal esclarece que as empresas que apuram pelo regime monofásico – no qual um contribuinte é responsável pelo tributo devido pela cadeia toda – podem usar créditos de Pis e Cofins oriundos da venda de produtos isentos, suspensos, que tenham alíquota zero ou sobre os quais não incidam as contribuições.

A regra vale tanto para as empresas do regime cumulativo quanto as do não cumulativo. O novo posicionamento foi expresso por meio da publicação do Ato Declaratório Interpretativo (ADI) n º 4 da Receita.

Além disso, em relação às receitas decorrentes da venda de álcool para fins carburantes, a norma esclarece que elas estiveram sujeitas ao regime de apuração cumulativa da Contribuição para o PIS e da Cofins até 01 de outubro de 2008, aplicando-se a tais receitas, a partir dessa data, o regime de apuração não cumulativa das contribuições, salvo disposições contrárias estabelecidas pela legislação.

Fonte: Diário do Comércio

6/6/2016

As empresas do Simples Nacional, que possuem mais de cinco funcionários, serão obrigadas, a partir de 1° de julho, a usarem certificado digital para prestarem informações trabalhistas, fiscais e previdenciárias por meio da GFIP e do eSocial.

A adequação segue um cronograma, previsto desde dezembro do ano passado, quando empresas do regime simplificado com mais de 10 funcionários foram obrigadas a adotar o certificado, e vai até julho de 2017, quando a exigência deve ser adotada por empresas com mais de três funcionários.

A medida é decorrente da Resolução do Comitê Gesto do Simples Nacional (CGSN) nº 125, que altera dispositivos da Resolução CGSN nº 94/2011

Fonte: Diário do Comércio

6/6/2016

Tramita na Câmara dos Deputado o Projeto de Lei (PL) 4685/16 que inclui o aviso prévio indenizado entre as verbas trabalhistas de caráter indenizatório que são isentas de contribuição previdenciária.

O aviso prévio é a comunicação obrigatória do empregador ao empregado, ou vice-versa, da intenção de romper, sem justa causa, o contrato. Durante esse período (30 dias mais 3 dias por ano de trabalho), o empregado pode optar por manter ou não seu vínculo de emprego.

Hoje, a legislação que trata da organização da seguridade social (Lei 8.212/91) determina que a verba recebida nos casos de aviso prévio trabalhado está sujeita tributação. Entretanto, deixa de mencionar o caso da verba indenizatória recebida quando há quebra de contrato entre as rendas não tributáveis.

Segundo o autor da proposta, deputado Marinaldo Rosendo (PSB-PE), mesmo após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconhecer a cobrança tributária indevida, a Receita Federal continua exigindo das empresas o pagamento de contribuição previdenciária sobre a verba indenizatória.

O deputado acredita que a medida pode evitar gastos desnecessários com burocracia administrativa e judicial e melhorar a segurança jurídica, pacificando um conflito que nem deveria existir.

Fonte: Agência Câmara

6/6/2016

Negócios lucrativos, essa é a grande aposta para quem quer unir sucesso profissional com qualidade de vida, mais quais são esses negócios, onde encontrar e como implementar? Ficou curioso? Continue lendo e confira.
Para que você saiba mais sobre negócios lucrativos, reunimos aqui algumas informações que valem a pena conhecer e tem ajudado a inúmeros empreendedores brasileiros a ter sucesso como empreendedores.

IDEIAS DE NEGÓCIOS LUCRATIVOS PARA VOCÊ IMPLANTAR

Todo grande empresário ergueu seu império a partir de uma ideia valiosa. A partir da criatividade e sabendo aproveitar bem as oportunidades que se apresentaram estes empreendedores tiveram que começar pequeno, até o conquistarem o grande reconhecimento.

Assim como eles, você também pode construir uma empresa forte, sólida e bem-sucedida, mesmo tendo poucos recursos no momento, basta se empenhar, manter o foco e acreditar no potencial do seu projeto.

