23/5/2016

A felicidade e o trabalho nem sempre andam lado a lado. Segundo pesquisa da Gallup, só 13% se consideram felizes no trabalho.

Você mesmo se considera um deles?

Se o ambiente de trabalho é repleto de gente infeliz, então como manter bons resultados? É quase impossível. Se uma pessoa não está satisfeita no trabalho, seus resultados serão sempre aquém de sua capacidade. A empresa perde e o profissional perde.

Você não conseguirá alterar todos os fatores que o impedem de ser feliz no trabalho, pois a cultura da empresa não vai mudar tão facilmente, o chefe não vai deixar de ser áspero de uma hora para outra e seus colegas não vão ficar mais bonzinhos do dia para a noite.

Mas há aspectos que você pode mudar para ser mais feliz no trabalho.

1. Tenha um propósito

O fator que mais leva profissionais a não gostarem do trabalho ou da empresa é não saber o porquê de tanto trabalho. Você trabalhou 40, 50 horas por semana e para onde foi tudo isso? Para que serviu o seu trabalho? Procure enxergar a importância do seu trabalho para a empresa e para os clientes, mesmo que seu chefe nunca demonstre isso para você.

2. Seja organizado

O acúmulo de tarefas e papeis parece o status quo de qualquer mesa de trabalho e caixa de entrada, mas não precisa ser sempre assim. Se você tem muito trabalho, liste tarefas, se você tem muita coisa para fazer, documente. Crie também o hábito de usar uma agenda para marcar compromissos e tarefas.

3. Não se compare com os outros

Lembra que a sua mãe dizia: "Seu primo já fez outra faculdade e trocou de carro mais uma vez.", "Sua irmã foi promovida de novo." Você detestava ser comparado com as outras pessoas, não é?

Como coach eu notei que as pessoas fazem isso com elas mesmas sem nem notar. Você está sempre se comparando com os colegas do departamento, ou da mesma idade, com amigos com quem estudou junto, com o Steve Jobs na sua idade, entre outros.

Este tipo de atitude leva a um comportamento de desmotivação e autodestruição. Esqueça das outras pessoas. E daí que Mozart compunha com cinco anos? Você também pode fazer o que quiser. Só foque em si mesmo e nunca mais nos outros.

4. Evite ser multitarefa

É lindo dizer que você é um profissional multitarefa, seu chefe vai adorar ouvir e os departamentos de RH vão considerar você em melhor estima.

Mas o problema é que as pessoas agora acham que têm que fazer 92 coisas ao mesmo tempo para manter as expectativas em alta e mostrar como são bons profissionais.

O segredo aqui é você abraçar múltiplas tarefas, mas na hora de executá-las, fazer uma por vez. Fazendo isso, você evita o efeito Zeigarnik que não te deixa esquecer de tudo o que ainda tem para fazer e consegue se manter são. E mais produtivo ao riscar tarefas inteiras ao invés de pedacinhos de tarefas.

5. Pense a longo prazo

Trabalhando assim você quer chegar aonde no próximo ano? E daqui a dois anos? Você já parou para pensar nisso?

A sua empresa tem um plano de carreiras sólido, isto é, tem lugar para você crescer?

Um amigo meu traça planos de dois anos em cada empresa, se não funcionar ele volta para o mercado e procura outra empresa. Trace seus planos pessoais e trabalhe para fazer deles realidade. Se não der certo, saia da empresa e procure uma em que suas metas possam ser atingidas.

6. Sorria mais

Com tanto trabalho e problemas no mundo às vezes nos esquecemos de dar um sorriso ou uma boa gargalhada. Isto também conta muito para a nossa felicidade.

Existem empresas em que não é permitido sorrir, dessas empresas você foge. E existem aquelas com o clima leve, o que ajuda a amenizar o trabalho.

7. Crie seu espaço



Passamos mais tempo no trabalho do que em casa, então uma boa coisa a se fazer é deixar aquele seu espaço com um toque pessoal. Pode ser foto da família, action figures, uma caneca personalizada, entre outras coisas.

O importante é que naquela selva de papel e madeira você tenha algo para se sentir no seu mundinho.

8. Encontre parceiros

É bom fazer amigos no mundo corporativo, pelo networking futuro, mas também pelo dia a dia de trabalho. Ter colegas parceiros faz o seu trabalho ser mais produtivo tocando a bola mais facilmente para eles e na hora de discutir ideias.

Além disso, é bom ter uma válvula de escape para jogar conversa fora.

9. Ajude seus colegas

Ajude seus colegas em tarefas (desde que não atrapalhe as suas). Desta forma você está fazendo a equipe ser mais produtiva, aliviando o peso do colega e proporcionando a você um senso de dever cumprido ajudando alguém em apuros. É bom ajudar as pessoas, um dia que pode ser ajudado é você.

Não seja mesquinho.

10. Respire

O trabalho dobrou? O clima azedou? O chefe endoidou? É hora de esticar as pernas.

Vá dar uma volta pela empresa, lavar o rosto ou beber água. Tem horas em que o conflito não vale a pena e chorar também não. É bom espairecer de vez em quando.

11. Afaste-se das pessoas negativas

A atmosfera de algumas empresas tem uma nuvem preta no alto. Mesmo dentro do escritório. São pessoas que reclamam dos inúmeros problemas da empresa (normalmente é até verdade), do chefe arrogante, do colega mau caráter, da pilha de trabalho, das horas extras, entre outros fatores.

O problema é que reclamar não é mudar. Ficar remoendo os problemas faz mal para o estômago. Se a empresa carrega uma cultura de injustiça é melhor não perder o seu tempo e abandonar logo o barco.

12. Deixe os problemas pessoais em casa

Casa é casa e trabalho é trabalho. Não misture as coisas.

Se as coisas não vão bem dentro de casa, ninguém na empresa tem culpa. Destratar as pessoas ou ficar choroso não é nada bom e não vai ajudar em nada.

Levante a cabeça e esqueça dos problemas, dê o seu melhor e quando voltar para casa você se preocupa com os outros problemas.

13. Comemore as vitórias




Cada projeto que deu certo é uma conquista, cada cliente novo que você trouxe é fantástico e cada lista de tarefas riscada tem um sabor doce. Comemore.

Não espere a empresa ou seu chefe pensar em tudo e organizar uma comemoração formal com camisetas da empresa e música ambiente. Não.

Comemore com sua equipe, com sua esposa, com seu marido, com sua família e até sozinho.

Apenas comemore as pequenas vitórias e as grandes vitórias. Você fez por merecer.

14. Reflita se o dia valeu a pena

O que você conseguiu terminar de fazer hoje? É aqui que abandonar aquele comportamento multitarefa vai fazer as coisas terem um sentimento de completude. Seu cérebro vai fazer você se sentir melhor notando que o dia foi produtivo e há menos trabalho a ser feito. Você vai respirar mais aliviado também.

Conclusão para ser mais feliz no trabalho
O ambiente de trabalho, postura do seu líder (ou chefe), atmosfera da empresa e caráter dos donos da empresa não podem ser mudados por você de uma hora para outra.
Mas há muitas maneiras de você ser feliz no seu trabalho. Você não depende de ninguém para isso.

O sucesso é a única possibilidade!

23/5/2016

A Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013) pode ser alterada por iniciativa do senador Raimundo Lira (PMDB-PB), presidente da Comissão Especial do Impeachment (CEI). Ele é autor de projeto de lei que endurece a punição para empresas envolvidas em irregularidades contra o setor público. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) já está pronta para votar a proposta.

O PLS 614/2015 aumenta a multa aplicada a empresas envolvidas em atos lesivos ao patrimônio público. Hoje, essa taxação oscila entre 0,1% e 20% do faturamento bruto do último exercício anterior ao da instauração do processo administrativo, excluídos os tributos. O projeto fixa a multa entre 0,3% e 25% do faturamento bruto.

Para as empresas já enquadradas criminalmente por atos de corrupção contra a administração pública que voltarem a incorrer na prática, a multa será de 0,5% a 30% do faturamento bruto do último exercício anterior ao da instauração do processo administrativo, excluídos também os tributos. A empresa ficará sujeita ainda a suspensão temporária de suas atividades por dois a seis meses e até ao encerramento de suas atividades, se voltar a transgredir pela terceira vez.

“Criar novas e mais duras penalidades para empresas que participam desses ilícitos é uma medida imperiosa, que permitirá punir com mais rigor as pessoas jurídicas que incidem em condutas condenadas pela lei e terá o caráter pedagógico de desestimular as que chegarem a cogitar trilhar os caminhos da ilicitude no trato com a administração pública”, observou Lira na justificação do projeto.





Acordo de leniência

Esse conjunto de medidas contou com o aval da relatora na CCJ, senadora Simone Tebet (PMDB-MS).

“Constata-se que essa legislação não tem sido capaz de reprimir eficazmente o cometimento de ilícitos contra a administração pública por parte de pessoas jurídicas. Muitas dessas empresas avaliam que compensa infringir as normais legais, em face de sanções débeis que propiciam a prática de atos de corrupção, hoje tão presentes no âmbito governamental em todas as suas esferas administrativas”, argumentou Simone Tebet no relatório.

