20/3/2017

Após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir, em um julgamento de repercussão geral, que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) não compõe a base de cálculo para fins de incidência do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), o Ministério da Fazenda informou, por meio de nota, que apresentará um recurso para que a decisão só valha a partir de 2018.

"Somente com a apreciação dos embargos de declaração pelo Plenário do STF é que se poderá dimensionar o eventual impacto dessa decisão", diz a nota.

A Fazenda disse que pedirá a modulação de efeitos da decisão do Supremo após a publicação do acórdão, que é quando a decisão do julgamento do Supremo é oficializada.

Na sustentação oral, o procurador-geral da Fazenda Nacional, Fabrício da Soller, já havia feito o pedido de modulação, mas ele não foi atendido. A Corte entendeu que tal requerimento deveria ter sido feito em momento anterior, nos autos do processo.

Segue a nota da Fazenda na íntegra:

"O STF concluiu hoje a análise do mérito da discussão sobre a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da COFINS. Por 6 a 4 manifestou-se favoravelmente aos contribuintes. A União ingressará com o recurso de embargos de declaração, a serem opostos quando da publicação do acórdão, a fim de que o seu pedido de modulação de efeitos seja apreciado pela Corte. Nele a União requererá que a decisão do STF tenha efeitos a partir de 2018. Somente com a apreciação dos embargos de declaração pelo Plenário do STF é que se poderá dimensionar o eventual impacto dessa decisão."

Fonte: Diário do Comércio

20/3/2017

Geração de vagas volta ao positivo após 22 meses

Os dados mostraram que a diferença entre postos criados e destruídos teve resultado positivo em vários setores e regiões do País.

Na indústria, 3.939 novos empregos foram registrados. Destaque para os ramos de calçados (+8.824) e vestuário (+6.247) no período.

Já o setor de serviços teve saldo positivo de 50.613 vagas, com números melhores para ensino (+35.484) e serviços médicos (+3.435).

Também ficaram no azul os setores de administração pública (+8.280 vagas) e agricultura (+6.201).

No recorte por região, destaque para Sul (+35.422 e, Sudeste (+24.188). Também foi visto número positivo no Centro-Oeste (+15.740), mas recuaram os postos de Norte (-2.730) e Nordeste (-37.008).

Entre os estados, São Paulo (+25.412) ficou no topo da lista. Em seguida, figuraram Santa Catarina (14.858), Rio Grande do Sul (10.602), Minas Gerais (9.025) e Goiás (6.849).

Repercussão

Após divulgar os dados de fevereiro, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, adotou tom otimista ao falar sobre a tendência. “O crescimento nesses setores produtores de bens de salário sinaliza que os empresários estão confiantes na retomada do poder de consumo dos trabalhadores. ”

Por outro lado, especialista entrevistado pelo DCI afirmou que ainda é cedo para vislumbrar um aquecimento do mercado de trabalho.

“Normalmente, essa melhora vem depois do aumento do PIB [Produto Interno Bruto]. É possível que a taxa de desemprego ainda suba mais antes de cair”, apontou João Ricardo Costa Filho, professor de economia da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP).

Fonte: DIC - Diário Comércio Indústria & Serviços

13/3/2017

Muito se fala em desenvolvimento de lideranças, em lideranças que inspiram, do papel e da responsabilidade do líder nos resultados de sua equipe e, por consequência, da empresa. Mas afinal, quais são realmente os desafios que um líder enfrenta diariamente e como lidar com eles para gerar maior produtividade e menos “mimimi”?

1. Manter a equipe engajada

Esse é um grande desafio e merece muita atenção dos líderes! O engajamento passa, principalmente, pelo liderado se sentir parte, pertencente, potencializado, por sentir sua identidade reforçada. Quando o líder trabalha e reforça na equipe a Missão, Visão, Valores e Objetivos da empresa e o quanto cada um é parte importante para que os resultados sejam alcançados, consegue aumentar o engajamento de todos nos projetos a serem desenvolvidos. Metas claras e objetivas e investimento em capacitação são algumas das atitudes que fazem com que as pessoas se sintam úteis e importantes no processo, melhorando o engajamento.

2. Planejamento

É preciso ter um planejamento claro, com metas definidas a curto, médio e longo prazo. Além disso, os detalhes precisam ser compartilhados com todos para aumentar o foco nos resultados. Não adianta o líder ter um planejamento muito bem feito se seus liderados não tiverem conhecimento dele, pois quem não sabe onde quer chegar, qualquer lugar serve! Não esqueça de ouvir seus liderados, saber a opinião deles sobre o que você está pensando, escutar as novas ideias, escutar as percepções sobre a empresa e sobre as metas. Fazendo isso é possível aumentar o senso de pertencimento e de comprometimento da equipe com a meta, já que ela fez parte na construção e se “co-responsabilizou” por alcançá-la.

3. Gestão de tempo e foco

Importante sempre estar atento se os liderados estão executando suas tarefas por prioridades. Aí vale ressaltar que a prioridade está sempre ligada à faturamento, ao que gera renda. As pessoas costumam ter dificuldades para eleger prioridades por falta de informação ou até pelo hábito de procrastinar. Quando o líder engaja as pessoas nos projetos, elas tendem a ter mais foco nos resultados, pois sabem onde querem chegar e o que vão alcançar. Por isso, tendem a fazer melhor gestão do seu tempo para terem alta produtividade. No entanto, se o líder ao invés de treinar, delegar e acompanhar, começar a dar tarefas picadas e sem objetivos claros, o liderado pode entrar em estresse por sentir-se muito cobrado e entregando menos do que poderia. Estar focado demanda atitude e motivação, que advém de sabermos exatamente o que esperam de nós. É muito comum nos absorvermos de algo que amamos fazer e não vermos o tempo passar. Sabe por que isso acontece? Porque queremos tanto ver o resultado disso que não paramos enquanto não chegamos lá! E esse é o grande desafio do líder: ajudar o liderado a desenvolver pelo seu trabalho tamanha paixão e comprometimento, a ponto de estar sempre focado nesse propósito e fazer melhor gestão de seu tempo.

4. Visão de futuro

Perguntas que um líder pode fazer a si mesmo: estou possibilitando crescimento aos meus liderados? O quanto hoje me dedico para desenvolver essas pessoas? Se hoje eu precisasse me afastar, quem eu poderia indicar para assumir meu lugar? Trabalhar a visão de futuro nos liderados não é tarefa simples. Mas é mais fácil quando o líder é inspirador, busca capacitação, quer ser sua melhor versão diariamente, consegue auto motivar-se para cada novo desafio, valoriza as pessoas com as quais trabalha, comemora, divide com sua equipe suas ideias, metas, planos, objetivos, angústias e anseios. Aí os liderados passam a ter vontade de saber como ser como esse cara! O que será que ele fez para chegar lá? Enxergam a partir disso que existem possibilidades de crescimento e desenvolvimento, que a empresa conta com eles, se preocupa com eles, tem planos futuros.

Fonte: Administradores.com

13/3/2017

Está em tramitação no Congresso Nacional a Medida Provisória 766/2017, que cria o Programa de Regularização Tributária (PRT). Trata-se de uma iniciativa do governo que melhora as condições para que as empresas paguem os impostos atrasados. Mas a Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende mudanças no texto, porque as condições oferecidas pelo governo são incompatíveis com a realidade das empresas.

Isso porque a mais longa e profunda recessão da história do país comprometeu o caixa das empresas. Só a indústria contabilizava, ao fim de 2016, três anos consecutivos de queda nas vendas. O faturamento do setor no ano passado foi, em média, 21,4% menor do que o de 2013.

Sem dinheiro em caixa, muitas empresas foram obrigadas atrasar compromissos, e muitas deixaram de pagar os impostos em dia, o que complicou ainda mais a situação. É que, ao atrasar os impostos, a empresa fica com o cadastro negativo, não pode obter financiamento em bancos públicos e fica impedida de participar de licitações.

A CNI destaca que a recuperação da economia depende da regularização das dívidas das empresas com o Fisco. Conheça as principais mudanças defendidas pela CNI para as empresas pagarem as dívidas tributárias, recuperarem suas finanças e retomarem a atividade.

1. Permitir o pagamento da dívida em prestações mensais e sucessivas, calculadas a partir de um percentual sobre a receita bruta do mês anterior, ou sobre a receita bruta mensal média de 2016, o que for maior. Esse percentual deve ser variável, de acordo com o porte da empresa. O PRT permite o pagamento em, no máximo, 120 prestações mensais, com parcelas menores, porém crescentes, nos três primeiros anos e o saldo remanescente dividido em percentuais iguais em 84 prestações mensais.

2. Estipular redução de multa, juros e encargos legais. A proposta é adotar os percentuais de redução estabelecidos na Lei 11.941/2009 (Refis da Crise). O PRT não prevê redução de multas, juros e encargos.

3. Ampliar a possibilidade de uso dos créditos tributários no abatimento das dívidas que serão parceladas no PRT. O programa não permite, por exemplo, o uso de créditos de prejuízo fiscal na quitação das dívidas que estão no âmbito da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

4. Retirar a exigência de apresentação de carta de fiança ou seguro garantia judicial para parcelamentos de débitos com valor superior a R$ 15 milhões no âmbito da PGFN. O custo elevado para obtenção dos dois instrumentos exigidos pode inviabilizar a adesão das empresas ao PRT.