Para ajudar nesta caminhada rumo ao sucesso, neste post separamos indicações sobre os segmentos mais lucrativos para incentivar sua criatividade empreendedora e além disso, damos algumas recomendações sobre algumas ideias simples de serem implantadas, que podem ajudar a obter um lucro rápido, com um pouco de empenho.

SEGMENTOS MAIS LUCRATIVOS

Um estudo realizado pela revista norte americana Inc, analisou dados e desempenhos históricos de diversos segmentos do mercado e elegeu alguns que se destacaram com resultados muito positivos.

Se você está em busca de oportunidades muito lucrativas, pode começar pensando em soluções inovadoras para os 10 mercados com maior destaque nesta pesquisa que foram:

● Saúde
● Serviços de TI
● Oferta de produtos e serviços corporativos
● Energia
● Serviços Financeiros
● Recursos Humanos
● Logística e Transportes
● Produtos e serviços para consumidores
● Construção
● Telecomunicações

IDEIAS DE NEGÓCIOS LUCRATIVOS FÁCEIS

Se mesmo conhecendo as oportunidades mais lucrativas do mercado você ainda preferir soluções de negócios lucrativos mais rápidos, experimente iniciar com algumas atividades como:

1- TRABALHAR COM MAQUIAGEM E MERCADO DE ESTÉTICA
O mercado da beleza e estética oferece inúmeras oportunidades, especialmente no Brasil, um dos países líderes no consumo deste tipo de produto e de serviços relacionados. Você estará atuando no setor de serviço a consumidores, um dos mais promissores na lista da revista Inc e poderá iniciar com atividades como: serviços de maquiador (a) para festas e ocasiões especiais ou revendedor (a) de produtos de beleza, por exemplo.

2- VENDA DE DOCES GOURMET

A alimentação sempre é uma área bem vista no mundo dos negócios e também se mostra com um leque muito vasto de oportunidades. Trabalhando em casa é possível iniciar um trabalho de produção de doces gourmet, com ingredientes e acabamentos diferenciados, que permitem cobrar valores até 5x superiores aos doces comuns.

3- MANICURE À DOMICÍLIO

Se você tem o talento de fazer unhas bem-feitas ou o interesse em aprender, aproveite a oportunidade de se tornar uma manicure à domicílio, atendendo clientes de forma personalizada e começando com poucos gastos em infraestrutura, tendo assim, alta taxa de lucro.

4- LIMPEZA DE CARROS

Com a demanda de carros que existe, os serviços de limpeza de veículos são muito requisitados e investindo em um bom atendimento e gestão de relacionamento com clientes de qualidade, será possível se destacar facilmente.

5- MONTAGEM DE UM FOODTRUCK

Os famosos carrinhos de comida que já são febre internacionalmente, vem se expandido por todo o país. Se você tem o dom culinário, pode definir um nicho como culinária internacional, culinária regional, doces gourmet, hamburguers especiais, salgados, entre tantos outros e aproveitar todo este sucesso.

Fonte: Emprega Brasil

30/5/2016

De acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, o número de empresas abertas incluindo matrizes e filiais no país alcança aproximadamente os 17 milhões, distribuídas entre os setores varejistas, atacados e veículos, peças e motocicletas.

No entanto, para ser um empresário não é preciso ter apenas dinheiro e tempo, mas sim responsabilidade e conhecimento para gerir uma empresa. Segundo a neurocoaching Kátia Nascimento, diversos estudos ressaltam que um empresário deve ter características específicas como iniciativa, atitude, capacidade de planejamento, autoconfiança, liderança, persuasão e perseverança. Entretanto, um grande empresário possui estas características em alta performance.

“Existem regiões do cérebro envolvidas na autoconsciência que nos ajudam na tomada de decisões em geral e, agindo da maneira correta, é possível elevar os padrões dos comportamentos citados anteriormente. Esta ação tem a ver com a dinâmica neural, ou seja, a relação do nosso cérebro pensante e as áreas subcorticais” indica a profissional. Por isso alcançar um alto desempenho não é uma tarefa fácil, embora seja simples.