Com o advento dos acordos de leniência, introduzidos na Lei Anticorrupção por medida provisória em 2015, a relatora apresentou emenda para ajustar o PLS 614/2015 à nova realidade jurídica. Assim, propôs que as sanções mais rigorosas sejam aplicadas às empresas envolvidas em delitos com o setor público caso não tenha sido firmado acordo de leniência na esfera administrativa. Esses acordos são feitos com o governo para aliviar a punição das empresas que colaborarem na investigação de desvios contra a ordem econômica.

O PLS 614/2015 terá votação terminativa na CCJ. Se for aprovado e não houver recurso para exame pelo Plenário do Senado, será enviado direto para a Câmara dos Deputados.

Fonte: Agência Senado

23/5/2016

O que é
A partir de abril de 2016, as instituições financeiras podem realizar a abertura e o encerramento de contas de depósitos à vista (conhecidas como conta corrente ou conta bancária) ou de poupança por meio eletrônico. A oferta do serviço é facultativa e vale apenas para contas de pessoas físicas.
É permitida, ainda, a utilização de assinatura digital, a ser coletada por meio de dispositivos eletrônicos.
Não se trata de um novo tipo de conta, apenas da possibilidade de uma conta ser aberta sem a necessidade de o cliente ir a uma agência bancária. Não há cobrança de tarifa específica para esse serviço.
As demais regras para abertura e encerramento de uma conta devem ser observadas. São elas: identificação do cliente, contrato do qual conste os direitos e as obrigações das partes envolvidas, tarifas, adequação de produtos e serviços financeiros e prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.
Para garantir a segurança de todo o processo, os bancos devem adotar procedimentos e controles que permitam confirmar a autenticidade dos documentos eletrônicos e das informações prestadas, bem como a identidade do consumidor. Para isso, poderão ser utilizadas informações disponíveis em bancos de dados de caráter público ou privado.
As tecnologias atuais de segurança da informação permitem que todo o processo seja realizado por meio eletrônico. São exemplos desses meios a autenticação digital certificada, o reconhecimento facial e de voz, a criptografia e o rastreamento pelo endereço IP, entre outros.
Não é possível utilizar somente o telefone para a abertura e o encerramento de contas.
Fique atento! As novas medidas que criam a possibilidade de abertura de conta bancária por meio eletrônico não eliminam as condições exigidas anteriormente, como disponibilização de contratos, comprovantes de operações e detalhamento dos serviços oferecidos, e devem exigir maior rigor na comunicação das instituições financeiras com os seus clientes, na tentativa de evitar que os dados fornecidos sejam usados indevidamente por terceiros.
Se a conta for aberta por meio eletrônico, também deverá ser oferecida ao correntista a opção de encerrá-la por esse meio.
O consumidor deve ficar atento às condições oferecidas na abertura de conta por meio eletrônico, restringindo-se a contratar aquilo que realmente necessita – ou seja, fique atento para não comprar produtos desnecessários, como, por exemplo, pacotes de serviço em função da renda, contratação de seguros, títulos de capitalização e cartões de crédito.
Tenha cuidado com mensagens que sugiram links para atualização e confirmação de dados cadastrais, solicitação de senhas, links com vírus maliciosos e mensagens alarmistas para evitar problemas em sua conta bancária. É fundamental estar atento às normas de segurança, confirmando se o site realmente é da instituição financeira, além de exigir comprovantes de abertura e de encerramento da conta e imprimir ou salvar adequadamente os respectivos contratos.
Visando dar mais segurança ao processo, algumas medidas para a identificação dos clientes poderão ser solicitadas, tais como o reconhecimento de imagem (fotografia) e de voz e a exigência de certificado digital.
Regulamentação aplicável
• Resolução nº 4.480, de 25 de abril de 2016
• Resolução nº 2.025, de 24 de novembro de 1993
• Resolução nº 3.211, de 30 de junho de 2004
• Resolução nº 3.919, de 25 de novembro de 2010
• Resolução nº 3.694, de 26 de março de 2009
• Circular nº 3.461, de 24 de julho de 2009
Atendimento ao consumidor
O consumidor pode buscar atendimento no órgão de defesa do consumidor da sua cidade ou do seu Estado, ou, ainda, acessar a plataforma e registrar sua reclamação contra a empresa sempre que se sentir prejudicado.
Para informações, denúncias ou reclamações, o Banco Central disponibiliza os seguintes canais: internet, telefone (145), carta ou atendimento presencial na sede e em todas as capitais onde há representação da Autarquia.
Lei Anticorrupção poderá endurecer pena para empresa envolvida em ilícitos

A Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013) pode ser alterada por iniciativa do senador Raimundo Lira (PMDB-PB), presidente da Comissão Especial do Impeachment (CEI). Ele é autor de projeto de lei que endurece a punição para empresas envolvidas em irregularidades contra o setor público. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) já está pronta para votar a proposta.

O PLS 614/2015 aumenta a multa aplicada a empresas envolvidas em atos lesivos ao patrimônio público. Hoje, essa taxação oscila entre 0,1% e 20% do faturamento bruto do último exercício anterior ao da instauração do processo administrativo, excluídos os tributos. O projeto fixa a multa entre 0,3% e 25% do faturamento bruto.

Para as empresas já enquadradas criminalmente por atos de corrupção contra a administração pública que voltarem a incorrer na prática, a multa será de 0,5% a 30% do faturamento bruto do último exercício anterior ao da instauração do processo administrativo, excluídos também os tributos. A empresa ficará sujeita ainda a suspensão temporária de suas atividades por dois a seis meses e até ao encerramento de suas atividades, se voltar a transgredir pela terceira vez.

“Criar novas e mais duras penalidades para empresas que participam desses ilícitos é uma medida imperiosa, que permitirá punir com mais rigor as pessoas jurídicas que incidem em condutas condenadas pela lei e terá o caráter pedagógico de desestimular as que chegarem a cogitar trilhar os caminhos da ilicitude no trato com a administração pública”, observou Lira na justificação do projeto.





Acordo de leniência

Esse conjunto de medidas contou com o aval da relatora na CCJ, senadora Simone Tebet (PMDB-MS).

O que é
A partir de abril de 2016, as instituições financeiras podem realizar a abertura e o encerramento de contas de depósitos à vista (conhecidas como conta corrente ou conta bancária) ou de poupança por meio eletrônico. A oferta do serviço é facultativa e vale apenas para contas de pessoas físicas.
É permitida, ainda, a utilização de assinatura digital, a ser coletada por meio de dispositivos eletrônicos.
Não se trata de um novo tipo de conta, apenas da possibilidade de uma conta ser aberta sem a necessidade de o cliente ir a uma agência bancária. Não há cobrança de tarifa específica para esse serviço.
As demais regras para abertura e encerramento de uma conta devem ser observadas. São elas: identificação do cliente, contrato do qual conste os direitos e as obrigações das partes envolvidas, tarifas, adequação de produtos e serviços financeiros e prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.
Para garantir a segurança de todo o processo, os bancos devem adotar procedimentos e controles que permitam confirmar a autenticidade dos documentos eletrônicos e das informações prestadas, bem como a identidade do consumidor. Para isso, poderão ser utilizadas informações disponíveis em bancos de dados de caráter público ou privado.
As tecnologias atuais de segurança da informação permitem que todo o processo seja realizado por meio eletrônico. São exemplos desses meios a autenticação digital certificada, o reconhecimento facial e de voz, a criptografia e o rastreamento pelo endereço IP, entre outros.
Não é possível utilizar somente o telefone para a abertura e o encerramento de contas.
Fique atento! As novas medidas que criam a possibilidade de abertura de conta bancária por meio eletrônico não eliminam as condições exigidas anteriormente, como disponibilização de contratos, comprovantes de operações e detalhamento dos serviços oferecidos, e devem exigir maior rigor na comunicação das instituições financeiras com os seus clientes, na tentativa de evitar que os dados fornecidos sejam usados indevidamente por terceiros.
Se a conta for aberta por meio eletrônico, também deverá ser oferecida ao correntista a opção de encerrá-la por esse meio.
O consumidor deve ficar atento às condições oferecidas na abertura de conta por meio eletrônico, restringindo-se a contratar aquilo que realmente necessita – ou seja, fique atento para não comprar produtos desnecessários, como, por exemplo, pacotes de serviço em função da renda, contratação de seguros, títulos de capitalização e cartões de crédito.
Tenha cuidado com mensagens que sugiram links para atualização e confirmação de dados cadastrais, solicitação de senhas, links com vírus maliciosos e mensagens alarmistas para evitar problemas em sua conta bancária. É fundamental estar atento às normas de segurança, confirmando se o site realmente é da instituição financeira, além de exigir comprovantes de abertura e de encerramento da conta e imprimir ou salvar adequadamente os respectivos contratos.

Visando dar mais segurança ao processo, algumas medidas para a identificação dos clientes poderão ser solicitadas, tais como o reconhecimento de imagem (fotografia) e de voz e a exigência de certificado digital.

Regulamentação aplicável

• Resolução nº 4.480, de 25 de abril de 2016
• Resolução nº 2.025, de 24 de novembro de 1993
• Resolução nº 3.211, de 30 de junho de 2004
• Resolução nº 3.919, de 25 de novembro de 2010
• Resolução nº 3.694, de 26 de março de 2009
• Circular nº 3.461, de 24 de julho de 2009

Atendimento ao consumidor

O consumidor pode buscar atendimento no órgão de defesa do consumidor da sua cidade ou do seu Estado, ou, ainda, acessar a plataforma e registrar sua reclamação contra a empresa sempre que se sentir prejudicado.
Para informações, denúncias ou reclamações, o Banco Central disponibiliza os seguintes canais: internet, telefone (145), carta ou atendimento presencial na sede e em todas as capitais onde há representação da Autarquia.