5. Permitir a inclusão no parcelamento do PRT de todas as dívidas com a União, inclusive aquelas administradas por órgãos da administração direta e indireta, fundações e autarquias, como Ibama e Anvisa.

Fonte: Contabilidade na TV

13/3/2017

A e-Financeira é mais uma obrigação acessória na qual são apresenta¬dos os saldos das contas correntes, movimentações de resgates, rendimentos, poupanças, entre outras informações fi¬nanceiras previstas na Instrução Normativa 1.571/2015. Ou seja, as mesmas informa¬ções prestadas anteriormente por meio da DIMOF, mas esta integra o SPED, o que pro¬porciona otimização e eficiência na captação e cruzamento de dados para a fiscalização.

O QUE DEVE SER REPASSADO AO SPED?

- Serão repassados ao SPED os limites mensais das movimentações ou saldos de R$ 2 mil para pessoas físicas e R$ 6 mil para pessoas jurídicas:

- Saldo no último dia útil do ano de qualquer conta de depósito, inclusive de poupança;

- Saldo no último dia útil do ano de cada aplicação financeira;

- Rendimentos brutos, acumulados anualmente, mês a mês, por aplicações financeiras no decorrer do ano;

- Aquisições de moeda estrangeira;

- Transferências de moeda e de outros valores para a exterior;

A entrega é obrigatória a bancos, seguradoras, corretoras de valores, distribuidores de títulos e valores mobiliários, administradores de consórcios, as entidades de previdência complementar e as sociedades seguradoras autorizadas a estruturar e comercializar planos de seguros de pessoas, tais quais Bacen, CVM e Susep, por meio de um conjunto de arquivos digitais de cadas¬tros e o módulo de operações financeiras.

Fonte: Revista SINDLOC-SP - Edição Nº 186

6/3/2017

Manter a motivação no trabalho é uma tarefa difícil para muitos trabalhadores. Estar de acordo com metas e o ambiente profissional pode ser desgastante e faz com que muitos funcionários se tornem menos produtivos com o passar do tempo. Para evitar estes problemas e conseguir mais motivação no dia a dia, é possível estratégias simples que podem fazer muita diferença.
Ter um certo desânimo em determinados momentos é comum. No entanto, por mais que pareça difícil, as obrigações estão em nosso dia a dia e precisamos estar sempre motivados para cumprir nossos afazeres. Confira três dicas para encontrar motivação e realizar o trabalho da melhor forma possível.

1. Tenha um propósito

O trabalho deve ser encarado como um caminho importante para conquistar o que você deseja. Ter um propósito, ainda que pequeno, é a motivação necessária para te tirar da cama no começo da semana. Não há como ter resistência se você encara aquela tarefa como um passo para atingir seus objetivos. Definido o seu propósito de vida, há muito mais chances de você levantar na segunda-feira com o mesmo pique do fim de semana.

2. Aposte na visualização

Após definir seu propósito, lembre-se dele a todo momento. Uma dica importante é usar artifícios visuais para isso. Colocar post-its ou notas no celular com seus objetivos do ano te impulsionam durante os dias de preguiça. Outra alternativa é criar um compromisso público, ou seja, manifeste a seus amigos e familiares as coisas que você quer realizar. Dessa maneira, as pessoas irão lhe cobrar e você se sentirá mais motivado a trabalhar para concluir seus desejos.

3. Tenha pensamentos afirmativos

Um exercício importante é a afirmação. É o que você diz para si mesmo naquele momento de preguiça. Além de pensar em pessoas que te inspiram e em frases motivacionais, pense sempre em pequenos objetivos que você deseja cumprir ao longo do ano. Para realizar aquela viagem de férias incrível, você precisa levantar da cama e se esforçar na semana de trabalho. Fechar os olhos e se imaginar em um lugar que te faz bem pode ser uma ajuda extra para ter mais motivação.

Fonte: IG - Economia

6/3/2017

Através da Portaria RFB 1.713/2016 a Receita Federal estabeleceu parâmetros para indicação de pessoas físicas a serem submetidas ao acompanhamento econômico-tributário diferenciado no ano de 2017.

Deverão ser indicadas, para o acompanhamento diferenciado a ser realizado no ano de 2017, as pessoas físicas:

I - cujos rendimentos informados na Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas (DIRPF) relativa ao ano-calendário de 2015 sejam superiores a R$ 17.000.000,00 (dezessete milhões de reais) e, cumulativamente, os lançamentos a crédito informados em Declarações de Informações sobre Movimentação Financeira (DIMOF) relativas ao ano-calendário de 2015 sejam superiores a R$ 5.200.000,00 (cinco milhões e duzentos mil reais);

II - cujos bens e direitos informados na DIRPF relativa ao ano-calendário de 2015 sejam superiores a R$ 82.000.000,00 (oitenta e dois milhões de reais) e, cumulativamente, os lançamentos a crédito informados em DIMOF relativas ao ano-calendário de 2015 sejam superiores a R$ 520.000,00 (quinhentos e vinte mil reais);

III - cujos alugueis recebidos informados em Declarações de Informações sobre Atividades Imobiliárias (DIMOB) relativas ao ano-calendário de 2015 sejam superiores a R$ 2.100.000,00 (dois milhões e cem mil reais); ou

IV - cujos imóveis rurais informados na Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) relativa ao ano-calendário de 2015, pertencentes ao titular ou aos seus dependentes, sejam superiores a R$ 106.600.000,00 (cento e seis milhões e seiscentos mil reais).

Fonte: Blog Guia Tributário

6/3/2017

O Ministério de Minas e Energia informou que o horário de verão 2016/2017 gerou economia de R$ 159,5 milhões devido à redução no uso de termelétricas - usinas que produzem eletricidade mais cara porque usam combustível para funcionar.

De acordo com o ministério, o valor foi um pouco superior à estimativa inicial para a economia com o horário de verão, que era de R$ 147,5 milhões.
O horário de verão começou em outubro do ano passado e terminou em 19 de fevereiro.

O horário de verão também reduziu a demanda por energia no horário de pico de consumo noturno. Na região Sul, a queda foi de 4,3%, o que equivale ao dobro da demanda por energia de Florianópolis no horário.

No acumulado das regiões Sudeste e Centro-Oeste, a redução na demanda foi equivalente à metade da demanda no horário de ponta na cidade do Rio de Janeiro.

Em 2016/2017, o horário de verão foi adotado nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo, além do Distrito Federal.

O horário de verão de 2017/2018 começa no dia 15 de outubro.

Fonte: G1

2/3/2017

Cada vez mais é possível encontrar gestores de vendas confundindo engajamento com motivação. É comum vermos líderes contratando grandes personalidades para ministrar palestras aos vendedores de sua equipe ou premiando seus talentos com viagens, com a ideia de que estão trabalhando o engajamento, quando na verdade não estão.

Por isso é fundamental entender os dois conceitos. A motivação tem a ver com “dar um gás” ao time, uma energia extra para bater uma meta importante ou incentivá-los a sair da zona de conforto. Já para conseguir engajamento, é necessário ir mais a fundo e transmitir os valores e objetivos de sua organização. Isso porque uma equipe engajada conta com funcionários que entendem seu papel dentro da empresa e sabem que fazem parte de algo maior, com objetivos comuns que devem ser atingidos a curto ou longo prazo.

Muito mais que oferecer estabilidade e um bom salário, o engajamento pressupõe a satisfação do colaborador em relação ao ambiente de trabalho, o significado do seu trabalho e coerência com os objetivos da organização, bem-estar, qualidade de vida, além do desenvolvimento pessoal e profissional. Esse processo é bastante conhecido por ser mais cognitivo do que efetivamente emocional.

Há três pilares fundamentais para o engajamento de profissionais:

Orientação estratégica - permite que você consiga mostrar aos seus colaboradores de forma mais clara possível o objetivo, a direção e o propósito de sua organização. Sabendo disso, ele terá o norte também do seu trabalho e perceberá como sua participação é fundamental para conseguir levar a empresa ao patamar esperado;

Incorporação de valores - esse é um desafio muito grande quando nos referimos a engajamento. O gestor precisa deixar bem claro os valores de sua empresa, o que ele espera em um profissional que veste a camisa de sua empresa, pois cada colaborador tem sua importância e isso precisa ser visto e manifestado. É preciso alinhar corretamente, por exemplo, quando houver uma promoção, se foi por boa competência, meritocracia ou por tempo de casa. Isso é fundamental para o desempenho da equipe. Dessa forma, o colaborador vai buscar o reconhecimento merecido, pois desde o início você deixou claro como a empresa incorpora os valores do mesmo;

Capacitação de talentos - é muito comum você encontrar em sua equipe um profissional que aproveite todas as oportunidades para adquirir mais conhecimento. Provavelmente, esse é um sinal de que ele acredita que está em um ambiente que favorece o aprendizado, a manifestação de suas ideias e a realização do trabalho com autonomia. Portanto saiba valorizar esse talento e outros com o mesmo perfil, reconhecendo iniciativas e facilitando o acesso.

É importante que o gestor esteja sempre olhando para sua equipe, observando e revendo atividades e funções. Também vale destacar que para gerar oportunidades e reter talentos é fundamental estudar a abertura de novas posições e o rodízio delas, ouvir com atenção novas ideias e sugestões e, ainda, explorar o que há de melhor em cada profissional de sua equipe.