De acordo com Kátia, a mudança pessoal é um processo no qual ocorre a substituição de determinados comportamentos e atitudes por outros. O primordial nesses casos é ter vontade, pois sem ela é impossível atingir qualquer mudança. “O que está na nossa mente é que determina como a pessoa irá agir e o quanto de vontade ela terá em praticar esta ação”, explica.

Quando criança, geralmente, o que se aprende é repetido, fixando o padrão aprendido no cérebro. “Estes hábitos cultivados vão criando “histórias” na mente e desenvolvendo discursos internos que são as crenças, que podem nos limitar ou nos fortalecer. O entendimento de como cérebro funciona permite ao Coach oferecer aos empresários, os estímulos corretos para acelerar o processo de ação e promover mudanças duradouras”, conclui a profissional.

Dessa forma, o coach apoia o empresário na busca de realizar o objetivo, ajudando a traçar as diversas metas que somadas levam-no ao encontro do objetivo estabelecido dentro do processo de coaching.

Fonte: Administradores

30/5/2016

O governo do presidente em exercício Michel Temer vai apresentar em 90 dias uma proposta de revisão das leis trabalhistas. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, defende que sejam feitas alterações na legislação para adequar pontos dos contratos de trabalho e evitar judicialização. Para ele, "o trabalhador se acha desprotegido" e "o empresário não contrata porque tem medo da Justiça".

Em meio ao debate sobre flexibilização das regras da CLT, ele afirmou que o trabalhador vai ajudar a definir até que ponto pode fazer sacrifícios, mas disse que direitos essenciais serão preservados. Nogueira ressaltou que o governo não vai chamar as mudanças de "reforma trabalhista", mas de "readequação à realidade".

O ministro defendeu a presença de investigados pela Operação Lava Jato no governo Temer e disse ter fé de que a retomada do emprego virá a partir de julho, com a melhora na confiança. Pastor evangélico da Assembleia de Deus, disse que tem compromisso com os trabalhadores e rebateu críticas. "Por que um crente não pode ser ministro?", afirmou.

A seguir, os principais trechos da entrevista:

Qual o seu diagnóstico sobre o Ministério?
De uma hora para outra, eu me vejo ministro do Trabalho. Me vejo consciente de que essa é a continuidade do governo, não um novo governo. As políticas públicas do Ministério do Trabalho eram propostas da chapa de Dilma-Temer, então não tem muito o que inovar.

Mas a visão econômica de Temer é diferente.

A orientação do presidente foi no sentido de sinalizar para os atores do mundo do trabalho a disposição do governo de aprimorar o diálogo. As medidas e os programas atuais serão aprimorados.

O setor produtivo reclama da rigidez da CLT. Permitir a negociação entre patrão e empregado é uma boa saída?
Direitos essenciais serão preservados - o FGTS, o PIS, férias, o décimo terceiro, a carga horária. Agora, é necessário adequar a legislação, dadas as novas oportunidades de mercado que surgiram hoje. Mas o trabalhador não vai ser surpreendido, ele vai ser partícipe na elaboração de qualquer marco que porventura venha acontecer. Nada será impositivo.

O acordo entre empregador e funcionário entrará em pauta?
Tem de formar uma mesa tripartite. O trabalhador, o empregador e o governo vão definir quais pontos precisam ser aprimorados em termos de legislação para diminuir as demissões, aumentar as admissões, trazer mais segurança jurídica aos contratos. Que o contrato seja específico e claro para ambas as partes. Se eu antecipar uma opinião, eu estou buscando adesão, não estou buscando construção. E a ideia do governo é construir.

Como retomar o emprego?
Uma medida fundamental é o que já está sendo feito: pacificar, distensionar expectativas, acreditar no futuro. O Brasil pode superar este momento já no segundo semestre. Eu tenho fé, eu tenho confiança de que, a partir de julho, estaremos colocando a primeira marcha para retomar o crescimento.

O governo vai retomar a discussão sobre a terceirização das atividades fim?
Como é um tema ainda em discussão, o trabalhador, empregador e o governo estarão na mesa. A realidade é que os trabalhadores que atuam hoje na terceirização estão desprotegidos. O que precisa é tipificar quais atividades poderão ser objeto de uma terceirização.