16/5/2016

Nem sempre são necessários grandes investimentos financeiros ou programas muito elaborados para transformar positivamente o ambiente de trabalho. Por meio de pequenas mudanças no dia a dia, grandes transformações podem acontecer. Em seu novo livro, “O poder das pequenas mudanças” (Editora Alaúde), a empresária e escritora Margaret Heffernan mostra como a introdução de hábitos simples e valores novos na rotina de trabalho podem gerar um impacto extremamente positivo nas organizações e aumentar a qualidade de vida dos funcionários, refletindo em suas vidas sociais e nas suas famílias.

Confira abaixo 6 dicas da autora:

1 - Aprenda a ser um profissional monotarefa
Tentar fazer tudo transforma as pessoas multitarefa em editores ruins. Aqueles que tentam ser multitarefa constantemente acham difícil ignorar informações relevantes e demoram mais para se movimentar entre as tarefas. Segundo a autora, o modo como trabalhamos cria o seu próprio círculo de feedback: quanto mais atenção tentamos prestar a tudo, menos discernimento teremos. Quando focamos em algo, aprimoramos nossa concentração e nos lembramos do que fizemos. Sentimo-nos menos exaustos. Então, a monotarefa – focar em uma só tarefa por vez – não é apenas mais eficiente, ela também nos torna mais capazes de usar o conhecimento que obtivemos.

2 - Hora demais, produtividade de menos
Consideramos que trabalhar à noite é heroísmo, jornadas longas são interpretadas como comprometimento. Porém, a produtividade não é linear. Podemos trabalhar bem durante 40 horas por semana, mas não mais do que isso. Depois de 40 horas, ficamos cansados e cometemos erros – e precisamos de mais tempo para consertar a confusão que fizemos. Após um estudo realizado durante 40 anos com funcionários públicos, foi constatado que, a longo prazo, a jornada de trabalho estendida causa os seguintes efeitos: trabalhar por 11 horas ou mais por dia dobra o risco de depressão. Uma jornada de trabalho de 55 horas semanais causa perda-cognitiva já na meia idade, incluindo diminuição do vocabulário, raciocínio, processamento de informação, capacidade de solucionar problemas, criatividade e tempo de reação. Essa deficiência cognitiva leve era também um prognóstico de demência e morte precoce.

3 - Saia para caminhar
Estudos mostraram que a criatividade aumenta quando tiramos uma folga. Quando distanciamos o olhar do trabalho e fazemos algo simples, como uma caminhada, acessamos outras partes do cérebro que nos ajudam a encontrar os insights que necessitamos para chegar ao entendimento ou à solução de um problema. Seja ao ar livre ou na esteira, já foi comprovado que caminhar melhora a geração de ideias novas e úteis. Por isso, antes um brainstorming, quando você ficar emperrado em um problema, ou só porque precisa de uma pausa colocar as ideias no lugar, saia para uma caminhada. Fazer uma caminhada de meia hora pode ser mais produtivo do que ficar até tarde no trabalho.

4 – Perguntas melhores, decisões melhores
As perguntas são o corpo e a alma do conflito construtivo. Elas abrem caminho para o debate, que, quando bem-feito, nos ajuda a ver o que tendemos ignorar, desafiando-nos a pensar melhor, pensar de outra forma. Em seu livro, Margaret aconselha que, no caso de decisões críticas, é recomendável nomear um “advogado do diabo”: alguém cuja tarefa será questionar para obter a desconfirmação, defender posições opostas e trazer à tona os dados e argumentos que foram deixados de lado.

5 - Tire o melhor proveito dos erros
Ninguém está isento ao erro. Entretanto, a forma como o encaramos pode ser feita de forma positiva e produtiva. Se bem-intencionados, os erros não são motivo de vergonha, mas de aprendizado. Em seu livro, a autora apresenta um caso de uma empresa que implantou o “grande livro negro”. Sempre que se cometia um erro, independentemente do nível hierárquico, a pessoa que o cometeu fazia uma anotação nele. Os novos funcionários liam o livro negro ao ingressarem na empresa. “Assim, um simples livro compartilha o aprendizado com os erros – para que eles não sejam repetidos – e transmite uma mensagem poderosa: todos erram”, afirma Margaret. Poder e status não conferem inefabilidade; os erros são a via crucis do progresso.

6 - Não leve trabalho para casa...nem para suas folgas e férias
Pode parecer estranho, mas, para algumas pessoas, se desligar do trabalho exige um sacrifício sobre-humano. Mas como em qualquer forma de vício, há diferentes formas para você se “desintoxicar”. Em seu livro, Margaret fornece algumas dicas como agendar para as férias compromissos que sejam muito difíceis ou caros demais para serem desmarcados, desabilitar o recebimento de e-mails fora do expediente e até mesmo excluir seu e-mail profissional do celular durante as férias. Essas são atitudes altamente recomendáveis para que o período de descanso seja realmente reparador”, conclui a autora.

Fonte: Administradores

16/5/2016

Foi publicada, no DOU - Edição Extra, a Lei n° 13.287/2016, que acrescenta o artigo 394-A à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), impedindo a exposição da empregada gestante e lactante ao exercício de quaisquer atividades, operações ou locais insalubres, devendo, nesta condição, exercer suas atividades em local salubre.
O acréscimo do artigo 394-A estende o direito às empregadas lactantes, além das gestantes, e define o afastamento sem necessidade de comprovação médica.

Fonte: Econet Editora Empresarial Ltda.

16/5/2016

O governo encaminhou ao Congresso recentemente um projeto de lei que propõe tributar o excedente do lucro distribuído de empresas que estão nos regimes do Simples Nacional e do Lucro Presumido. Na prática, se aprovada a proposta, a partir de 2017 todo o lucro dessas empresas passaria a ser tributado.

Hoje, apenas uma parcela dos ganhos está sujeita ao Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ). O lucro que excede a base de cálculo do IRPJ pode ser distribuído para pessoas físicas - como sócios e acionistas das empresas sem a incidência do imposto.

O percentual tributado pelo IRPJ atualmente chega a até 32% da receita bruta das empresas. Vale destacar que, tanto para as empresas do Simples quanto para aquelas do Lucro Presumido, a apuração dos resultados é feita desconsiderando as despesas. O parâmetro é a receita bruta.

Imagine uma empresa do Lucro Presumido que obtenha receita bruta de R$ 1 milhão. A esse montante incidirá a alíquota do IRPJ, que vamos supor seja a máxima, de 32%. Então, o tributo a ser pago equivale a R$ 320 mil.

Entretanto, para fins contábeis, essa empresa tem de calcular o seu lucro efetivo, considerando a diferença entre receitas e despesas. Pela regra atual, caso esse lucro supere 32% da receita bruta (R$ 320 mil no exemplo), o valor excedente poderá ser distribuído sem que seja tributado.

Essa regra é válida desde 1996, amparada pela Lei 9.249/1995. A isenção foi uma espécie de compensação criada na época pelo aumento de impostos para pessoas jurídicas. O projeto apresentado agora pelo governo, na prática, anula os efeitos da Lei 9.249.

Pela proposta, será aplicada uma alíquota do IR de 15% sobre o excedente do lucro distribuído.

O Ministério da Fazenda divulgou comunicado afirmando que o projeto busca fazer justiça tributária. O comunicado traz que se pretende fazer incidir o imposto sobre a renda à alíquota de 15% somente sobre a parcela que atualmente não é oferecida à tributação por ninguém, nem pelo gerador do lucro nem pelo beneficiário.

A medida que visa tributar o excedente do lucro de empresas que estão nos regimes do Simples Nacional e do Lucro Presumido faz parte de um projeto maior, que propõe reajustar em 5% a tabela do Imposto de Renda Pessoas Física (IRPF) a partir de 2017.

Prevê ainda a incidência dessa mesma alíquota de 5% do imposto para heranças acima de R$ 5 milhões e doações acima de R$ 1 milhão, que estavam isentos até agora.

Segundo o Ministério da Fazenda, o aumento de arrecadação anual para 2017 é estimado em R$ 1,57 bilhão com a tributação do excedente do Lucro Presumido e de R$ 591 milhões para a tributação do excedente do Simples Nacional.
O governo ainda estima que o impacto da alteração na tabela o Imposto de Renda para pessoa física é de R$ 5,20 bilhões por ano a partir de janeiro de 2017. Com a mudança na tabela do IR, a isenção sobe de R$ 1.903,98 para R$ 1.999,18. Acima de R$ 4.897,92, a alíquota incidente será a de 27,5%.

Fonte: Diário do Comércio – SP

9/5/2016

Atualmente, nós, que trabalhamos na área de atendimento, devemos mudar a mentalidade de “fechar uma venda” para a de “iniciar um relacionamento com o cliente”. Para que esse relacionamento nos proporcione lealdade, precisamos aprender a dialogar com nossos clientes.

Sendo assim, devemos interagir com os nossos clientes, pois são eles que passam o feedback dos nossos serviços e produtos. É necessário conversar, saber a opinião deles e entender quais são as suas expectativas, para melhor atendê-los.