Como você deve ter observado, existem diferentes maneiras de se engajar uma equipe. Tenha como foco desenvolver ações relacionadas aos três pilares destacados para que seus resultados sejam duradouros e também para manter um ambiente de trabalho mais equilibrado e agradável a todos do seu time. Lembre-se de que isso só é possível quando a estratégia de engajar é usada da forma adequada: aquela que vai fazer seu funcionário vestir a camisa da empresa porque compartilha dos mesmos valores.

Fonte: Administradores

2/3/2017

A Petrobras anunciou redução do preço do diesel em 4,8%, e da gasolina em 5,4%, em média, nas refinarias.

De acordo com a empresa, a decisão é explicada principalmente pelo efeito da valorização do real desde a última revisão de preços, pela redução no valor dos fretes marítimos e ajustes na competitividade da Petrobras no mercado interno.

"A Petrobras reafirma sua política de revisão de preços pelos menos uma vez a cada 30 dias, o que lhe dá a flexibilidade necessária para lidar com variáveis com alta volatilidade. Os novos preços continuam com uma margem positiva em relação à paridade internacional, conforme princípio da política anunciada, e estão alinhados com os objetivos do plano de negócios 2017/2021", informou.

Segundo a empresa, como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor.

"Isso dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores. Se o ajuste feito hoje for integralmente repassado e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o diesel pode cair 3% ou cerca de R$ 0,09 por litro, em média, e a gasolina 2,3% ou R$ 0,09 por litro, em média", informou.

Os postos de gasolina repassam ao consumidor os custos de toda a cadeia do combustível. Além da gasolina pura comprada de refinarias, as distribuidoras também compram de usinas produtoras o etanol, que é misturado à gasolina que será vendida ao consumidor, em proporção determinada por legislação.

As distribuidoras, então, vendem a gasolina aos postos, que estabelecem o preço por litro que será cobrado do consumidor.

Última revisão

Na última revisão de preços feita pela empresa, os preços da gasolina e do diesel cobrados pela Petrobras nas refinarias foram reduzidos em 1,4% e 5,1% respectivamente.

Nova política de preços da Petrobras

Desde outubro, a Petrobras pratica uma nova política de definição de preços dos combustíveis, com reuniões mensais para definir os valores da gasolina e do diesel cobrados nas refinarias. Na reunião anterior, a Petrobras tinha aumentado o preço do diesel e mantido o da gasolina.

Na prática, o preço da gasolina e do diesel passou a flutuar como uma commodity no mercado nacional, alternando quedas e baixas, refletindo tanto os preços internacionais como também o câmbio e concorrência do mercado de distribuidores.

Na primeira reunião, em outubro do ano passado, a estatal reduziu em 3,2% o preço da gasolina e em 2,7% do diesel nas refinarias. No mês seguinte, fez uma nova redução na gasolina e diesel, respectivamente, de 3,1% e 10,4%.

Em dezembro, a empresa reverteu a tendência de queda e elevou os preços do litro da gasolina (8,1%) e diesel (9,5%). Na primeira reunião de 2017, a estatal manteve o preço da gasolina e elevou em 6,1% os valores cobrados pelo litro do diesel nas refinarias.

Preço médio fica igual

O último levantamento anunciado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostrou que o preço médio da gasolina nos postos ficou praticamente estável na semana encerrada. Com isso, a redução de preços nas refinarias, anunciada no final de janeiro pela Petrobras, continua sem ser ser sentida pelos consumidores.

Segundo a pesquisa, o valor médio do litro da gasolina no país passou de R$ 3,754 na para R$ 3,758. Na semana em que a Petrobras anunciou o reajuste, o preço médio estava em R$ 3,765. Em 3 semanas, o recuo foi de 0,19% ou de menos de 1 centavo por litro.

Fonte: G1

2/3/2017

Chegou a hora de acertar as contas com o Leão. Começa amanhã, dia 2 de março, o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda 2017 (ano-base 2016). O documento precisa ser enviado à Receita Federal por pessoas físicas que obtiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 no ano passado. O Fisco espera receber 28,3 milhões de declarações até o dia 28 de abril.



Outra novidade é a recuperação de nomes. Quando o contribuinte colocar o nome e o CPF na declaração, esse dado ficará armazenado para facilitar o preenchimento de outros campos. Também haverá mudanças na tela de identificação. O programa vai passar a pedir, de forma não obrigatória, um número de celular e um e-mail. Segundo a Receita, isso servirá para ampliação do cadastro. O eventual uso dos dados pelo Fisco só poderá ocorrer se houver autorização das pessoas físicas.

Fonte: G1 - Extra

1/3/2017

Prezado Cliente:

Lembramos que o prazo para entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física é 28/04/2017. Sendo assim, pedimos aos Srs. Clientes que desejarem fazer a declaração conosco, deverão remeter os documentos para a confecção da declaração o quanto antes.

RESSALTAMOS QUE SÓ SERÃO CONFECCIONADAS E ENTREGUES AS DECLARAÇÕES DE QUEM FIZER A CONFIRMAÇÃO ATRAVÉS DE E-MAIL, A/C DA SRA. SILVIA – CONTROLADORIA (silvia@diagrama.com.br) E DO SR. MARCIO – DEPARTAMENTO CONTÁBIL (marcio.lira@diagrama.com.br), OU COM A SOLICITAÇÃO EXPRESSA NESTA CIRCULAR.

Estão obrigados a fazer a declaração de ajuste os contribuintes que receberam, em 2016, rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70, como salário, aposentadoria, pensões, aluguéis; rendimentos isentos ou não-tributáveis acima de R$ 40 mil; e aqueles que tiveram retenção na fonte. Além disso, aqueles contribuintes que compraram ou venderam algum bem, inclusive isentos, com registro de lucro, ou realizaram operação em bolsas de valores, deverão apresentar a declaração. Estão também obrigados a fazer o ajuste quem é proprietário de bens ou direitos cujo valor total é superior a R$ 300 mil; quem passou a ser residente no Brasil; e, no caso de atividade rural, quem teve receita bruta superior a R$ 142.798,50 em 2016, ou quem deseja compensar na declaração prejuízos de anos anteriores.

Os documentos que devem ser remetidos:

- Declaração do ano anterior (caso não tenha sido feita pela Diagrama);
- Informes de rendimentos de salários, pró-labore, distribuição de lucros, aposentadorias, bem como das instituições financeiras;
- Recibos e notas fiscais relativos a despesas com saúde;
- Comprovantes de despesas com instituições de ensino;
- Comprovantes de aluguéis recebidos e também os pagos;
- Recibos de pagamentos à previdência privada e também da previdência oficial (INSS);
- Documentos que comprovem venda ou compra de bens em 2016;
- Comprovantes de pagamentos de prestação de bens, como veículos e imóveis em 2016;
- Controle de compra e venda de ações, com apuração mensal de imposto devido nas operações;
- Comprovantes de despesas do Livro Caixa (para prestadores de serviço autônomo);
- Darfs de carnê leão pagos;
- Comprovante de doações para fins de incentivos fiscais (Lei Rouanet, Audiovisuais, Fundos da Criança e do Adolescente e Doações Partidárias);
- Documentos de dívidas assumidas em 2016;
- Todos os documentos acima (despesas, rendimentos, aquisições e vendas, referentes aos seus dependentes).

Informar por escrito: nome, número do Banco e agência autorizada para recebimento da restituição, se eventualmente houver IR a restituir resultante do IRPF 2017/2016.

Não se esqueça de informar o número do CPF dos seus dependentes maiores de 12 anos e de todos os alimentados (quando for o caso). Também é importante lembrar que todas as despesas e rendimentos dos seus dependentes devem constar em sua declaração.

Lembramos que a multa pela não entrega é de no mínimo R$ 165,74, e no máximo 20% do imposto de renda devido.

Paulo Godoy

1/3/2017

Prezado Cliente:

Conforme calendário fixo definido pela Circular 3.624, de 06.02.2013, as pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no País possuidoras, em 31 de dezembro de 2016, de valores de qualquer natureza, de ativos em moeda, de bens e direitos mantidos fora do território nacional, cujos valores somados totalizem montante igual ou superior ao equivalente a US$ 100.000,00 (cem mil dólares dos Estados Unidos) deverão entregar, até o dia 5 de abril de 2017 ao Banco Central do Brasil, a Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior.

A Medida Provisória nº. 2.224 de 04/09/2001 estabelece em seu artigo 1º, multa de até R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil Reais) no caso de não fornecimento de informações regulamentares exigidas pelo Banco Central do Brasil relativas a Capitais Brasileiros no Exterior, bem como da prestação de informações falsas, incompletas, incorretas ou fora dos prazos e das condições previstas na regulamentação

A Declaração deverá ser feita diretamente na página do Banco Central do Brasil na Internet.

A Diagrama dispõe de profissionais qualificados para a realização desta Declaração. Solicitamos aos interessados em realizar sua declaração conosco, enviar confirmação através de e-mail a Sra. Silvia (silvia@diagrama.com.br) e Marcio (marcio.lira@diagrama.com.br).

Sem mais, colocamo-nos à sua inteira disposição para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários.