Qual será a parte do trabalhador no sacrifício dito pelo presidente em exercício Michel Temer para sair da crise?
O trabalhador nesse sacrifício? Os trabalhadores vão se sentar à mesa e definir até onde podem fazer esse sacrifício. É um conjunto de esforços. Todos nós queremos o melhor para o Brasil.

Quando serão anunciadas as primeiras propostas?
Em 90 dias.

Podemos falar em reforma trabalhista?
Não, não fala em reforma trabalhista. Fala em adequação à realidade. A lei trabalhista no Brasil é boa, ela protege o trabalhador. O que precisa é adequar alguns pontos no que diz respeito ao contrato. Por que os empresários reclamam do contrato de trabalho? O que gera o conflito? O trabalhador se acha desprotegido e tem de buscar a proteção na Justiça; o empresário não contrata porque tem medo da Justiça.

A Operação Lava Jato compromete a atuação do governo?
O que diz o livrinho? Alguém é considerado culpado só depois de transitado e julgado. As garantias da Constituição que eu quero para mim, não posso tirar do outro. Como você vai exercer um juízo sobre um processo em que você não conhece os autos? Vamos acreditar na Justiça e, até que se configure o desfecho final, ninguém é considerado culpado. O decorrer do processo tem o amplo direito de defesa.

Mas julgamentos desse tipo levam anos. Não seria o caso de haver um afastamento?
Não compete a mim fazer esse juízo.

Há um paralelo entre a sua formação religiosa e a sua atuação no governo?
Todos os outros ministros têm uma religião. A religiosidade é muito íntima e muito pessoal. Tenho meus princípios de fé e são fundamentais para a minha vida. Todos os outros ministros, nos outros poderes, artistas, todas as pessoas têm a sua religiosidade. Por que um crente não pode ser ministro?

Fonte: IG – Economia

30/5/2016

Além das atividades relacionadas a registros, organização de balanços financeiros e pagamento de impostos, o contador tornou-se um profissional essencial no processo de tomada de decisões para diversos empreendedores. Em meio a tanto planejamento estratégico, investimentos e decisões que envolvem o dia a dia de uma empresa, muitos gestores acabam se descuidando de questões burocráticas essenciais a todo negócio. Porém, quem já se esqueceu de pagar por um determinado imposto, apresentar um balancete à fiscalização ou fazer um levantamento relevante sabe o quão valioso é ter um contador para cuidar dessas questões.

O profissional contábil é, portanto, essencial a todo empreendimento, pois sua atuação vai além dos aspectos puramente técnicos. Atualmente, além de organizar as contas a pagar, impostos, registros e balanços, o contador também é peça-chave no assessoramento e na consultoria de gestão das empresas, deixando de ser um simples prestador de contas.

Hoje, a contabilidade acaba tendo um papel tanto fiscal quanto societário, de modo que você, como contador, sabe que é responsável tanto pelas informações acerca da incidência e apuração de impostos devidos, como também cuida dos atos práticos e registros essenciais para as demonstrações contábeis na prestação de contas dos seus clientes.

As informações geradas a partir do trabalho da contabilidade são fundamentais para o processo de decisão de administradores e gestores. Sem essa visão, muitas empresas acabam adotando estratégias pouco eficientes e podem prejudicar os bons resultados e o alcance de metas estabelecidas nos seus respectivos negócios. Muitos procedimentos internos resultam de um bom desempenho do contador. Em momentos de crise, sua atuação é ainda mais relevante, na medida em que é você o profissional capaz de traçar um bom panorama sobre a situação financeira daquela empresa.

Por se tratar de uma peça fundamental na vida de uma empresa, que realiza diversas atividades essenciais, o contador assume responsabilidades junto aos gestores, como veremos a seguir. Além disso, é um profissional indispensável tanto na abertura quanto no fechamento de uma empresa. Veja quais são as atividades que só um contador pode fazer pelos seus clientes:

Atividades essenciais

No cotidiano de uma empresa, o contador é responsável por realizar os registros contábeis, organização e controle financeiro, fluxo de caixa e orçamentos, prestação de contas, balancetes mensais e demonstrações contábeis.