Em seu livro “Marketing de Relacionamento”, Vavra menciona alguns dos benefícios que o diálogo com o cliente pode trazer:
• Abertura para que o cliente dê sugestões para corrigir erros e promover melhorias na empresa;
• Ideias sobre novos produtos e maneiras de apresentar os produtos atuais;
• Despertar um maior interesse no cliente potencial, sem deixá-lo aborrecido ou frustrado;
• Fazer que o cliente se sinta mais leal e compromissado ao fazer negócios com a empresa;
• Agregar valor aos produtos e serviços.
Para Vavra, o contato direto com o cliente é uma das melhores maneiras de construir relacionamentos duradouros.

Devemos nos preocupar, principalmente, com aqueles que não reclamam, pois esses vão embora e não retornam. Os clientes que demonstram sua insatisfação são os que desejam ainda manter um relacionamento com sua empresa.

Interaja com seus clientes.

Fonte: Administradores

9/5/2016

A Secretaria da Receita Federal negou que a proposta de cobrança do Imposto de Renda sobre heranças represente uma bitributação, apesar de os estados já cobram um tributo (Imposto Sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação - ITCMD) com a mesma base de cálculo.

Tributaristas ouvidos pelo G1, entretanto, dizem o contrário. Segundo eles, há bitributação porque a pessoa que acumulou e transmitiu a herança já pagou Imposto de Renda sobre o bem.

A cobrança de IR sobre heranças a partir de R$ 5 milhões é uma das propostas apresentadas pelo governo para compensar a perda de receitas com a correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) em 5% em 2017.

Tanto a cobrança quanto a correção da tabela constam de um projeto de lei encaminhado pela presidente Dilma Rousseff ao Congresso. Para terem validade, as propostas precisam ser aprovadas pelo Legislativo.

O que diz a Receita

"A base de incidência, apesar de economicamente ser a mesma, a gênese do tributo é diferente. Para os estados, é a transmissão, a circulação da riqueza, que também é compartilhada pelos municípios. Isso, sob o ponto de vista do IR, é outra coisa, pois refere-se ao acréscimo patrimonial. Pode ser cobrado. Não há o que se falar em dupla tributação ou em bitributação", avaliou o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias.

De acordo com ele, a constituição permite essa cobrança sobre a mesma base de cálculo. "Para os estados, [a alíquota] é travada em 8% [não pode ficar acima disso]. Alguns cobram 5%, outros subiram recentemente para 8%, mas não podem elevar acima desse percentual. O constituinte previa que a mesma base é compartilhada pelos estados e pela União. Esse compartilhamento da mesma base acontece em outros países", acrescentou Malaquias.

Opinião dos tributaristas

Para alterar a constituição, o governo teria de enviar um Proposta de Emenda Constitucional ao Congresso, e não projeto de lei – instrumento para tributar as heranças e doações.

O presidente-executivo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), João Eloi Elenike, também afirma que a medida proposta pelo governo representa bitributação, uma vez que, além de incidir sobre a mesma base de cálculo, o Imposto de Renda já foi cobrado anteriormente da pessoa que faleceu.

“Com certeza representa uma bitributação. Dois tributos em cima de uma mesma base de cálculo”, disse Elenike. “Vai pagar sobre terrenos, imóveis em geral, sobre doações que recebeu”, completou ele.

De acordo com o presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco), Kleber Cabral, a ideia de tributar herança e doação como renda é “muito polêmica”.

“A matéria fala em Imposto de Renda. Sobre herança e doação já existe tributo específico, o chamado ITCMD, o Imposto Sobre Transmissão Causa Mortis e Doação [estadual]. Dois impostos tributando o mesmo fato? E isso a Constituição proíbe", declarou ele.

Aval do Congresso Nacional

Atualmente, os rendimentos com herança e doações, de qualquer valor, estão isentos da cobrança de Imposto de Renda. A tributação, porém, foi defendida em um documento chamado de "Programa Nacional de Emergência", aprovado em fevereiro pelo diretório nacional do PT, partido da presidente Dilma Rousseff.

A edição do Diário Oficial da União trouxe uma mensagem da presidente Dilma ao Congresso Nacional com a proposta de correção da tabela do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF). A correção foi anunciada por ela no Dia do Trabalho.

Para ter validade, tanto a correção da tabela do IR em 5%, quanto a tributação de heranças e doações, precisam ser aprovadas pelo Legislativo. Entretanto, o governo não conta hoje com maioria no Congresso e a presidente Dilma pode acabar afastada do cargo nos próximos dias, caso o Senado aceite a admissibilidade do seu processo de impeachment.

Abatimento

A proposta do governo para a tributação, pelo Imposto de Renda, das heranças e doações, informou a Receita Federal, também contempla o abatimento, na base de cálculo do IR, daquilo que for pago pelos contribuintes aos estados e municípios.

Exemplo: uma herança de R$ 6 milhões, em que o contribuinte pagou R$ 300 mil de imposto estadual. Como a proposta do governo é cobrar apenas pelos valores acima de R$ 5 milhões, neste caso haveria incidência de 15% de Imposto de Renda sobre R$ 1 milhão. Entretanto, como o contribuinte já pagou os R$ 300 mil, faria o abatimento e, então, a alíquota de 15% de IR seria calculada apenas sobre R$ 700 mil.

Fonte: G1 - Globo

9/5/2016

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços aprovou o Projeto de Lei 2298/15, do deputado Laercio Oliveira (SD-SE), que aumenta de 84 para 101 meses o prazo de parcelamento de débitos com a Fazenda Nacional das micro e pequenas empresas.

A proposta também altera os percentuais das prestações mensais devidas por essas empresas. Em caso de não concessão da recuperação judicial, o parcelamento concedido poderá ser rescindido.

Atualmente, a lei 10.522/02, que estabelece o prazo para que as empresas em processo de recuperação judicial parcelem suas dívidas com a Fazenda Nacional, não faz distinção do tamanho da organização para definir o número de parcelas.

Da 1ª à 24ª prestação, a micro ou pequena empresa em recuperação judicial deverá ser sobre percentual mínimo de 0,6% da dívida consolidada. O texto estabelece uma gradação de percentuais ao longo do tempo de pagamento da dívida até o valor mínimo de 1,76% devido da 97ª à 101ª parcela.

Para as demais empresas permanece o percentual inicial de 0,666% da 1ª à 12ª parcela até o de 1,333% da 25ª à 83ª, sendo que o saldo remanescente deverá ser completamente pago na 84ª parcela.

Gravidade do momento

O relator na comissão, deputado Jorge Côrte Real (PTB-PE), afirmou que a proposta facilita a atividade empresarial com a possibilidade de parcelamento de débitos fiscais, sobretudo no momento atual de contração da atividade econômica.

“A gravidade do momento econômico requer que o Poder Público apresente mecanismos que flexibilizem as obrigações tributárias para minimizar os danos econômicos que atingem, sobretudo, os mais fracos”, destacou.

Segundo ele, a medida estimula a regularização de situações fiscais de inadimplência e a recuperação de créditos, e não configura renúncia fiscal.

Melhoria de vida

O deputado Helder Salomão (PT-ES) elogiou a proposta por defender as micro e pequenas empresas. "Cada vez mais temos de nos unir em defesa daqueles que efetivamente contribuem para a melhoria de vida da nossa população", disse.

Para o deputado Mauro Pereira (PMDB-RS), a proposta é essencial para muitas empresas que estão sofrendo com a crise econômica. O deputado Renato Molling (PP-RS) falou que o emprego no País só será retomado com o auxílio às micro e pequenas empresas.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania

Fonte: Contabilidade na TV

2/5/2016

Nas organizações é comum que as equipes tenham pessoas de diferentes idades e gerações. Com isso, há um certo conflito entre pessoas que estão a mais tempo no mercado, com outras que acabam de entrar e
ainda precisam amadurecer na carreira. Porém, esta mistura pode ser positiva, desde que o gestor saiba equilibrar e potencializar as competências de cada colaborador, independente da sua experiência.

Por isso a comunicação neste meio é muito importante. Ser claro e comunicativo, pode ajudar neste relacionamento entre o líder e sua equipe. A professora de liderança e coaching do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE), Melissa Antonychyn, aborda esta questão da importância de um bom diálogo entre as partes. “Aprecio muito a definição que Comunicação é um fenômeno de natureza psicossocial, que envolve processos intra e interpessoais atuando simultaneamente. Desta forma, em contextos que prevalecem a diversidade de gerações, o líder deverá ter inicialmente uma percepção muito acurada de si mesmo e concomitantemente criar uma ambiência que permita a troca constante de feedbacks assertivos, que as pessoas tenham condições e sejam apoiadas no desenvolvimento da conexão empática e entendam o fenômeno da formação dos quadros de referência do outro”, detalha.

Uma outra situação que hoje é comum nas organizações, é o fato de um ou mais membros da equipe serem mais velhos que o líder. Esta situação, em alguns momentos, chega a ser embaraçosa quando se fala em relacionamento. Porém, é necessário que o gestor saiba a importância e a experiência que este colaborador tem dentro da sua equipe, pois este conta com um vasto conhecimento, muitas vezes técnico, e até mesmo da empresa. Nesta hora, o colaborador pode ser um grande auxiliador em questões pontuais, unindo sua expertise junto a do seu líder.