Paulo Godoy


21/2/2017

Informamos que no dia 27/02/2017 não haverá expediente na Diagrama em virtude da emenda de Feriado do Carnaval.

20/2/2017

As chamadas entre telefone fixo e móvel ficarão até 19,25% mais baratas a partir do dia 25 de fevereiro, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

De acordo com o órgão, os valores das chamadas locais de fixo-móvel terão redução de 16,49% a 19,25%, dependendo da empresa de telefonia fixa. Já as ligações interurbanas terão queda de 7,05% a 12,01%.

O motivo da queda é a redução da tarifa de interconexão, que é o valor que uma empresa cobra da outra pelo uso da rede.

Em 2014, a Anatel aprovou um cronograma de redução da tarifa de interconexão, que se estenderá até 2019. Desde o ano passado essa tarifa é calculada pelo chamado modelo de custo.

Assim, a Anatel calcula qual o custo real das empresas com equipamentos e organização interna.

Fonte: G1

20/2/2017

A queda na avaliação do governo Michel Temer, que tem aprovação de apenas 10,3% da população, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), aumentou a pressão para que a equipe econômica adote medidas populares e tente reverter o quadro. Depois da liberação das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que o Planalto pretende emplacar o aumento do grupo de contribuintes isentos do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).

Nos estudos para elevar as isenções no IRPF, a ala política chegou a sugerir que quem recebe até R$ 8 mil por mês seja isento. Isso quadruplicaria o valor atual, de R$ 1.903,98. A medida já está sendo estudada pela Receita Federal, segundo informou à reportagem um integrante da equipe econômica. Se tiver folga no Orçamento, poderá ser adotada ainda em 2017, já que para reduzir o tributo não é preciso esperar a virada do ano.

A Receita alertou que era um valor inviável. “Foi um primeiro chute de quem não tinha a precisão dos números”, confirmou outra fonte da área econômica. Padilha já disse que o governo estudava aumentar a faixa de isenção, mas oficialmente negou que tenha sugerido o valor de R$ 8 mil.

A Fazenda analisa os cenários, comparando o comportamento da arrecadação prevista com eventuais medidas de alívio ao contribuinte. O resultado da procura por compensações é que a Receita voltou a estudar a possibilidade de criar uma nova faixa do IRPF (entre 30% e 35%) para contribuintes que têm renda acima de R$ 20 mil.

A questão mais delicada do governo é afinar as pretensões do núcleo político do ministério com os compromissos fiscais da equipe econômica. No caso do FGTS, a ideia defendida, inicialmente, na Fazenda era limitar os saques a um determinado valor. No fim, a liberação foi permitida para todas as faixas. A ala política do governo quer anúncio de medidas positivas pelo menos a cada dois meses. Uma fonte do Planalto diz que não chega a haver embate entre os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Fazenda, Henrique Meirelles, mas cada um cumpre seu papel. “É um jogo político natural. O governo precisa dessa agenda positiva para se legitimar e contrapor à votação das reformas da Previdência e trabalhista, que são impopulares”, disse.

A liberação dos saques para 30 milhões de brasileiros com contas inativas do FGTS foi considerada por economistas uma medida bem-sucedida, que deve liberar cerca de R$ 35 bilhões na economia. (Da redação com agências).

Fonte: Diário de Pernambuco

20/2/2017

O lema da procrastinação dentro de um contexto profissional está altamente ligada a duas questões: a dificuldade e a falta de motivação.

Quando nos deparamos com uma tarefa desafiadora dentro do nosso dia a dia profissional, é muito comum que travemos e que iniciemos um processo de adiar aquilo que nos foi colocado. Isso está muito ligado com o medo de errar. Medo de que aquela tarefa não esteja correta e de que não conseguiremos atingir os nossos objetivos. A principal ação ligada ao medo é a paralisação. Esse é o lado negativo do medo.

E medo tem lado positivo? Sim. É a precaução. Quando temos medo, nosso senso de sobrevivência faz com que nos escondamos embaixo de algo e não nos deixamos utilizar o nosso pensamento e raciocínio para seguir em frente.

Quando sentimos que estamos a um passo da procrastinação, nós devemos parar e pensar: o que de pior pode acontecer se eu não conseguir fazer essa tarefa? O pior nem sempre é real. Assim devemos desenvolver um plano de ação para que a tarefa seja concluída. Isso pode levar mais tempo, pois provavelmente deveremos nos alinhar a novas técnicas, sim e não. Sim, pois você terá de aprender e não, pois quando entramos em um processo grande de produtividade e concluímos nossas tarefas, nós nos sentimos preenchidos com mais energia para desempenhar outras tarefas.

Isso já aconteceu com você? Se sim, você deve saber do que eu estou falando. É algo que acontece em nosso íntimo e que devemos internalizar.

Um segundo ponto que deve ser compreendido é o fato de deixarmos de realizar tarefas profissionais e as adiarmos por estarmos desmotivados. Você é um procrastinador de carteirinha? Sinto muito se você respondeu que sim, talvez você não esteja motivado por estar fazendo o que você faz hoje.

Enquanto a procrastinação ligada a desafios está intimamente atrelada ao medo, a procrastinação por desmotivação está ligada a tristeza. Talvez você não esteja feliz em fazer o que você faz hoje, o que gera esse tipo de comportamento e pior a um leve “coitadismo”... “ah.. eu não consigo fazer isso, pobre de mim.

O lado negativo da tristeza é a vitimização... pasme, a tristeza tem um lado positivo muito grande: reflexão. Quando estamos tristes devemos entrar nesse modo e não no modo do vitimismo, pois é só refletindo que iremos conseguir dar um passo em direção a um novo futuro. Caso você deseje mudar de carreira, pois entendeu que a sua procrastinação está mais ligada a tristeza, um bom processo de coaching pode auxilia-lo, pois é onde o coach (profissional encarregado do processo) irá lhe promover essa reflexão e elaborar um plano de ação para se movimentar. Não é simples e exige tempo para que esse processo ocorra, mas é você que toma as rédeas da situação para chegar lá.

Quando nos deparamos com a procrastinação, a primeira pergunta que devemos nos fazer é: estou com medo ou eu estou triste? Ou essa tarefa é muito desafiadora ou eu estou desmotivado?

A partir dessa resposta você pode tomar a iniciativa de desenvolver competências para trabalhar a sua procrastinação.

Fonte: Administradores

15/2/2017

Um profissional eficiente está longe de ser aquele profissional "faz tudo”. Uma pessoa pode ser eficiente em muitas áreas da sua vida, mas também pode deixar outras de lado, o importante é tentar encontrar o equilíbrio e não achar que eficiência é sinônimo de perfeição.
Por exemplo, é possível ser eficiente quando se trata de saúde, da relação e dos cuidados com a família e da casa, uma pessoa também pode ser eficiente nos estudos e no trabalho. Mas, também é possível não ser tão eficiente em outros pontos. É o que acontece com grande parte das pessoas, algumas conseguem mostrar eficiência em casa, com a família, com a saúde, mas não conseguem ser um estudante ou um profissional eficiente.
O comportamento de profissionais eficientes
A eficiência é uma característica que algumas pessoas vão adquirindo ao longo do tempo e de acordo com as experiências que cada indivíduo vive, essa característica pode se aprimorar ou simplesmente ser esquecida, cabe a cada pessoa definir como se comportar diante de cada situação que vive durante o dia a dia.
Normalmente, as pessoas confundem eficiência e eficácia.
Ser eficiente é ser produtivo, é buscar o melhor rendimento com o mínimo de erros possíveis, é ser competente e encontrar formas de resolver desafios antes mesmo que alguém peça.
Ser eficaz é ser útil para alguém ou em alguma situação, de acordo com o dicionário, eficaz é ser capaz de alcançar o resultado desejado.
Entendendo a diferença entre ser eficiente e ser eficaz, é possível perceber como pode ser e como deve comportar um profissional eficiente. Dessa forma, é interessante ressaltar que independente da área que uma pessoa for mostrar eficiência, é preciso trabalhar e exercitar vários pontos que estão consciente e inconscientemente enraizados na vida e no dia a dia dela.
Por isso, atente-se a cada uma das sugestões listadas abaixo:
Trabalhe a mente e o corpo
Para um profissional ser verdadeiramente eficiente, é fundamental que ele foque nas tarefas mais importantes, outra ideia excelente é anotar os afazeres e analisar aquilo que pode ser delegado a outras pessoas ou não, afinal, a pessoa que faz de tudo um pouco está longe ser eficiente.
Procurar visualizar o resultado para não perder tempo, tratar o tempo gasto como se ele fosse dinheiro é fundamental, pensando assim, as pessoas tendem a fazer as coisas com mais agilidade e precisão, evitando desperdício de tempo.
A ansiedade é algo que passa longe da eficiência, por isso, manter o controle da ansiedade é essencial para um profissional eficiente, um dos “remédios” para a ansiedade, é ter uma qualidade de vida bacana, por isso, dormir e se alimentar bem faz parte do pacote chamado ‘eficiência’.
Truques e Tecnologia
O profissional eficiente utiliza de todos os meios possíveis para não perder nenhum ponto de uma reunião, de um curso ou de uma palestra, por exemplo. Nesse caso, anotar tudo que for dito não é suficiente, o profissional eficiente prefere gravar para não perder nenhum detalhe.
Outra questão bastante comum é demanda de trabalho e as demandas que vão aparecendo durante o dia. O profissional eficiente deve sempre responder os e-mails de forma breve e objetiva, assim ele consegue ser direto, e ainda consegue resolver a questão desafio poupando tempo para os próximos e-mails.
A tecnologia está a favor das pessoas eficientes, criando mecanismos de atalho para realizar tarefas de forma ágil e eficiente. Com isso, é possível resolver várias questões em um determinado período de tempo, lembrando que tudo deve ser bem feito, o profissional eficiente não faz nada “mais ou menos”.
Agenda e Alimentação
Se você achou estranho que esses dois itens estejam no mesmo tópico, fique tranquilo, você já vai entender o motivo dessa junção.
A alimentação está dentro da questão “trabalhar mente e corpo”, por isso, criar uma rotina alimentar saudável faz toda a diferença na performance de um profissional. Comer bem e comer certo está muito mais fácil, existem inúmeros restaurantes delivery que oferecem refeições na medida certa e com os ingredientes que você precisa.
Mas, por que a agenda faz parte disso tudo? Simplesmente pela organização.
A organização é fundamental para o bom desempenho de um profissional eficiente. Se organizar e ter o controle do que vai acontecer durante o dia faz total diferença nos resultados entregues, quer um exemplo? Veja como isso é realmente verdadeiro.
Imagine que um colaborador de uma empresa X, saindo atrasado de casa e ao entrar no carro observa que precisa abastecer o carro, mas tudo bem, ele para no posto de combustível, pede para completar e observa que esqueceu a carteira em casa. Ele volta em casa, volta no posto, paga sua conta e chega no trabalho 2 horas a mais que o horário normal.
E não para por aí, ele perdeu uma reunião extremamente importante, deixou tudo nas mãos do estagiário que estava completamente despreparado, e para reverter essa situação, ele terá que se reunir com o seu gestor durante o horário de almoço para pegar as informações da reunião que faltou.
Ou seja, por conta de um atraso e de um deslize, todo o dia desse colaborador foi comprometido. Percebe como a organização e o planejamento faz parte da agenda de um profissional?
Para ser verdadeiramente um profissional eficiente, é necessário ter habilidades para lidar com o tempo que se tem, é ser organizado e fazer planejamento, mas, acima de tudo, é saber qual o momento certo para delegar, é seguir exemplos e dizer que errou quando isso acontecer.
Quando um objetivo é o mesmo para todos, se torna simples ter várias pessoas eficientes em um grupo. Por isso, o ideal é procurar despertar nas pessoas o espírito do trabalho em equipe, é mostre a elas que são capazes, e mais, é dar a elas o poder de fazer, isso irá despertar a eficiência que estava adormecida.