Mensalmente, o contador deve prestar informações relativas ao balancete contábil e ao pagamento de contribuições, impostos e encargos. Planilhas de cálculos também são de responsabilidade do contador, assim como manter em dia os livros fiscais.
Abertura

Em geral, o contador é o profissional que acaba orientando sobre o formato jurídico que a empresa poderá adotar - o que influencia diretamente no regime fiscal no qual ela vai se encaixar. O contador também estrutura todos os procedimentos a serem realizados para a abertura da empresa, definindo as autorizações e licenças necessárias para sua viabilidade e adequação às normas vigentes.

Embora não seja o profissional competente para redigir o contrato social, o contador, em razão da sua experiência com fluxo de caixa e outras demandas relacionadas ao financeiro, pode auxiliar na elaboração desse documento, ajudando a estruturar regras que impactam diretamente no regime tributário e financeiro da empresa.

Ser um profissional atualizado, principalmente no que se refere à legislação, é um quesito obrigatório para quem atua na área. Isso porque diversas alterações na legislação trazem implicações diretas na estruturação e formalização das empresas. Por fim, todos os atos de registro que formalizam a existência da empresa na Junta Comercial também podem ser realizados por um contador.

Fechamento

Outra questão onde a presença de um contador é fundamental diz respeito ao encerramento da empresa. Cabe a você, como profissional contábil, orientar o empreendedor sobre quais passos devem ser tomados até a oficialização do fechamento.
Neste sentido, o contador é responsável por realizar o balanço de encerramento das atividades, inventário, pagamento de credores e levantamento de recebíveis. Além disso, é preciso definir como será feito o compartilhamento dos bens e o processo de liquidação quando necessário. O processo de fechamento de uma empresa não é simples e demanda a formalização de um distrato comercial, declarações fiscais de encerramento e baixas em órgãos em que a empresa mantém o registro. Realizar esse procedimento com uma boa orientação pode evitar complicações e inconvenientes, principalmente envolvendo sócios.

Responsabilidades do contador

Por se tratar de um profissional essencial na vida de uma empresa, a legislação atribui uma série de responsabilidades ao contador. Um aspecto bastante sensível na relação entre contadores e administradores diz respeito à responsabilidade solidária atribuída ao profissional em decorrência de atos dolosos praticados contra terceiros.

Dessa forma, caso haja um ocultamento de informações contábeis relevantes por meio da apresentação de balanços falsos, por exemplo, o contador responde junto ao responsável legal pela empresa. Isso significa que, caso o contador pratique a ocultação de informações contábeis de forma intencional, ele pode responder, inclusive, com seus bens pessoais para ressarcir eventuais danos causados por essa conduta. Caso aja com imprudência, liberando um balanço com um erro involuntário, o contador responde perante a empresa.

Diante desse cenário de responsabilização, o contador deve ter em mente que a sua relação profissional junto à empresa de seu cliente deve ser a mais harmoniosa, organizada e transparente, evitando problemas que possam gerar prejuízos tanto para a empresa quanto para sua carreira.

Agilidade e eficiência nos serviços contábeis

Seja pelas responsabilidades, seja pelas atividades essenciais ao cotidiano de uma empresa, o contador é um profissional imprescindível que pode auxiliar no bom desempenho da gestão e na tomada de decisões estratégicas.

Para prestar serviços de contabilidade com maior eficiência e agilidade, hoje o contador já pode contar com softwares de gestão contábil, que permitem gerar informações de natureza tributária e financeira com rapidez, além de folhas de pagamento e outros dados essenciais, proporcionando segurança e rentabilidade para o administrativo da empresa.

Através do software, o contador pode trabalhar com um sistema eficiente de administração de impostos, além de tabelas legais carregadas automaticamente e atualização constante de informações essenciais para o desempenho de suas atividades.

Fonte: Sage

23/5/2016

Informamos que nos dias 26 e 27 de maio, não haverá expediente na Diagrama devido ao Feriado de Corpus Christi.