Em um contraponto, há os jovens que muitas vezes passam a visão de que não são comprometidos com as questões da organização. Segundo Melissa, os jovens têm sim esse comprometimento, mas de uma forma mais atual. “Hoje temos informação vasta, possibilidades de desenvolvermos nossas carreiras em vários países, de construirmos soluções customizadas de forma participativa, de navegarmos em opções de cargos que facilitam o entendimento do negócio no seu todo, e entendo que nossas expectativas, de querer que este jovem tenha comportamentos das gerações que atuaram em cenários diferentes deste, é criar ambiente agônico, contrário ao que estes jovens buscam e precisam para se comprometerem”, afirma. Neste cenário, o líder pode colocar os integrantes em áreas que eles produzam mais e melhor, com inovação, tecnologia, redes sociais, entre outros tantos cargos.

Citamos aqui dois perfis de colaboradores, divididos por idade, mas também há as personalidades, conceitos e ideais diferentes. Por isso, é papel do gestor, líder, coordenador, unir e fortalecer este grupo de pessoas. Trazer atividades que envolvam todos e que buscam o melhor de cada um, colabora com a sinergia e união do grupo “Trabalhos participativos, que todos opinem, que as tarefas e os comportamentos necessários sejam contratados conforme as necessidades de cada período”, finaliza Melissa.

Fonte: Administradores

2/5/2016

Em evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em São Paulo, a presidente Dilma Rousseff anunciou a correção da tabela do imposto de renda (IR) em 5%. A medida ainda precisa ser enviada ao Congresso e, se aprovada, deve começar a valer apenas para 2017.
Apesar de a inflação ter sido 10,67% no ano passado, não há previsão de reajuste da tabela do IR no Orçamento de 2016, por causa do rombo nas contas públicas. É a primeira vez que isso acontece sob a gestão de Dilma.

Com o reajuste, o novo teto para isenção de pagamento do imposto de renda passa de até R$ 1.903,98 para R$ 1.999,18. Os valores a deduzir também terão um aumento de acordo com o reajuste escalonado proposto pelo governo. Para as duas primeiras faixas da tabela foi aplicada a correção de 6,5%. Na terceira faixa, a correção foi de 5,5%, enquanto na quarta faixa houve um reajuste de 5% e, na quinta e última faixa – dos salários maiores –, de 4,5%. Na média, a correção foi de 5,6%.

Apesar da pressão de ministros petistas que, no começo do ano, pediram o reajuste, a equipe da Receita era contra a correção da tabela, sob o argumento de que ela estimula mecanismos de indexação da economia, alimentando a cultura inflacionária no país, que acaba prejudicando os mais pobres.

Disputa política

Segundo técnicos da Fazenda, para outra correção da tabela, será preciso elevar algum outro tributo. Ainda não foi feito um cálculo do custo da medida, porque ela não está prevista. Em 2015, o custo foi de R$ 3,975 bilhões.

No ano passado, governo e Congresso travaram uma batalha em torno dessa correção. A proposta inicial do Congresso era reajustar todas as faixas salariais em 6,5%, enquanto a do governo era corrigir a tabela em 4,5%, sob alegação de que o projeto do Legislativo causaria um impacto de R$ 7 bilhões para as contas públicas somente naquele ano. A solução negociada foi fazer um reajuste escalonado, com média de 5,6%.

Nova tabela

Veja como fica a nova tabela do Imposto de Renda, caso a correção proposta pela presidente Dilma seja aprovada pelo Congresso

Base de cálculo (R$) Alíquota (%) Parcela a deduzir do IR (R$)
Até 1.999,18 Isento Isento
De 1.999,19 até 2.967,98 7,5 149,94
De 2.967,99 até 3.938,60 15 372,54
De 3.938,61 até 4.897,91
22,5 667,93
Acima de 4.897,92 27,5 912,83

Fonte: Gazeta do Povo

2/5/2016

Os clientes bancários agora podem abrir ou fechar contas bancárias, como conta corrente e de poupança, usando a internet. O Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou as regras para abertura e fechamento de contas de depósitos por meio eletrônicos.
Segundo o Banco Central (BC), os bancos terão que adotar procedimentos e controles que permitam confirmar a autenticidade dos documentos eletrônicos e podem usar tecnologias como contato por vídeo, de reconhecimento de voz e assinaturas com certificação eletrônica.
As regras já estão valendo. “O objetivo é permitir que haja facilidade maior para abertura e encerramento de contas e incorpore nesse processo toda a inovação tecnológica”, disse a chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do BC, Silvia Marques.
As mesmas regras das contas convencionais são válidas para as abertas por meio eletrônico, como as relativas à situação cadastral, tarifas, prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo.
O CMN também aprovou resolução que proíbe a recusa de atendimento em caixas convencionais de clientes de outro banco. Ou seja, se um cliente de um banco for a um caixa pagar um boleto, por exemplo, em outra instituição financeira, terá que ser atendido. A exceção é para os casos de pagamento de cheques, boletos vencidos e convênios que preveem o pagamento específico em um banco. Segundo Silvia Marques, a resolução esclarece as regras é resultado de reclamações de clientes que não foram atendidos no caixa.
Crédito
Outra medida aprovada pelo CMN é a que facilita a captação de recursos pelo banco para oferecer crédito imobiliário e para o agronegócio. Agora, os bancos podem comprar Certificados de Recebíveis imobiliários e de Recebíveis do Agronegócios, oferecidos por companhias securitizadoras ligadas à instituição compradora.

Fonte: Agência Brasil

25/4/2016

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 316/16, que suspende os efeitos do Convênio ICMS nº 93, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) que, dispõe sobre os procedimentos a serem observados nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte do ICMS, localizado em outra unidade federada.
Para o autor do projeto, deputado André Abdon (PP-AP), a nova regra instituída pelo referido convênio aumenta a burocracia e os custos. “A regra atinge, principalmente, o comércio eletrônico, muito utilizado pelas micro e pequenas empresas e por empreendedores individuais em um momento em que essas empresas encerraram 2015 com um saldo negativo de 224 mil empregos”, afirma.
O deputado destaca que o Confaz não levou em consideração a Constituição Federal que exige um tratamento diferenciado entre as micro e pequenas empresas e as empresas de médio e grande porte.
“No Brasil, existem 6,4 milhões de estabelecimentos comerciais. Desse total, 99% são micro e pequenas empresas. Os pequenos negócios respondem por mais de um quarto do Produto Interno Bruto brasileiro”, disse o parlamentar.
Abdon define a ação do Confaz como “ilegal, irracional, desproporcional, e em descompasso com a realidade das empresas de micro e pequeno porte no Brasil”.
Tramitação
A proposta será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, pelo Plenário.
ÍNTEGRA DA PROPOSTA:
• PDC-316/2016

Fonte: Agência Câmara

25/4/2016

Preencher corretamente o NCM na nota fiscal é importante para evitar multas e complicações com o Fisco. O código NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) é formado por 8 dígitos e imposto pelo governo brasileiro como forma de controlar e identificar os produtos a serem tributados nas transações.

A obrigatoriedade do SPED Fiscal (EFD) levou muitas indústrias e empreendimentos equiparados, distribuidores e atacadistas a classificar ou reclassificar o código, optando por menores alíquotas do Imposto sobre Industrialização (IPI). Vale dizer que o NCM do registro de entrada deve compor a EFD – Escrituração Fiscal Digital.

Neste post, você poderá entender as consequências de ter um NCM errado na nota fiscal e saberá como evitar esses desacertos.

Os principais erros cometidos com NCM e suas multas

Há uma gama de erros que podem ser cometidos durante o preenchimento e nenhum colaborador está livre de realizá-los. Contudo, os erros mais comuns são os seguintes:

Informação incorreta de NCM ou ausência na BL (Bill of Landing, documentação cuja tradução literal significa Conhecimento de Embarque): pode incorrer em multa de R$ 5.000,00;

NCM incorreto na LI (Licença de Importação) e descrição incorreta: pode causar multa de 15% sobre o valor da mercadoria mais 1% por causa da classificação incorreta.

Além disso, se houver necessidade de fazer uma nova LI depois do embarque, a multa pode variar entre R$ 2.500,00 e R$ 5.000,00, se a empresa não informar o erro.

Regra de validação 105-20

A Nota Técnica da NF-e 2015/002 apresenta a regra de validação 105-20. Essa regra vai verificar se o NCM informado na nota fiscal é válido, constando na tabela de NCM publicada pelo Ministério do Desenvolvimento (MDIC). A regra de validação 105-20 aplica-se, em produção, para as notas fiscais emitidas a partir de 01/01/2016. A exceção é que essa regra não se aplica, em produção, às notas fiscais emitidas antes do dia 01/01/2016.

Código zerado NCM

Vale considerar os casos em que o código é preenchido completamente por zeros. Isso ocorre quando o item da nota fiscal refere-se a serviços tributados pelo ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) ou quando a nota é de ajuste. Notas complementares que se relacionem a um dos casos citados também devem ser preenchidas por zeros no campo correspondente.

NCM incorreto: como proceder

O comerciante que receber um produto com código incorreto deverá passar para seu fornecedor o código correto, caso contrário poderá ser autuado. Se for constatado o erro na codificação, o Fisco vai verificar os lançamentos do passado e poderá ser cobrada a diferença de alíquota, com as multas e juros relacionados.