Fonte: Administradores

15/2/2017

A tabela do Imposto de Renda pode ficar sem correção pelo segundo ano seguido. A defasagem não fará muita diferença para os mais ricos, mas vai elevar sensivelmente a carga tributária das classes média e baixa. E, portanto, tende a acentuar a desigualdade.
Em sua essência, o IR é um imposto progressivo, ou seja, tira mais dos ricos que dos pobres. Assim, alivia um pouco a injustiça dos tributos indiretos, que são regressivos: por incidirem sobre o consumo, eles pesam mais sobre a base da pirâmide social, que destina quase toda a renda a despesas com produtos e serviços.
Ao não atualizar a tabela de alíquotas do IR, o governo diminui essa “compensação”. Gente que escapava do imposto por ganhar pouco passa a ser “mordida” mesmo sem ter aumento real no salário. Trabalhadores de classe média ficam sujeitos a alíquotas mais altas. E o governo arrecada mais sem fazer esforço.
Defasagem
Um trabalhador que em 2015 ganhava R$ 1.850 por mês (já descontada a contribuição à Previdência) era isento, pois o Imposto de Renda só era cobrado de quem recebesse mais de R$ 1.903,98. Se no ano passado o salário dele subiu em linha com a inflação (6,29%), o ganho mensal chegou a R$ 1.966. Como a tabela do IR não mudou, o trabalhador passou a pagar imposto, embora seu poder de compra não tenha crescido.
21% é o peso da carga tributária indireta (impostos sobre o consumo, principalmente) na renda das famílias mais pobres. Entre as mais ricas, essa carga é de 10%, segundo estudo de José Adrian Pintos Payeras, professor de Economia da Universidade Estadual de Londrina (UEL).
Mais brasileiros sofrerão o mesmo se a tabela continuar sem correção em 2017. As diferenças, sutis de um ano para o outro, se agigantam com o passar do tempo. Segundo o Sindifisco Nacional, que representa os auditores fiscais da Receita, a defasagem acumulada nos últimos 20 anos é de 83%. Com a devida atualização, estima o sindicato, hoje apenas quem ganhasse acima de R$ 3.454 pagaria imposto (veja quadro).
O orçamento deste ano prevê uma correção de 5% na tabela. Mas o governo, que busca dinheiro para cumprir a meta fiscal, não garante nada. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse em janeiro que a decisão sobre o assunto seria informada junto com a liberação do programa para a declaração do IR, prevista para o próximo dia 23.
Desigualdade
Mas o Imposto de Renda precisa de mais que uma atualização de tabela para reduzir a chamada “desigualdade tributária”. Estudiosos veem espaço para que ele seja bem mais progressivo do que é hoje. Na prática, o Leão é manso com quem está no tipo da pirâmide social: embora os ricos paguem mais IR que os pobres, os muito ricos pagam menos que a classe média alta, em especial a assalariada.
Promessa de reforma
Se por um lado resiste a corrigir a tabela do IR, por outro o governo Temer sinaliza mudanças na tributação da renda e dos ganhos de capital. Na semana passada, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que o Executivo vai encaminhar em abril uma reforma para tributar mais a renda e menos o consumo – o que, se confirmado, reduzirá o peso dos impostos sobre os mais pobres e elevará a carga sobre os mais ricos. Segundo pesquisa de Fábio Ávila de Castro, auditor fiscal da Receita Federal, o Imposto de Renda da pessoa física representa apenas 7,6% da arrecadação tributária do Brasil. Entre os países da OCDE, esse tributo responde por 24% da arrecadação, em média.
A explicação é que mudanças realizadas nas décadas de 1980 e 1990 fizeram o tributo ficar muito concentrado sobre a renda do trabalho, e pouco sobre a renda do capital. A principal dessas alterações foi a isenção de imposto sobre os lucros e dividendos distribuídos pelas empresas, instituída em 1995, que favoreceu sócios de empresas.
A justificativa para essa bondade era incentivar o investimento empresarial – não há sinal de que tenha funcionado, a julgar pelos baixos índices de investimento produtivo do país – e evitar a “bitributação” do lucro, algo com que nem as nações mais ricas se preocuparam.
Dos 34 países que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), apenas um, a Estônia, segue o exemplo brasileiro. Todos os demais tributam o lucro em duas etapas. Nos Estados Unidos, por exemplo, empresas pagam até 39% de imposto sobre o lucro e seus acionistas, até 30%, segundo estudo dos pesquisadores Sergio Wulff Gobetti e Rodrigo Octávio Orair, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). No Brasil, as companhias pagam no máximo 34% e os sócios, nada.
Alíquota de 35% e tributação do lucro elevariam arrecadação em R$ 72 bilhões
Os pesquisadores Sergio Wulff Gobetti e Rodrigo Octávio Orair, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), simularam os efeitos de quatro mudanças (veja quadro) no Imposto de Renda. Seja com a criação de alíquotas mais altas (a máxima hoje é de 27,5%), o retorno da tributação sobre os lucros ou então uma combinação das duas coisas, todas são capazes de reduzir a desigualdade e elevar a arrecadação de impostos, afetando apenas uma pequena parcela dos contribuintes.
A proposta mais eficiente parece ser a criação de uma alíquota adicional de 35% para contribuintes com renda anual de mais de R$ 325 mil (em valores de 2013), combinada à cobrança de imposto sobre lucros e dividendos seguido as atuais alíquotas progressivas, que vão de 7,5% a 27,5%.
Se adotada, essa proposta afetaria 1,28 milhão de contribuintes – hoje cerca de 28 milhões de brasileiros declaram IR – e aumentaria a arrecadação em R$ 72 bilhões (em valores de 2013), provocando uma redução de 4,31% na desigualdade medida pelo Índice de Gini.
A proposta está longe de representar um confisco da renda dos mais ricos. Ela apenas resgataria uma progressividade que, a partir da década de 1980, foi “quebrada” da classe média alta para cima.
Com base em números da Receita, Gobetti e Orair constataram que os 71 mil brasileiros com rendimento superior a R$ 1,3 milhão em 2013 entregaram 6,7% de seus ganhos ao Leão. Bem mais que os 20,7 milhões de contribuintes que declararam ganhos de até R$ 81 mil naquele ano, cujo imposto efetivo variou de zero a 3,5%. Mas os ricaços pagaram proporcionalmente menos que os 5,7 milhões de declarantes com renda entre R$ 81 mil e R$ 1,3 milhão, que recolheram até 11,8%.
Defasagem
Nas últimas duas décadas, a defasagem da tabela do Imposto de Renda em relação à inflação chega a 83%. Com isso, pessoas que antes seriam isentas têm de pagar imposto. Com a devida atualização, apenas quem ganha mais de R$ 3.454 por mês seria tributado.

Fonte: Gazeta do Povo

15/2/2017

A reforma trabalhista proposta pelo governo federal leva à necessidade de revisão do modelo sindical brasileiro, afirmaram participantes de audiência pública promovida na capital paulista, pela Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP). “Uma revisão da legislação teria que passar pela revisão do modelo sindical que temos”, disse o presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, desembargador Wilson Fernandes.
“Entendo que os sindicatos brasileiros, organização sindical brasileira, não estão maduros para enfrentar essa nova realidade que o PL [Projeto de Lei] 6787 propõe”, afirmou, sobre problemas que podem ser enfrentados, uma vez que um dos pontos centrais da reforma é dar mais peso às negociações com trabalhadores e empresas.
Convenção 87
O professor de direito trabalhista da Universidade de São Paulo, Otávio Pinto e Silva, defendeu que o Brasil ratifique a Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A norma prevê a liberdade de associação sindical, o que deixaria de lado várias normas em vigor atualmente. “Deve ser garantido aos grupos de trabalhadores ou de empresários o direito de criar livremente suas entidades sindicais, sem a sujeição de atos de ingerência do Poder Público”, destacou.
Entre as mudanças que poderiam ser feitas – se o modelo proposto fosse adotado – seria a criação de entidades sindicais por outros critérios, que não somente a mesma categoria profissional, e o fim da necessidade de que os sindicatos tenham representatividade em ao menos um município. Poderiam ser criadas, por exemplo, organizações que associassem apenas os trabalhadores de uma determinada empresa. “A Convenção 87 é o padrão internacional. Por que o Brasil vai ficar fora do padrão internacional? ”, indagou...
Uma das razões para mudanças, segundo o professor, é a baixa representatividade dos sindicatos, apesar do número expressivo de agremiações. Ele citou dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que apontam que, no Brasil, 16% dos trabalhadores são sindicalizados.
Para o professor, é preciso dar garantias contra práticas antissindicais e persecutórias por parte das empresas e acabar com a contribuição obrigatória para manutenção das entidades. “A contribuição compulsória é, sem dúvida nenhuma, um dos motivos que levam a essa proliferação de sindicatos no Brasil, a disputa pelo direito de arrecadar a contribuição sindical compulsória”, ressaltou.
Sindicatos
O assessor do Ministério do Trabalho Admilson Moreira disse acreditar que o sindicalismo brasileiro está pronto para lidar com as mudanças. “Estamos hoje em condições de dar um passo adiante e conferir às centrais sindicais esse poder de negociação, livremente autônomo, nesses 13 pontos”, afirmou, durante sua explanação. Moreira participou da audiência como representante do ministro Ronaldo Nogueira
O projeto de lei em tramitação no Congresso estabelece, entre outras medidas, que os acordos ou convenções coletivas terão força de lei em determinadas situações. Entre elas, estão o parcelamento das férias em até três vezes, a compensação da jornada de trabalho, os intervalos de intrajornada, o plano de cargos e salários, banco de horas e trabalho remoto.
Ao citar dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico ou Econômico (OCDE), Moreira negou que a representatividade dos sindicatos brasileiros seja baixa. Segundo o assessor do ministério, na Itália as entidades representam 36% dos empregados e no Reino Unido, 24%. Na Alemanha, Espanha, Portugal e Grécia o índice é, de 18% e na França, de 7%, informou.

Fonte: Agência Brasil

6/2/2017

Em busca de aumentar a produtividade da economia brasileira, o ministro Henrique Meirelles (Fazenda) afirmou à Folha que a Receita prepara um programa para reduzir o custo das empresas no pagamento de impostos.

A medida em desenvolvimento, diz ele, vai reduzir de 2.600 horas de trabalho por ano (o Banco Mundial estima esse tempo em 2.038 horas) para menos de 600 horas o tempo gasto pelas empresas entre preparar e pagar todo tipo de tributos.

Meirelles disse ainda que o governo vai implantar uma promessa antiga, de reduzir o tempo de registro de empresas. Em grandes centros urbanos, como São Paulo, o ministro afirmou que o prazo vai cair de 101 para só três dias.

Depois das reformas estruturais e das ações voltadas para impulsionar o consumo, o titular da equipe econômica do governo Temer diz que vai focar nas medidas micro para "aumentar a produtividade da economia, eliminando gargalos e dificuldades para se produzir no país".

Ele prometeu também que o governo enviará neste ano uma reforma trabalhista ao Congresso, mas não deu detalhes. Em relação à reforma da Previdência, disse que o ideal é aprová-la no primeiro semestre, mas que, se for no segundo, "funciona".

Meirelles voltou a afirmar que o país sairá da recessão no primeiro trimestre e estará crescendo a um ritmo acima de 2% no final de 2017. Diz acreditar que os juros continuarão caindo, mas não garantiu se o país terá taxa de um dígito no final do ano. Depende, disse, da desinflação.

Novas medidas

É uma continuação e implementação das medidas microeconômicas anunciadas no final do ano passado, que visam aumentar a produtividade da economia, eliminando gargalos e dificuldades para se produzir no país.

Exemplo. O custo de se pagar imposto no Brasil é muito elevado. A Receita já está montando um programa para simplificar e racionalizar todo esse processo, para reduzir o tempo médio gasto pelas empresas para preparar e pagar tributos, que vai cair de 2.600 horas de trabalho por ano hoje para menos de 600 horas por ano.

Será um programa que permitirá o preenchimento de todos os tributos em formulários de forma eletrônica, rápida e eficiente.

Abertura de empresas

Vamos também implementar à medida que visa reduzir o prazo para registro de uma empresa. Em São Paulo, por exemplo, vai cair de 101 dias para, no final deste processo, três dias. Para isso, faremos com Estados e municípios.

Vamos implementar ainda a nota fiscal de serviços eletrônica, que existe no conceito, mas ainda não funciona.

Outra medida é o Sped, sistema público de escrituração contábil, um programa da Receita que unifica a prestação de informações contábeis e tributárias, racionalizando e integrando o serviço.

Reforma trabalhista

Vamos expandir o modelo do e-social, usado para pagamentos de tributos do empregado doméstico, para todos os trabalhadores. E vamos avançar na reforma trabalhista, mas esta parte ainda vai demorar um pouco mais, mas faz parte das medidas que estamos preparando. Outra coisa que vai demandar mais tempo é a reforma da lei de recuperação judicial. E tem também a alienação fiduciária, vamos eventualmente aperfeiçoar esse mecanismo.

Saindo da recessão

O que podemos dizer é que os números de dezembro foram extremamente favoráveis, mostrando claramente que a economia fez a inflexão no mês de dezembro, sinalizando um PIB positivo no primeiro trimestre. A previsão que se pode fazer, com segurança, é comparar o final de 2017 com o de 2016. A expectativa é de se ter algo de crescimento um pouco acima de 2% [no 4º tri].

Reforma da Previdência

O ideal seria aprovar até o final do primeiro semestre, mas dentro dos nossos cálculos, aprovando no segundo semestre, não é o ideal, mas funciona. Sem a reforma não se resolve a questão fiscal, ela é absolutamente necessária.

Juros de um dígito

Vai depender da continuidade da desinflação, que permita ao Banco Central ir cortando os juros. As expectativas do mercado hoje apontam taxa de até um dígito. Mas uma coisa é o mercado fazer previsões, o Banco Central tem de analisar o que está ocorrendo e o que vai acontecendo com as previsões. A partir daí, vai tomando suas decisões.

Meta de inflação

Vamos esclarecer isso objetivamente. A proposta formal a ser apresentada ao Conselho Monetário Nacional é do ministro da Fazenda. Agora, eu disse que vou ouvir a avaliação do Banco Central suas sugestões até lá.

Acho uma queda um pouco brusca, para dizer o mínimo [se é possível reduzir de 4,5% para 3%]. Não me parece que haja proposta nesse sentido.

O que existe foi uma declaração de que, no longo prazo, é razoável se esperar que a inflação chegue a 3%, como é o padrão de outros países emergentes. Não significa um anúncio de uma meta de 3% em 2019. Foi uma declaração correta do presidente do Banco Central [Ilan Goldfajn] num evento em São Paulo.

Medidas de Trump

Significam que, de fato, ele vai cumprir tudo aquilo que disse na campanha, que hoje é um consenso cada vez mais estabelecido. O que significa que haverá turbulências importantes, por exemplo, no comércio internacional.

E muitas preocupações com eventuais tensões localizadas que possam surgir em determinadas regiões do mundo.

O Brasil tem uma vantagem muito grande porque tem uma pauta muito diversificada de exportações. Não depende de exportações específicas para os EUA, por exemplo. Certamente o Brasil não será afetado como outros países poderão ser. Se houver oportunidade, vamos ocupar espaço e tirar vantagem.

Corte de juros no BB

Eu acredito que isso será uma evolução natural. É difícil para bancos serem agressivos. Banco, por definição, atua de forma mais cautelosa. Em dito isso, as condições para a queda de juros estão dadas. De um lado, sim, o Banco Central está baixando a taxa básica, o que é fundamental.