Medidas preventivas

Para evitar problemas com o Fisco, é importante atualizar a base cadastral em relação aos códigos NCM que a empresa utiliza. Com um NCM inexistente, a nota fiscal será rejeitada. A par da revisão dos códigos NCM, é importante verificar o enquadramento correto dos itens. O órgão responsável para consultas sobre classificação de mercadorias, que pode apresentar soluções para as dúvidas e problemas, é a Receita Federal do Brasil (RFB) por meio da Coordenação Geral do Sistema Aduaneiro e da Superintendência Regional.

Outra recomendação é que as empresas revisem ainda os cadastros de clientes e fornecedores, confirmando se o endereço deles é o mesmo que consta no cadastro do Fisco Federal ou Estadual. A empresa deve pedir comprovação por laudo ou documentos técnicos de profissionais da área.

Fonte: Jornal Contábil

25/4/2016

A minha agência, Agnelo Comunicação, tinha acabado de começar, quando o Collor, com aquele plano maluco, deixou todo mundo quase sem dinheiro nenhum para usar.
Naquele momento a alternativa mais lógica seria fechar a agência, agradecer aos poucos clientes e aos dez funcionários que tínhamos e ponto final.

Eu preferi fazer um caminho diferente. Aproveitar a crise econômica para valorizar nosso trabalho de parceria com nossos clientes e buscar oportunidades sem grandes custos para eles e novos anunciantes.

Deu muito certo. Os resultados de vendas de nossos clientes tornaram-se surpreendentes para um momento tão difícil. Com alternativas mais econômicas para anunciar, eles não se encolheram. Pelo contrário, cresciam, enquanto seus concorrentes, assustados, desapareciam.

E nessa hora é muito importante que você e seu cliente conjuguem juntos o verbo “acreditar”.

Naqueles tempos duros, com campanhas de baixo custo, as vendas das calcinhas Hope subiram de 90 mil dúzias/mês para 130 mil dúzias/mês. E das cuecas Mash cresceram de 45 mil dúzias para 70 mil dúzias mensais.

Valerin, na época, fabricante da Hope e da Mash, teve de passar a trabalhar quase 24 horas todos os dias. E surgiu um problema: a falta de costureiras.

Eu parava os bailões do Itaim Paulista, nas noites de sábado, pegava o microfone e avisava que a Valerin estaria aberta no domingo para contratar novas costureiras.

Muita gente me pergunta: mas você fazia isso? O que eles não sabem é que naqueles momentos estava aparecendo o modelo de agência parceira que levou a Agnelo aos seus 30 anos.

Fizemos o mesmo para All Star, com o comercial da Tina Turner usando um tênis preto e com um cachê muito barato, porque ela estava aqui no Brasil.

Durante um ano, vendemos, em plena crise, 500 mil pares de tênis pretos por mês.

Vieram outras crises, juntamos forças, superamos obstáculos com outros clientes e crescemos.

Por quê?

Porque é nessa hora que uma agência como a Agnelo – que tem em seu DNA buscar resultado para o cliente, com investimentos menores – é indicada, reconhecida e procurada.

Quanto maior a crise, mais criativo você tem de ser.

Fonte: SEGS

18/4/2016

A votação do impeachment aconteceu neste domingo (17), mas o empresariado não esperou para virar a página. As lideranças dos principais setores produtivos já trabalham nas propostas para entregar ao vice Michel Temer (PMDB), se ele realmente assumir a Presidência do país.
Representantes da indústria, da agricultura e do comércio querem emplacar medidas que vão contra o receituário adotado pela presidente Dilma Rousseff.
Estão na agenda: enterrar a ideia de recriar a CPMF e aumentar outros impostos, a flexibilização das leis trabalhistas e deixar de controlar o retorno das empresas que vencerem leilões de concessões de serviços públicos, entre outros pedidos.
A indústria quer que as negociações trabalhistas sejam feitas diretamente entre empresas e seus funcionários, e os empresários do agronegócio querem juntar o Ministério da Agricultura com o do Desenvolvimento Agrário.
Em um cenário mais abrangente, querem medidas de austeridade fiscal, que eles identificam como uma das principais falhas do governo da presidente Dilma.
Pedem redução do número de ministérios e dos gastos públicos com funcionalismo e racionalização no uso dos recursos destinados a programas sociais e de estímulo à economia.
As propostas ainda não estão prontas, mas vêm sendo discutidas informalmente com emissários de Temer. Entre eles estão os ex-ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha. Também participa o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).
Por enquanto, eles procuram entidades como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e a Confederação Nacional dos Transportes (CNT), as federações da indústria de São Paulo (Fiesp) e do Rio (Firjan).
Nessa fase, a preocupação da equipe que rodeia Temer é evitar a vinculação direta com grandes empresários para não dar margem à interpretação de que seu governo trocaria a agenda social, marca do governo petista pela do capital.
Publicamente, Temer já disse que não cortará programas sociais, como o Bolsa Família, mas vai revê-los.
Com um cenário político estável, acreditamos que haverá uma retomada rápida da economia, disse Paulo Skaf, presidente da Fiesp.
Temos de fazer um novo pacto social para reconstruir a economia, disse João Martins, presidente da CNA.
O QUE OS PRINCIPAIS SETORES DA ECONOMIA PEDIRÃO A TEMER
Agricultura

Garantia de crédito para produção com taxas mais baixas
Liberação de pelo menos R$ 750 milhões em recursos para o seguro agrícola
Flexibilização da legislação trabalhista
Fim de loteamento político na pasta
Indústria

Evitar a valorização excessiva do real (queda do dólar)
Aumento da terceirização
Negociações trabalhistas serem feitas diretamente entre empresas e seus funcionários
Enterrar a CPMF e qualquer outra medida que aumente impostos

Transportes

Acelerar programa de concessões, começando pelas rodovias
Revisão do modelo de privatização, acabando com o controle das taxas de retorno, e permitindo sistemas mistos de investimento público e privado no caso das ferrovias

Folha de São Paulo

Fonte: Portal Contábil SC

18/4/2016

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo informa que a partir de janeiro de 2017 os aplicativos gratuitos para emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) serão descontinuados.
Com a gradual adesão das empresas aos sistemas de documentos eletrônicos, o Fisco Paulista verificou que a maioria dos contribuintes deixou de utilizar o emissor gratuito e optou por soluções próprias, incorporadas ou personalizadas a seus sistemas internos. No mercado há muitas opções de emissores, alguns deles com uma versão básica gratuita.

Os emissores gratuitos são oferecidos pela Secretaria da Fazenda aos contribuintes desde 2006, quando teve início o processo de informatização dos documentos fiscais e sua transmissão via internet com o objetivo de massificação do seu uso. Apesar dos investimentos realizados, recente levantamento da Secretaria da Fazenda aponta que o total de NF-e’s geradas por empresas que optaram por emissores próprios somam 92,2%. No caso do CT-e, o número é ainda maior: 96,3% dos documentos são gerados por emissores próprios.

Os contribuintes que tentarem realizar o download dos emissores de NF-e e CT-e receberão a informação sobre a descontinuidade do uso dos aplicativos gratuitos. A partir de 1º de janeiro de 2017 não será mais possível fazer o download dos emissores.

A Secretaria da Fazenda recomenda que os usuários que já tenham o aplicativo instalado, façam a migração para soluções próprias antes que a introdução de novas regras de validação da NF-e e do CT-e impeçam o seu correto funcionamento.

Fonte: SEFAZ-SP

18/4/2016

O ambiente de trabalho é um lugar que, por si só, exige concentração, esforço, dedicação e organização, principalmente. Seja empregador ou funcionário, as tarefas devem respeitar o prazo e também prezar pela qualidade do trabalho executado.

Como aumentar minha produtividade? É a pergunta de qualquer pessoa que trabalha, seja como empregado ou dono do próprio negócio. Para ser uma pessoa produtiva não são necessárias graduações, cursos e outros aditivos, mas sim força de vontade e responsabilidade com o trabalho a ser prestado.
Empregadores e empregados sofrem com as pequenas distrações que, se analisadas em longo prazo, podem indicar uma perda de tempo de produção considerável. Com as diversas ferramentas tecnológicas existentes hoje em dia, por exemplo, torna o trabalho mais fácil e consequentemente aliado ao esforço da equipe, aumenta a produtividade no trabalho.

Partindo disso, a coach Madalena Feliciano, da Outliers Careers, empresa paulista de recolocação de mercado, indica sete dicas para melhorar a produtividade no ambiente de trabalho.

Organize as tarefas do dia

Manter as tarefas a se realizar são importantes, pois dão um “norte” maior ao profissional. Ao fazer uma lista das principais atividades do dia, ele programa também o tempo para desempenhar as funções. “Cada atividade tem uma importância individual, por isso é importante separá-las de acordo com a urgência e prioridade com que devem ser executadas”, diz Madalena.

Controle o tempo de trabalho e descanso

É preciso respeitar o horário de trabalho, mas também levar em consideração os momentos de descanso e lazer com a família. “A partir do momento que o profissional leva o trabalho para casa e deixa de fazer coisas normais do dia a dia em função do trabalho, ele não é produtivo, pelo contrário, está até mesmo prejudicando sua saúde”, segundo a coach.

É recomendável pequenos intervalos a cada atividade realizada dependendo do tempo usado para executá-la e também a dificuldade da função. “Se a atividade estiver muito complicada, peça auxílio de outras pessoas. Em alguns momentos é difícil manter a concentração, então o ideal é levantar-se, alongar o corpo, tomar um copo d’água, ir ao banheiro, tomar um ar, por exemplo, são atitudes pequenas que relaxam a mente e melhoram a capacidade de pensar e resolver problemas” indica a profissional.