Além disso, na medida em que a economia começa a crescer, é razoável se supor que a taxa de inadimplência da carteira dos bancos vai diminuir. A necessidade de fazer provisões vai diminuir, o que abre espaço para queda dos juros. Portanto, o Banco do Brasil deve baixar as taxas dentro deste quadro, desde que o ambiente econômico permita.

Desemprego

Acredito que uma previsão razoável é que a reversão se dará no segundo semestre. Pode acontecer alguma coisa antes, mas acho que segundo semestre é uma expectativa razoável.

FAZENDO NEGÓCIOS NO BRASIL

Abrir uma empresa

Um brasileiro leva, em média, 79,5 dias para abrir um negócio, de acordo com o relatório "Doing Business" de 2017, do Banco Mundial, que considera a cidade de São Paulo

> São necessários 11 procedimentos burocráticos para dar início a um negócio

> O custo com o processo equivale a 5,2% da renda per capta do brasileiro

> O país está no 175º lugar em uma lista de 190 economias em termos de facilidade de abertura de um negócio, atrás da África do Sul

Pagar impostos

> No segundo ano de funcionamento do negócio, os tributos equivalem a 68% dos lucros do empresário. Na OCDE, essa média é de 40,9%

> São gastos quase 85 dias ao ano com a papelada dos impostos, segundo o Banco Mundial. Nos cálculos do governo, são cerca de 108 dias. Na OCDE, a média é de 6,8 dias

Conseguir crédito

> A pontuação do Brasil é 2,0 em uma escala de zero a 12 que mede a força da proteção legal a credores e devedores. Quanto maior a pontuação, maior a proteção às partes

> Em termos de disponibilidade de informações para análise de crédito, a pontuação do Brasil é 7,0 em uma escala de zero a 8 –acima da média de 6,5 da OCDE

Fonte: Folha de S.Paulo

6/2/2017

Não há dúvidas de que é possível influenciar pessoas pela comunicação, sendo ela a verbal, a musicalidade da voz e a não verbal, conforme afirmam estudiosos, sendo que deve haver uma congruência entre estes três fatores. Se você diz uma coisa e seu não verbal ou musicalidade diz outra, é possível que seu interlocutor opte por acreditar no não verbal ou na musicalidade. Exemplo: O que é que você tem? O outro, cruza os braços, não olha para você e diz rispidamente: Nada! Se você deseja ser um líder inspirador, meu conselho é que invista tempo no desenvolvimento de sua capacidade de comunicação, com atenção especial à quantidade e qualidade do ato. Destaco a seguir algumas orientações que considero relevantes:

1. Abra-se a outros pontos de vista - Invista tempo conversando com as pessoas, peça a opinião delas, troque ideias e crie espaço para que pares, colaboradores, clientes e fornecedores emitam visões sobre os processos. Não existe nada mais insuportável para as pessoas que líderes que transmitem a impressão de saber tudo. É nessas conversas que surgem importantes insights, que impactam positivamente nos resultados da companhia;

2. Seja sensorial – Acabe com os “achismos” quando se comunicar. Fale e tome decisões sempre com base em fatos e dados;

3. Ouça o outro de verdade – Não interrompa seu interlocutor quando ele estiver falando. Coloque-se no lugar dele de maneira empática, olhe-o nos olhos e demonstre real interesse em entender o seu ponto de vista;

4. Entenda ao invés de supor – Quando seu interlocutor utilizar termos que lhe pareçam subjetivos, principalmente sobre outras pessoas e trabalhos, procure compreender o termo com perguntas, como por exemplo: “o que especificamente você quer dizer com a expressão “x”, por exemplo: ele é um “nó cego”? ”; ou “em qual aspecto, especificamente, você acredita que nosso processo foi “falho”? ”;

5. Exclua a palavra, “mas” do vocabulário – A ideia dessa orientação é ressaltar que a palavra, “mas” neutraliza ou nega o que foi dito antes, criando confronto. Opte por substituí-la por “e”, que complementa, agrega e não cria animosidade.

Crie espaço para ouvir, mas se policie para prestar atenção, processar o que foi dito e considerar aplicar as ideias relevantes, sem medo de ter seu brilho ofuscado pela ideia de outro membro da equipe. Além de motivar seu parceiro de trabalho, você ainda será visto como um profissional que preza pelo bem da companhia e não trabalha apenas em benefício próprio.

Outra dica poderosa é, quando alguém contribuir com ideias ou materiais para te ajudar, não faça críticas pois a pessoa poderá sentir que é uma crítica a ela, e ela está fazendo um favor para você. Se tiver que fazer alguma crítica, faça depois, dizendo que compreende o que o autor está querendo dizer e que você tem uma opinião um pouco diferente, logicamente considerando que o autor tem mais informações que você.

Uma outra dica que considero importante é pedir feedback para as pessoas que trabalham diretamente com você. Este ato aproxima as pessoas, demonstra humildade e te municia de informações do que você precisa mudar para melhorar sua comunicação. Mas cuide para não fazer isto o tempo todo, o que poderá demonstrar insegurança.

Fonte: Administradores

6/2/2017

A partir deste mês, o prazo médio para a abertura de uma empresa na cidade de São Paulo será reduzido de 101 dias para 5

Diminuir o tempo para a abertura de uma empresa na cidade de São Paulo é uma das promessas feitas pelo Sebrae através do novo programa “Empreender mais Simples”. O objetivo do projeto, que mistura propostas já debatidas anteriormente e iniciativas inéditas, é reduzir os custos e o tempo que os empresários gastam com o pagamento de obrigações tributárias.

O Sebrae anunciou ainda que será possível parcelar o pagamento de débitos tributários de empresas enquadradas no Simples Nacional. Os encargos também poderão ser quitados por débito automático ou internet. Não há, contudo, detalhes de como esses procedimentos serão realizados.

O prazo médio para a abertura de uma empresa na cidade de São Paulo será reduzido de 101 dias para 5, afirmou ao Estado Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae. A medida será viável a partir da ampliação do sistema online Redesimples, que já funciona em Brasília desde 2015.

A ideia de implantar a plataforma, que integra os governos federal, estadual e municipal e permite que os empresários abram novos negócios e obtenham licenças online, já vinha sendo discutida desde 2013, quando Afif ainda era ministro da extinta Secretaria da Micro e Pequena Empresa do governo Dilma Rousseff.

O programa do Sebrae vai destinar R$ 200 milhões para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de 10 sistemas digitais que prometem diminuir a complexidade do cumprimento das obrigações tributárias e trabalhistas. Ao contrário da simplificação da abertura de empresas, que será restrita a São Paulo, estas alterações têm abrangência nacional.

Para que esses sistemas sejam acessíveis e eficientes, é importante que os programas sejam simples de usar e que sua linguagem não contenha jargões contábeis, destaca a advogada especialista em tributação Ana Cláudia Utumi, do escritório TozziniFreire Advogados. Assim, o empresário consegue entender suas obrigações com a Receita Federal e acompanhar todo o trabalho feito por um eventual contador.

A advogada acredita que descomplicar as obrigações acessórias – aquelas que servem como base para o pagamento do tributo e futura fiscalização, como a emissão de notas fiscais e demonstrações contábeis – inviabiliza o argumento do empresário de que “o tributo não foi pago porque o recolhimento era complexo”. Segundo Utumi, é difícil encontrar empresas no País que estejam 100% em dia com as obrigações com o Fisco.

“Atualmente, o dono do negócio explica para o contador o que ele acha que precisa, o contador faz o que ele entendeu e aí cria-se ruídos de comunicação que podem acabar gerando contingências tributárias que podem sair caras para o pequeno empresário”, explica a advogada.

A simplificação do sistema tributário é uma antiga demanda do setor produtivo. E se tornou uma das agendas prioritárias do governo Temer para tentar destravar investimentos e ajudar na recuperação da economia.

À medida em que uma empresa gasta menos dinheiro com obrigações contábeis ou eventuais multas geradas por irregularidades, ela pode recuperar sua capacidade de investir. Outra promessa do programa é facilitar o cumprimento de obrigações trabalhistas, o que pode gerar um incentivo para que o empreendedor contrate mais funcionários.

A ampliação da Redesimples para a cidade de São Paulo é uma das principais mudanças propostas pelo programa. Segundo o presidente do Sebrae, Guilherme Afif, essa ação vai possibilitar que um empreendedor abra uma nova companhia em um prazo de dois a cinco dias, apenas preenchendo os dados e questionamentos na internet.

A ideia de ampliar para a cidade de São Paulo, segundo Afif, veio a partir da constatação de que o município, principal centro econômico do País, era o que tinha o pior desempenho na hora de criar uma empresa.

“Na primeira etapa, instituída a partir de fevereiro de 2017, o prazo de abertura e licenciamento será de sete dias. Em uma segunda etapa, no ano que vem, passará a ser de dois dias”, explica Afif.

A criação de um sistema de Nota Fiscal Eletrônica de Serviços para municípios também é uma das mudanças idealizadas pelo Sebrae. A partir dela, as notas emitidas por uma empresa que presta serviço para diferentes cidades constarão apenas um tributo e, eletronicamente, o próprio sistema da Receita Federal distribuirá os impostos para o município sede da empresa e aquele onde foi realizado o serviço.

“Mesmo que se recolha no local de origem, você já credita na nota o município de destino e o sistema já faz a compensação. O contribuinte paga num ponto só e o sistema faz o resto”, afirma Afif.

Outra mudança fundamental, segundo o presidente do Sebrae, será a otimização do eSocial. O sistema é um projeto do governo que unifica o envio de informações pelo empregador em relação aos seus funcionários. Porém, no formato atual, o presidente considera que ele funcione como uma “digitalização da burocracia”.

Com o novo formato, o documento digital não só reuniria as informações a respeito do empregado, como eliminaria 13 obrigações e viabilizaria o recolhimento no Simples Nacional das contribuições retidas dos empregados e ao FGTS.

“O impacto positivo será no número de horas que a empresa leva para atender as demandas através de um sistema unificado, eletrônico e digital. Isso tornará o ato de gerar emprego prazeroso e não uma tortura”, diz o presidente.

Fonte: LegisWeb

30/1/2017

As formas como milhões de brasileiros pagam suas contas começa a mudar a partir de março. Alvo de fraudes milionárias nos últimos anos, os boletos bancários vão ficar mais modernos. O benefício mais visível para o cliente será a possibilidade de pagamento em qualquer banco mesmo após a data de vencimento.

Por trás da inovação, está um projeto da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que fará com que todos os boletos passem a ser registrados em uma única plataforma até o fim do ano. A nova forma de cobrança também mudará a forma como empresas e instituições financeiras organizam os pagamentos.

O número de boletos emitidos no país chegou a 3,7 bilhões em 2015. A movimentação chamou a atenção de quadrilhas que se especializaram em fraudar os documentos. Sem o registro, o banco só toma conhecimento da emissão do boleto quando o documento bate na compensação, o que facilita a ação dos criminosos. No ano passado, o volume de recursos desviados com o golpe chegou a R$ 320 milhões, de acordo com dados preliminares da Febraban.

Com o novo sistema, a empresa que emitir uma cobrança precisa enviar os dados para o banco, que alimenta a plataforma. No momento do pagamento, os dados do código de barras serão comparados com os registrados no sistema. "Se as informações não estiverem na base, ou o boleto foi fraudado ou não foi registrado", afirma Walter de Faria, diretor-adjunto de operações da Febraban.

A nova plataforma também deve evitar outros problemas recorrentes envolvendo boletos, como o erro no preenchimento de informações e o pagamento de títulos em duplicidade, segundo Faria. As mudanças ocorrerão de forma gradual. Em março, entrarão no sistema os boletos com valor acima de R$ 50 mil. Dois meses depois, as faturas a partir de R$ 2 mil passarão a ser registradas. O cronograma se estende até dezembro, quando 100% das cobranças devem estar na plataforma.

O processo de adaptação dos sistemas de bancos e empresas emissoras corre bem e não deve haver atrasos, segundo o executivo. Originalmente, o sistema estava previsto para entrar em operação no início deste ano.

Embora o registro não seja obrigatório, Faria espera que a adesão seja ampla, já que os títulos que não estiverem na plataforma só poderão ser pagos no banco ao qual estão vinculados. "Além disso, os fraudadores provavelmente vão monitorar as empresas que decidirem operar o sem registro", afirma.

A perspectiva da entrada no novo sistema de cobrança ainda não inibiu as quadrilhas especializadas no chamado "golpe do boleto". "A percepção é que houve uma migração recente da fraude de pessoas físicas para organizações maiores", afirma Fernando Carbone, diretor da Kroll, consultoria de riscos que tem sido contratada por empresas lesadas com o golpe. Carbone diz que a soma de recursos desviados de clientes nos últimos meses foi de aproximadamente R$ 21 milhões.

Em geral, a fraude ocorre com um vírus instalado no computador do pagador do boleto. Mas as quadrilhas também se especializaram em encontrar falhas na página da internet ou até em obter informações com funcionários da empresa emissora do boleto, segundo o diretor da Kroll.

Além de dificultar a ação dos golpistas, o registro dos boletos na plataforma vai mudar o cotidiano de uma série de companhias. A principal preocupação é com o aumento de custos. O valor da cobrança registrada vai depender da negociação com os clientes, mas a tendência é que seja maior do que o sistema atual. "Os bancos podem negociar um valor menor no registro e compensar com uma tarifa nos títulos que forem liquidados", diz Eduardo Morishita, gerente de Produtos do Bank of America Merrill Lynch (BofA).

Os impactos da mudança serão diferentes dependendo da forma que cada empresa realiza sua cobrança. Entre os segmentos mais afetados está o de comércio eletrônico. Com o novo sistema, quando um consumidor optar por fazer uma compra com boleto, o documento precisará antes passar pelo sistema do banco. Hoje, esse processo é feito de forma automática pelo site.

As vantagens do novo sistema, porém, devem mais do que compensar a mudança no procedimento, segundo Dênis Corrêa, gerente-executivo da diretoria de soluções empresariais do Banco do Brasil. No BB, além de o sistema permitir a emissão e o registro do boleto de forma simultânea durante a compra, o processamento da operação será feito em 30 minutos, contra um dia que a loja precisa esperar hoje para saber se o boleto foi pago e despachar o pedido. "Trata-se de um benefício tremendo para o comércio", diz.

Quem também deve mudar a forma de atuação em consequência da mudança são as entidades que se valem da emissão de boletos como forma de arrecadar recursos, como as ONGs, associações e igrejas. Como a maioria dos títulos não é paga, o custo do registro pode não valer a pena.

De forma indireta, o novo sistema de cobrança de boletos pode afetar até a competição bancária. Com a possibilidade de pagamento de boletos vencidos em toda a rede, instituições de menor porte devem ganhar maior competitividade em serviços prestados a empresas. "Com a mudança, cai por terra o argumento de que as empresas precisam de um banco com rede de agências em cash management [gestão de caixa]", afirma Annali Duarte, diretora dos negócios de transações bancárias do BofA.

Fonte: Valor Econômico

30/1/2017

Traçar metas, deixar as derrotas para trás e focar num ano melhor são algumas ações que a maioria das pessoas gostariam de seguir ao pé da letra. No entanto, no decorrer dos dias, algumas situações, sejam externas ou internos, fazem com que muitos adiem ou até desistam de algumas aspirações ou realizações pessoais. De acordo com a psicóloga Marilene Kehdi, a ansiedade é um fator preponderante que leva as pessoas a tomaram decisões autos sabotadoras.

"Todos nós, em vários momentos da vida, sentimos ansiedade, em menor ou maior grau. A curva da ansiedade é um "U" invertido, e quando se chega no pico, tem que descer. Se a mantermos num nível alto (no ápice), com certeza sofreremos as consequências. A concentração ficará muito prejudicada, a memória, o rendimento escolar e profissional, além de outros", explica a especialista.

A saúde física também será bem prejudicada, com sintomas físicos, como taquicardia, sudorese, inclusive nas mãos, mãos e boca fica tremulas, tensão muscular, cefaleia. Já o sintoma psicológico que pode surgir é o medo excessivo, o qual pode evoluir para uma Síndrome do Pânico, que, na verdade, é uma crise ansiosa aguda e grave.

A ansiedade decorre de fatores internos, subjetivos, e também estrutural da personalidade do indivíduo. Deriva também de fatores externos, como estresse, pressão, auto cobranças, demanda externa e preocupação excessiva. Quando a ansiedade é desencadeada por excesso de preocupação, desperta no indivíduo um grau, às vezes alto, de pessimismo, segundo Marilene.

Para ter controle sobre a ansiedade o primeiro passo é identificar a causa. A vítima da ansiedade precisa ter a real noção do que a tira a estabilidade emocional. E, a partir daí, é preciso que haja esforço para respeitar os próprios limites, caso contrário, não conseguirá ser uma pessoa produtiva. Ou seja, ficará estagnada sofrendo as consequências do alto nível de ansiedade.

Veja cinco dicas pontuais para controlar a ansiedade e conquistar as metas:

Tenha objetivos traçados

Um dos maiores desafios do ser humano é descobrir o que dá sentido à sua vida e se manter firme neste propósito. Portanto, saber quais são seus objetivos, metas que deseja alcançar, aonde quer chegar, o que quer ver realizado é fundamental para seguir a trilha, o caminho, a direção certa rumo as conquistas.

Mantenha o foco e tenha determinação

Manter o foco, a atenção e a disciplina é regra. Quanto mais focado, mais você produz. E quando você produz, você alimenta a autoconfiança que não irá permitir que os impulsos destrutivos e a autos sabotagem prevaleçam em alguns momentos difíceis.

Controle a ansiedade

Não ser imediatista, não querer fazer tudo ao mesmo tempo, não dar o passo maior que a perna, não se distrair com tecnologias digitais e ser flexível ajuda a não fracassar. Com a ansiedade controlada e as emoções equilibradas é certo que você irá atingir os objetivos e alcança as metas.

Estipule o tempo certo para as metas serem concretizadas

Saber que tudo tem seu tempo certo de acontecer demonstra uma postura coerente. Tudo é proporcional e tem seu tempo certo para ser realizado, basta fazer sua parte.

Sonhe o seu sonho

É importante pensar em metas alcançáveis, reais, possíveis de serem realizadas. Não sonhe o sonho do outro só porque deu certo para ele.... Mesmo que não seja fácil o caminho a ser percorrido, quanto se almeja verdadeiramente, é possível suportá-lo tudo em nome do que deseja alcançar.

Fonte: Administradores