Cuidado com as redes sociais e celulares

A internet é um meio muito importante de se manter informado e possibilita a interação entre pessoas facilmente. No entanto, quando usada de maneira errada pode prejudicar o desempenho do profissional e até mesmo ocasionar a sua demissão.

As redes sociais como Facebook, Twitter, Instagram e Snapchat, por exemplo, fortemente utilizadas para divulgação de materiais, produtos e serviços também pode ser um veneno no ambiente de trabalho. “O tempo gasto com as contas nas redes sociais não deve influenciar na produtividade e nem atrapalhar o desempenho do profissional, por isso, nesse caso, menos é mais”.

Valorize o lazer

Como dito acima, os horários de lazer são muito importantes para a manutenção da mente e o preparo para um novo dia de trabalho. Assim como as tarefas diárias são essenciais para o andamento do trabalho, as horas vagas servem para melhorar a produtividade no trabalho. “Escolha atividades que lhe façam bem e que descansem o corpo e a cabeça, principalmente. Ler, praticar esportes, ouvir música, dançar, por exemplo, são atividades que ajudam no relaxamento do corpo e revigoram até mesmo o sono”.

Mantenha uma boa alimentação

O que você ingere também influencia no resultado do seu trabalho. Por isso, não tenha uma alimentação saudável apenas para ter uma boa saúde, mas também para tornar as atividades mais produtivas.

De acordo com os médicos, é ideal ingerir dois litros de água por dia, que podem ser intercalados, para facilitar esse processo. Especialmente durante o trabalho, beba água, pois um corpo hidratado raciocina melhor. Também prefira consumir frutas e alimentos ricos em fibras e proteínas. Comidas pesadas exigem muito tempo de digestão e isso consome energia do organismo, diminuindo a potência dos órgãos e provocando sonolência.

Não seja perfeccionista demais

Buscar sempre a melhor execução do trabalho é muito importante, porém, essa conquista não pode se tornar uma obsessão. Por isso, ao considerar as metas do seu negócio, não seja exigente demais a ponto de torná-las inalcançáveis.
“Não deixe de desempenhar os trabalhos com qualidade, mas não encare o resultado muitas vezes menos satisfatório do que o esperado como um problema. Dê o seu melhor e procure orientação quando não conseguir realizar algum procedimento”, finaliza a coach.

Fonte: SEGS

29/3/2016

O tema liderança está presente em todas as organizações e desde os primórdios, ao longo da história humana, vários líderes surgiram: alguns revolucionários ou condutores e outros devastadores. Para Chiavenato (2008), “ser líder é o processo de conduzir um grupo de pessoas. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados para que contribuam da melhor forma com os objetivos do grupo ou da organização”. Esta habilidade em influenciar e motivar pessoas é o ponto chave para as organizações, pois esta ação pode ser positiva ou negativa, impactando diretamente nos objetivos organizacionais. O liderado é o reflexo de seu líder.

Nas organizações, tanto públicas quanto privadas, é comum o despreparo dos chefes que se auto intitulam líderes por estarem no topo da pirâmide. Porém, este despreparo é muito mais acentuado nas organizações públicas, pois os indivíduos que são colocados em cargos de chefia geralmente são pessoas que dominam um assunto altamente técnico ou que foram indicadas para aquele posto sem possuir, no entanto, perfil algum de liderança. Suas equipes são conduzidas de maneira desordenada e não possuem a orientação clara e objetiva de suas atividades, o comando não é compreendido: o chefe acha que palavras altamente técnicas e lindos discursos sobre determinado assunto estão surtindo algum efeito, e após horas de reuniões a equipe sai com a sensação, de "O que é mesmo para fazer?", "Por onde eu começo?", "Ai, meu Deus, que trabalho horrível!". Em muitas das vezes, são demandas simples que poderiam ser executadas com eficiência, eficácia e leveza.

Esses gestores causam um impacto negativo nas organizações pois, como é de praxe, uma equipe desmotivada gera inúmeros problemas: alto índice de rotatividade, constantes conflitos, alto índice de absenteísmo, falta de integração, ausência de criatividade, frágil relacionamento entre líder e liderados, dentre outros fatores.

Infelizmente, indivíduos com esse estilo de liderança estão preocupados somente com resultados e não têm suficiente discernimento para entender que o resultado vem por meio das pessoas, da sua equipe. As únicas coisas que almejam são o seu nome sendo exaltado e o seu ego inflado.

O gestor líder é totalmente o oposto do “gestor chefe”, ele consegue fazer com que as atividades maçantes se tornem em atividades prazerosas, ele conduz a sua equipe com leveza, seu comando é claro e objetivo, ele tem a plena consciência de que não está neste cargo para se envaidecer e tampouco para competir com o seu conhecimento com os seus liderados. Ele passa confiança para a sua equipe, ou seja, os membros da equipe se sentem à vontade para perguntar, para não entender, para ousar, porque sabem que não serão ridicularizados.






No clássico livro de liderança O Monge e o Executivo é possível extrair algumas lições de como ser um bom líder:

- O líder não é para ser servido e sim para servir, sim! Servir à sua equipe, dar apoio, conduzir;

- Respeite as pessoas, pessoas têm sentimentos, orgulhos, bagagens e todas devem ser respeitadas sem distinção. O líder dever ser exemplo, afinal a equipe é o reflexo do líder. Se ele não respeita, obviamente não espera respeito de volta;
- Valorize e apoie o desenvolvimento pessoal de sua equipe. Se ao seu lado estiverem os melhores, certamente você será melhor ainda;

- Seja honesto e exija a total honestidade. Isso só acontece quando os integrantes da equipe confiam em seu líder, assim não se sentirão ameaçados em ser honestos, tanto em resultados bons, quanto em resultados ruins. E, por fim, ouça para que seja ouvido.

Fonte: Administradores

29/3/2016

O portal do empreendedor número de empresas criadas no Brasil bateu recorde no mês de janeiro, registrando alta de 10,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, com o registro de mais de 166 mil novos cadastros de pessoa jurídica (CNPJ), maior patamar para o mês no acompanhamento iniciado há seis anos pela Serasa Experian.

A maior quantidade de novas empresas foi criada na modalidade Microempreendedor Individual (137.301), esquema simplificado de formalização para quem estima um faturamento de no máximo R$ 60 mil por ano. Segundo a Serasa, isso reflete o período de retração da economia, no qual as pessoas que perdem o emprego veem a abertura de um negócio como alternativa.

O nascimento de Empresas Individuais (12.033) teve retração de 11,8% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2015. A abertura de Sociedades Individuais (11.752) também apresentou recuo de 8,9%. Empreendimentos de outra natureza (6.949) tiveram alta de 7,5%.

O setor de serviços foi o mais procurado, correspondendo a 62,6% dos novos empreendimentos, seguido pelo comércio (28,7%). A indústria respondeu por apenas 8,4% dos nascimentos de empresas em janeiro de 2016.

O Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas é feito a partir do levantamento de novas empresas criadas nas juntas comerciais dos estados e da apuração de CNPJs consultados pela primeira vez nos cadastros da consultoria.

Fonte: Portal Contabil

29/3/2016

De acordo com o artigo 473 da CLT, o empregado poderá deixar de comparecer ao serviço, sem prejuízo do salário conforme abaixo, porém vale lembrar que a convenção coletiva de trabalho deve ainda ser consultada, pois pode acrescentar outras justificativas:

I - até 2 dias consecutivos, em caso de falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que, declarada em sua CTPS, viva sob sua dependência econômica;

II - até 3 dias consecutivos, em virtude de casamento;

III - por 1 dia, em caso de nascimento de filho, no decorrer da primeira semana; (artigo revogado pela CF/88 verificar licença paternidade).

IV - por 1 dia, em cada 12 meses de trabalho, em caso de doação de sangue devidamente comprovada;

V - até 2 dias consecutivos ou não, para o fim de se alistar eleitor.

VI - no período de tempo em que tiver de cumprir as exigências do Serviço Militar referidas na letra "c" do art. 65 da Lei nº 4.375, de 17/08/64 (Lei do Serviço Militar).

VII - nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior.

VIII - pelo tempo que se fizer necessário, quando tiver que comparecer a juiz.

Fonte: Diagrama Contabilidade

22/3/2016

A presidente Dilma Rousseff sancionou com vetos a lei que aumenta a alíquota de Imposto de Renda sobre ganho de capital. A mesma lei estabelece regras para o uso de imóveis para quitar dívidas tributárias. A Lei 13.259 está publicada em edição extra do Diário Oficial.

No texto aprovado pelo Congresso Nacional havia a previsão de que os valores dos ganhos de capital que balizam a tributação seriam ajustados no mesmo percentual aplicado para a tabela do Imposto de Renda Pessoa Física.

Esse artigo foi vetado porque, de acordo com a justificativa, previa uma indexação "que não condiz com a diretriz da política econômica do governo federal". Além disso, a mudança vincula situações tributárias diversas - do ganho de capital auferido pelo investidor e da renda obtida pela pessoa física -, o que poderia gerar distorções em políticas públicas.

Também foram vetados dois artigos que previam a incidência das novas alíquotas apenas para operações feitas a partir de 1º de janeiro deste ano, porque, de acordo com a razão apresentada pela presidente, a previsão é inconstitucional.

Com a nova lei, a incidência do IR sobre ganho de capital passa a valer com as seguintes alíquotas: 15% para ganhos de até R$ 5 milhões, 17,5% entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões, 20% entre R$ 10 milhões e R$ 30 milhões e 22,5% acima de R$ 30 milhões.

As alíquotas aprovadas no Congresso Nacional ficaram abaixo da originalmente pretendida pelo governo, que ia de 20% para ganhos acima de R$ 1 milhão até 30% sobre lucros superiores a R$ 20 milhões. Até a edição da lei, os ganhos de capital eram tributados em 15%, independentemente do valor.

IMÓVEIS

A lei prevê ainda regras para o uso de imóveis na quitação de débitos tributários. Os bens serão avaliados judicialmente, segundo critérios de mercado, e o valor deverá abranger a totalidade do débito ou, se não for suficiente, o restante da dívida poderá ser pago em dinheiro.

Fonte: Diário do Comércio

22/3/2016

Tornar-se uma pessoa mais produtiva é possível. Com simples mudanças na rotina, você conseguirá ter um dia a dia mais organizado e, consequentemente, poderá se dedicar àquilo que é realmente importante e ter muito mais qualidade de vida.

Confira alguns hábitos que vão ajudar a melhorar sua produtividade:

Organize sua agenda

O primeiro passo para se tornar uma pessoa mais produtiva é fazer da organização parte da sua rotina. Comece criando o hábito de planejar o seu dia. Com a ajuda de uma agenda, escreva todos os compromissos e tarefas que terá nas próximas 24 horas. Faça sempre as coisas mais fáceis primeiro e estabeleça prioridades. O ideal é priorizar apenas uma coisa por dia e não deixar tarefas importantes para o final do dia, quando já estará cansado. Tenha atenção ainda com as reuniões: só as faça quando o assunto for realmente decisivo. Caso contrário, tente resolver por e-mail ou telefone.

Não faça muitas tarefas ao mesmo tempo

Na sociedade atual, ser multitarefa parece uma qualidade, mas, na verdade, não é o melhor dos hábitos. Além de não garantir que as atividades serão concluídas mais rapidamente, ainda pode comprometer a qualidade do resultado final. Torne-se uma pessoa mais produtiva e evite desgaste de energia e tempo fazendo uma tarefa de cada vez sempre que possível. Concentre-se naquilo que está executando e tente não começar uma nova atividade antes de terminar a primeira.

Use o e-mail com sabedoria

Acessar o e-mail constantemente é uma atividade que pode minar sua produtividade. Além de perder um tempo precioso, tira a concentração e prejudica a execução de tarefas que são mais importantes. Torne o seu dia mais produtivo estabelecendo horários para checar a caixa de entrada. Antes de começar a fazer uma atividade que exija concentração, feche seu correio eletrônico e desligue o telefone por, pelo menos, 30 minutos para não correr o risco de perder o foco.

Cuide do seu corpo

Bons hábitos de vida também têm impacto no rendimento dentro do escritório. Por isso, cuidar do corpo é uma forma de melhorar a produtividade e ver o trabalho render mais. Procure comer de forma saudável e invista em alimentos que ajudam a ter mais energia no dia a dia. Controle a ansiedade investindo na prática de alguma atividade física, como corrida ou natação. É importante ainda ficar atento ao sono: evite dormir pouco. Minutos a menos na cama drenam a energia e comprometem a produtividade no dia seguinte.

Faça pequenas pausas durante o dia

Realizar pequenas pausas entre as tarefas pode fazer maravilhas pela sua produtividade. Levante, beba água, dê uma caminhada. Ao dar um tempo entre uma atividade e outra você oxigena o cérebro, abre espaço para ter insights e consegue voltar a trabalhar com concentração e foco.

Comece a trabalhar já nessas pequenas mudanças de hábitos e veja seu dia a dia no trabalho render muito mais. Se tornar uma pessoa mais produtiva depende apenas de você.

Fonte: Sage

22/3/2016

O agravamento da crise política, com o início formal da discussão e futura votação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, interditou a apreciação de propostas do ajuste fiscal e outras matérias que poderiam melhorar as contas públicas. A maior influência do PT e do ex-presidente Lula ao Palácio do Planalto também já provocou um efeito colateral: as propostas para colocar as contas em dia ficaram em segundo plano. Criticado pelas lideranças petistas e com risco de ficar isolado no governo e até mesmo de ser substituído no cargo, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, abriu ainda mais a torneira do crédito, na contramão do ajuste fiscal no curto prazo.

Pressionado, Barbosa também ampliou o alívio de curto prazo para os governadores, que terá impacto negativo nas contas públicas em 2016 e nos próximos anos. Embora os projetos previstos, como a fixação de um teto para o gasto, estejam prontos para serem enviados esta semana ao Congresso, o foco agora passou a ser direcionado também para medidas que o governo pode adotar para estimular o crescimento com ações que não precisem de aprovação do Parlamento, como mais recursos para o Programa Minha Casa, Minha Vida. O plano traçado pelo PT era tentar fazer de Lula, que está com sua nomeação para a Casa Civil suspensa por decisão judicial, uma espécie de fiador do retorno da confiança e da votação de propostas para melhorar o ambiente econômico. Uma articulação nesse sentido chegou a ser desenhada antes da posse pelo ex-presidente em conversas com parlamentares petistas. Mas, até o momento, não foi levada adiante.

Alinhado com o discurso de Lula, o ministro da Fazenda disse que as incertezas políticas atrasam a recuperação da economia. “Um debate público onde todo mundo grita e ninguém ouve não leva a lugar nenhum. Propostas extremas, para um lado e outro, não são sustentáveis e não vão resolver os problemas”, disse.

Paralela. Enquanto isso, os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tocam em paralelo ao avanço do impeachment uma pauta mínima de votações, muitas delas que contrariam interesses do Executivo. Do governo, as duas Casas devem votar só as medidas provisórias encaminhadas, mas propostas como o retorno da CPMF e a Desvinculação das Receitas da União (DRU) não devem caminhar durante o andamento do processo de afastamento.

Ao Broadcast, serviço de notícia em tempo real da Agência Estado, o presidente da Câmara disse que alguma pauta do governo pode ser votada pelos deputados durante o processo do impeachment. Ele disse que nesse período vai seguir a pauta, com votação de MPs, mas quer votar o projeto que define o teto do funcionalismo público e ainda pretende apreciar o projeto que define a Lei de Responsabilidade das Estatais, proposta encampada pelos tucanos e aprovado na terça-feira pelo Senado.

Eduardo Cunha destacou que a votação de reformas da Previdência e tributária, as quais passou a dar apoio desde o fim do mês passado, só devem ser apreciadas após a votação do afastamento de Dilma. “Isso só depois do impeachment, porque precisa negociar e ninguém vai querer negociar com um governo com risco de cair em pouco tempo”, disse o presidente da Câmara, para quem o Executivo não tem agenda e que a CPMF – imposto que o governo esperava aprovar no Congresso até maio, mas está parado na Câmara – é um “engodo”.

No Senado, Renan Calheiros pretende continuar a dobradinha de pautas que inaugurou desde o ano passado com os tucanos e que tem sido acelerada. Mesmo se mantendo aliado a Dilma, Renan deve colocar em votação na próxima semana o projeto do senador José Serra (PSDB-SP) que fixa o teto para o endividamento da União. Outras pautas como a adoção de governança para os fundos de pensão, proposta relatada pelo presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), também estará na agenda.

O líder tucano no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), afirmou que o País está paralisado e que as discussões no Congresso se voltam no momento para o processo de impeachment. Questionado sobre o fato de Renan estar privilegiando as pautas dos tucanos, ele disse que a legenda tem criado propostas no momento em que o governo não tem nenhuma iniciativa.

Um dos deputados petistas mais próximos de Lula, Paulo Pimenta (RS), reconheceu que, no primeiro momento, o embate pelo impeachment, tem levado Dilma, o ex-presidente e os parlamentares aliados a centrarem esforços para manter o governo. “Não tem ambiente para estabilizar a economia sem resolver a política. ” Para o petista, o cenário político “atrapalha”, mas o ex-presidente no governo tem condições de restabelecer o diálogo com o setor produtivo a fim de restabelecer o consumo, ampliar a oferta de crédito e reverter o cenário de recessão econômica.

Fonte: Estadão

29/2/2016

Independentemente das declarações a serem apresentadas à Receita Federal do Brasil, as pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no País, assim conceituadas na legislação tributária, detentoras de bens e direitos no exterior, cujos valores somados, em 31 de dezembro, sejam iguais ou superiores a US$ 100.000,00 (cem mil dólares dos Estados Unidos da América), ou seu equivalente em outras moedas, devem informar ao Banco Central do Brasil – BACEN – os ativos em moeda e os bens e direitos possuídos fora do território nacional.
As declarações de bens e valores, deverão ser prestadas ao Banco Central do Brasil, por meio do formulário de declaração de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE), disponível no sítio do Banco Central do Brasil na internet, no endereço http://www.bcb.gov.br.

Para a declaração DBE/CBE Anual, o período de entrega com data-base em 31 de dezembro de 2015, é de 10h de 15 de fevereiro de 2016 às 18h de 5 de abril de 2016.